"No Egito as bibliotecas eram chamadas Tesouro dos remédios da alma. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.”

(Jacques Bossuet).

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Como vão seus maus hábitos?

inferno

Já ministrei muitos cursos de capacitação de adultos ou cursos empresariais. Em alguns, quando encaixava no assunto abordado, costumava distribuir aos alunos esta lista que hoje compartilho com vocês, pois há alguns tópicos que podem passar batidos se não lhes dermos suficiente atenção.

Fazer tempestade em copo d’água. ( A vida é muito curta, trate de aproveitá-la)

Interromper os outros ou completar suas frases quando eles estão falando.

Ser intolerante.

Não viver o momento presente.

Não aceitar a imperfeição. Sua e dos outros. (Desista: não existe ninguém perfeito, muito menos você)

Não ouvir os outros.

Querer estar sempre certo. (Você é o dono da verdade, é?)

Não ter paciência com aqueles que sabem menos que você.

Julgar tudo e todos sem bases concretas.

Dar ênfase às suas limitações (se o fizer, elas passarão a fazer parte de sua vida).

Ser inflexível com as alterações em seus planos. (Rigidez causa doenças)

Não ouvir seus sentimentos.

Não aceitar e/ou respeitar os sentimentos dos outros.

Retrucar sempre quando alguém diz algo que o incomoda.

Cuidar mais da vida dos outros do que da sua. (?????)

Falar sobre alguém ou alguma coisa só porque “ouviu dizer”.

Não elogiar quando tem motivos para fazê-lo.

Dizer NÃO ao outro sem nem mesmo ter refletido a respeito.

Fazer críticas destrutivas.

Descarregar seu mau humor nos outros. (Ai!!!!)

Não aceitar as diferenças individuais.

Não fazer autoanálise constante.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ouça com os ouvidos!

ouvindo
E não com a mente.
Como é que é?
Sim, grande parte das pessoas, se não a maioria, ouve com a mente, ou seja, através de suas convicções, crenças, preconceitos, defesas inconscientes e etc., etc. Ah, e ouvem o que o outro fala, sem escutar, já formulando mentalmente a resposta e os argumentos que irão contrariar o que o outro está dizendo. Aff.
Às vezes perco a paciência com esses apuradinhos “surdos”. Dizem que saber ouvir é uma arte. Não é não, é só intenção de escutar o que o outro diz, sem formular seus argumentos mentalmente antes que o outro acabe de falar. Conheço uma pessoa que, como adora competir comigo pra ver se é melhor ou mais inteligente ou mais sábia do que eu, é um exemplo perfeito do que estou dizendo. E como é cansativo conversar com alguém assim, mesmo porque acho esse tipo de competição uma perda de tempo!
Geralmente pessoas assim não são muito lúcidas porque se o fossem dar-se-iam conta que não estão contra-argumentando com lógica ou bom senso. Costumam confundir “alhos” com “bugalhos”. Você diz uma coisa, ela entende outra. Você está na metade de sua frase e ela já interrompe despejando rapidamente o que ela concluiu do que você disse.
Lucidez é autoconsciência também!
O ser humano ouve o que quer ouvir e vê o que quer ver. Quem estuda Comunicação sabe bem do que estou falando. São os chamados filtros do que chega aos nossos ouvidos ou olhos.
Vejo nos comentários, aqui no blog, essa característica bem humana. Faço aqui algumas declarações que certamente são estranhas e controversas para muitos, no entanto não encontro questionamentos nos comentários, somente aprovação daqueles que concordam comigo e desaprovação dos discordantes. Não há questionamento, que é o caminho para aprofundar qualquer assunto e dirimir dúvidas e diferenças de opinião.
Recentemente tive uma troca de e-mails com um indivíduo ateu. Bobona como sou, tive o trabalho de descrever alguns fatos (um fato é algo que não admite interpretação, ele é!) que mostravam a existência de “algo mais” além do que podemos perceber através de nossos cinco sentidos. Bom, o indivíduo, tirou conclusões (falsas), somente valorizou no texto o que lhe convinha para contra-argumentar, ou seja:joguei meu tempo fora. Isto é o que chamo de ceticismo burro e cego!
Quanto maior a falta de convicção (inconsciente) de uma pessoa nas suas crenças, maior será o fervor com que as defenderá. Esta frase descreve bem os fanáticos, seja de que lado estejam. Porque no fundo, lá bem no fundo, todos nós temos um conhecimento, um saber que já nasceu conosco, está no nosso DNA e que, muitas vezes, ao contrariá-lo nos vemos de calças curtas para argumentar.
Você pode perceber isso quando a outra pessoa começa a gritar, se estiverem conversando. Pronto: gritou - perdeu a razão. Outra forma: usar de sarcasmos e/ou ironias. Tudo é defesa, autodefesa!
Além do já exposto, outras dificuldades apresentadas pelo ser humano na comunicação:
- Discordar do outro simplesmente para se autoafirmar.
- Minimizar ou desqualificar a declaração do outro.
- Só aceitar aquilo que já é conhecido, rejeitando tudo que for novo ou diferente.
- Generalizações.
- Não reconhecer quando está sem razão.
- Não admitir a própria ignorância sobre o assunto em pauta.
- Arrogância e prepotência.
- Uso do mecanismo de projeção que nos leva a atribuir ao outro intenções que nunca teve, mas que teríamos no lugar dele.
Para finalizar, lembrem –se que:
- um bom ouvinte toma melhores decisões porque tem melhores informações;
- um bom ouvinte poupa tempo porque aprende mais em menos tempo;
- bem ouvir ajuda o comunicador a avaliar como sua mensagem está sendo recebida;
- um bom ouvinte estimula os outros a falarem melhor;
- bem ouvir diminui desentendimentos.
Abram as orelhas, gente! Rsrsrs
Imagem: audiotonal.com.br

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O que são Mestres Ascensionados?

Mestres
Algumas pessoas já me perguntaram quem são esses mestres que tenho citado como fonte de meus conhecimentos, então este post é dedicado a este assunto.
Mestres Ascensionados foram pessoas exatamente como eu ou como você que em alguma vida tiveram, como é chamado por alguns, a iluminação e por outros: ascensão ao Corpo eletrônico da Presença Eu Sou, ou seja, é a reunião de tudo o que somos com a nossa Divindade.
A Bíblia relata a ascensão de Jesus. Com o passar do tempo, poucas pessoas conseguiram este feito já que se trata de uma tarefa nada fácil.
Diz-se que os Mestres Ascensionados fazem parte da Grande Fraternidade Branca, união de seres da luz dedicados ao cuidado e estímulo à evolução da humanidade.
O meio que os mestres utilizam para falar conosco é a canalização: uso de um ser humano que, através das cordas vocais, comunica o que o mestre está transmitindo. O canalizador permanece consciente todo o tempo. Não é transe mediúnico, embora possa ser escolhido um médium para fazê-lo. Também não é telepatia. É um tipo de comunicação que eu não sei descrever porque não sou canalizadora e nem os próprios conseguem explicar direito como a coisa funciona.
Na década de 1930 dois canalizadores das mensagens dos mestres são bastante conhecidos nos meios esotéricos: Guy. Ballard e sua esposa Edna que criaram o Movimento Eu Sou. Posteriormente, na década de 1950, houve um grande influxo de informações provenientes de destes seres através de Geraldine Innocenti que criou a Ponte para a Liberdade e Mark Profhet que fundou a Summit Lighthouse.
Os mestres e outros seres de luz sempre passam os conhecimentos de acordo com o nosso nível de consciência e época em que vivemos. Nos tempos antigos seres de luz entraram em contato com a humanidade através daqueles que foram denominados profetas. Seus ensinamentos eram perfeitamente consistentes e adequados ao nível de evolução, cultura e consciência da época, todavia totalmente fora de contexto nos dias atuais. Este é o motivo de a Bíblia não ser uma fonte adequada atualmente como “cartilha” para encontrar a Divindade.
Os ensinamentos e mensagens mudam conforme mudam os tempos, pois a criação está sempre em expansão e a humanidade precisa acompanhar este ritmo se quiser também se expandir e evoluir.
Atualmente, principalmente após 1987, tem havido uma enxurrada de canalizações, tanto dos mestres ascensionados como de outros seres, assim chamados, da luz. Algumas confiáveis, outras nem tanto porque existem canais mais puros do que outros (palavras dos mestres). Esta pureza está relacionada com a capacidade do canalizador de afetar ou não a comunicação recebida por fatores bem humanos como suas crenças, valores, conteúdos inconscientes, etc.
Quero esclarecer que somente pode se negar a veracidade de uma canalização a tendo presenciado, pois é difícil não sentir o amor que emana do ser que está sendo canalizado. Existe um ser denominado Kryon que é perito em fazer céticos e descrentes também sentirem seu amor, todavia sempre há exceções: em coração duro e bloqueado nada entra. ...
Os mestres não estão aqui para convencer ninguém, aceitam-nos quem quiser, pois eles sabem que cada um de nós está num degrau da evolução e que todos têm muitas vidas à disposição para poder alcançar esse patamar evolutivo.
Para termos certeza que uma mensagem, atualmente, é de um mestre:
  • são sempre em linguagem muito simples, sem termos esdrúxulos (isso é coisa humana),
  • não se referem a naves espaciais que virão para nos resgatar e/ou salvar,
  • não fazem previsões catastróficas,
  • não nos julgam,
  • não dão ordens ou dizem: vocês têm que ... (isso é interferir no livre arbítrio),
  • não exigem disciplina (o fizeram no passado, mas agora não),
  • não dizem para ou estimulam a criar igreja, templo ou ordem associativa,
  • são altamente bem humorados,
  • não pedem adoração e nem para adorar o Criador (se o Criador precisasse de adoração, não seria o Criador)
  • suas palavras são sempre de amor, alegria, compreensão e aceitação das nossas mazelas,
  • reafirmam constantemente que a divindade está em nós ou seja, Nós Somos Deus também.
Espero ter dado uma idéia sobre este assunto que é bastante controverso e que também se presta para desvarios imaginativos do pessoal da Nova Era e místicos diversos. Para finalizar, reitero que somente tendo contato com estes seres tão especiais ou, pelo menos, acompanhando suas mensagens por anos a fio é que se terá uma idéia melhor sobre eles e sobre o que dizem.
Imagem: Mestres Saint Germain e Kuthumi

Este blog foi criado para você, leitor. E só saberei se você está satisfeito se comentar os posts, ou então, pergunte, questione e sugira temas ou modificações.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Como você reage quando frustrado?

furioso
Quem já não se sentiu frustrado por não alcançar algum propósito, satisfazer uma necessidade ou realizar algum desejo?
Quem acompanha o blog já sabe que o autoconhecimento é o primeiro passo para a evolução e expansão da consciência, portanto o texto de hoje é mais uma colaboração que quero compartilhar com vocês para se analisarem neste “aspecto tão frustrante que é a frustração”. rsrsrs
O conceito de frustração, segundo a Psicologia, é: sentimento resultante da necessidade não satisfeita por causa de algum bloqueio.
Aqui, para simplificar, iremos considerar necessidade e desejo como sinônimos, embora não o sejam.
A frustração foi extensamente estudada pela Psicologia, já que afeta todo mundo, e chegou-se a um resumo de quatro fontes principais que bloqueiam a realização de objetivos pelo homem: 1) ambiente físico (ex. como satisfazer a sede no deserto); 2) limitações biológicas (ex. como passar no vestibular tendo baixíssimo QI); 3) complexidade da constituição psicológica (ex. quando duas necessidades entram em conflito) e 4) ambiente social (ex. o mundo é dos ricos, mas poucos têm acesso à riqueza).
Bem, essas são as fontes, mas vou me deter em outro aspecto que é o que realmente interfere nas relações humanas e consequentemente na convivência com os semelhantes; os traços de resposta interpessoal, ou seja, como as pessoas agem em decorrência de suas frustrações.
Quando somos bebês nos frustramos quase que a todo momento, pois não sabendo falar ainda não conseguimos comunicar o que está nos faltando, então choramos ou ... berramos. Conforme vamos crescendo, bem devagar vamos aprendendo a segurar nossa impaciência quando uma necessidade ou desejo nosso não é atendido.
Ao chegarmos à idade adulta é de se esperar que já tenhamos desenvolvido o controle de nossas primitivas emoções, contudo não é bem assim que acontece na vida real.
Hoje, assistindo a um programa sobre violência no trânsito, vi alguns exemplos dessa falta de controle e de indivíduos com um baixo limiar de tolerância à frustração, ou seja, pessoas que:
a) irritam-se por qualquer coisa ou
b) tem uma reação exagerada frente à situação frustrante
A frustração pode, com o passar do tempo, provocar sentimentos de fracasso pessoal e de angústia, levando a pessoa a ter atitudes defensivas (defender sua autoconcepção e afastar as ameaças à sua autoestima) do tipo: agressividade, insociabilidade, competição, rejeição dos outros, etc.
Vamos ver, então, algumas das reações de defesa mais comuns.
Agressão. Acho que todos vocês já se depararam com alguém do tipo “pavio curto”. Terrível, não é? E os que gostam de “armar barraco”? São pessoas que invariavelmente levam as coisas para o lado pessoal, não conseguindo se distanciar emocionalmente de situações frustrantes. São indivíduos que acabam afastando os demais de seu convívio porque, lá pelas tantas, ninguém mais tem paciência para aguentar seus chiliques. Em número menor, há também alguns que voltam a agressão contra si mesmos. A este segundo tipo, mais do que ao primeiro, eu recomendo terapia para resgatar a autoestima.
Regressão. Este comportamento regressivo é muito comum em crianças que se sentem frustradas, mas acontece também com adultos. É aquele típico “ eu levo a bola e ninguém mais joga” rsrs Ou seja, pessoas que quando muito frustradas começam a agir como crianças.
Aliás, baixo limiar de tolerância à frustração denota pessoas imaturas emocionalmente, seja qual for a maneira como reage.
Afastamento. É uma maneira de resolver a situação afastando-se da fonte ou evento causador. Por exemplo, ao não ser aprovado no vestibular o estudante desiste da carreira acadêmica e vai procurar emprego. Homem ou mulher, após sofrer uma rejeição amorosa, não procura mais companhia do sexo oposto para se relacionar.
Repressão. Essa Freud explicou: necessidades e angústias, muitas vezes estão sujeitas a forças que as tornam inacessíveis à consciência, então o indivíduo “esquece” ou reprime a necessidade insatisfeita. Por exemplo: uma pessoa muito religiosa e puritana, que reprimiu seus desejos sexuais, pode se transformar num bastião da moralidade e “bons costumes” fazendo campanhas para erradicar a prostituição de sua cidade.
Formação de reação. Nada mais é do que manifestar um comportamento oposto àquele que sua necessidade deveria provocar. Por exemplo: uma pessoa muito humilde e submissa pode estar reagindo à sua necessidade de autoritarismo. Na área sexual é bastante comum encontrar este mecanismo de defesa além da repressão. Ex. homens extremamente machões e excessivamente hostis aos homossexuais podem estar reagindo à sua vontade de ter relações com outros do mesmo sexo.
Vocês, provavelmente, já devem ter identificado fulano ou sicrana que se enquadram num destes tipos de resposta interpessoal, não é? Ah, então é por isso que fulano age daquele jeito? E a sicrana, com seu comportamento tão carola, no fundo quer mais é cair na gandaia... rsrsrs
Muito louca a cabeça humana, não? Fruto das incontáveis crenças e condicionamentos limitantes e repressores a que somos submetidos desde o início da epopeia humana.
Qualquer dúvida, usem os comentários.

sábado, 18 de setembro de 2010

Ainda existe respeito e cortesia?

mesura2
Num ônibus, com quase todos os assentos ocupados, vários passageiros são idosos. Entra um grupo de adolescentes e começa uma conversa em voz bem alta onde de cada quatro ou cinco palavras, uma é um palavrão daqueles bem cabeludos.
Uma vizinha pede, certo dia, uma tigela emprestada. Após um mês sem tê-la devolvido você bate na porta dela pedindo a tigela. Para sua surpresa ela abre a porta do refrigerador para pegá-la. Estava em uso! A sua tigela!
Numa sala de aula da quinta série ............um aluno ouve seu MP3. A professora lhe pede que desligue e guarde o aparelho e o aluno a manda tomar no ...
É meia noite e você apaga a luz para dormir. Eis que ouve uma música em volume altíssimo. Você identifica a origem como sendo de uma casa na rua paralela à sua e que faz fundos com seu terreno. Meio complicado ir até lá aquela hora da noite, então você é obrigado a ouvir o maldito CD até que termine. Uma e quinze da madrugada!
Você está dirigindo seu carrinho, popular e econômico, numa via urbana em velocidade compatível com as regras de trânsito. De repente, no maior susto, é obrigado a frear porque um carrão de luxo acaba de cortar a sua frente.
Estas são situações comuns de quem vive em centros urbanos atualmente. Exemplos do quê? De falta de respeito pelo outro e pelo que é do outro.
Resolvi falar sobre respeito porque acredito piamente que muitas notícias revoltantes que lemos ou ouvimos diariamente são de fatos que não teriam ocorrido se houvesse o respeito pelo outro. O outro que é um ser humano como nós. Em essência igual a nós, independentemente de sua condição social, da cor, da crença ou o que seja.
Parece que o ser humano pauta suas ações com os outros enfocando as diferenças e não as semelhanças que todos nós temos.
Respeito a gente aprende, é construído dentro da família, mas parece que atualmente os pais estão delegando essa tarefa às escolas e o que estamos vendo cotidianamente são as mártires professoras sendo absurdamente desrespeitadas pelos alunos. Algumas nem chamam mais os pais para dar queixa porque sabem que eles darão razão aos filhinhos “monstrinhos”.
No Rio de janeiro a situação já está insustentável, com as professoras sendo agredidas fisicamente e ameaçadas de morte.
Agora com este projeto de Lei, proibindo os pais de darem palmadas nos filhos eu não sei realmente aonde vamos chegar.
Eu não costumo pensar no passado, mas às vezes, conversando sobre o assunto, eu lembro como eu e a minha geração fomos educados por nossos pais. Aprendíamos a respeitar os mais velhos, os professores, enfim a todos a quem nos dirigíssemos.
Havia mais respeito também pelo que era do outro. Roubar, furtar era considerado algo vergonhoso e hoje o pequeno furto é algo corriqueiro em todas as classes sociais (já vi pessoas com aparência de ser classe média alta abrindo embalagens e comendo guloseimas em supermercados).
Eu não sou nem um pouco moralista e digo meus palavrões também – em casa, mas atualmente palavrões horrorosos são ditos nas ruas, dentro dos transportes públicos, em qualquer lugar, principalmente por jovens. Que direito eles têm de ofender pessoas que estão próximas e que por educação familiar ou formação religiosa consideram os palavrões como algo ofensivo ou pecado?
Estamos vivendo num mundo muito louco onde a escala de valores das pessoas está revirada ou invertida. Valores éticos estão sendo considerados “caretas” por muitos jovens.
Na TV vemos programas de pegadinhas onde, muitas vezes, é confundido brincadeira com falta de respeito pela “vítima”, pois ela é submetida a situações humilhantes. E a galera ri e se diverte sem ter a mínima empatia pelo sujeito submetido à pegadinha.
Minorias são discriminadas e sujeitas a preconceitos dos mais variados tipos.
Bem, num mundo onde não existe respeito será que vamos encontrar cortesia? Difícil, não é? Acho que alguns jovens de hoje nem sequer sabem o significado desta palavra, terão de procurar no dicionário.
E sem respeito e cortesia como vivem as pessoas em comunidade, principalmente nos apinhados centros urbanos?
Deixo a reposta com vocês ...
Imagem: http://arpose.blogspot.com/2010/06/pequena-historia-cortesia.html