"No Egito as bibliotecas eram chamadas Tesouro dos remédios da alma. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.”

(Jacques Bossuet).

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A dificuldade humana com as diferenças

diferenças

É bem sabido que a humanidade sempre pautou suas interações com os demais pelas suas diferenças ao invés de pelas suas semelhanças. Que coisa, né?

As relações pessoais e interações entre países, entre religiões, entre facções políticas, por exemplo, seriam tão mais fáceis e provavelmente mais harmoniosas se fossem pautadas no que nos assemelha ...

A humanidade como um todo possui inúmeras semelhanças independentemente da região do globo onde vive, com suas diferentes culturas e hábitos.

Salvo pessoas com deficiências, somos todos constituídos por corpos físicos semelhantes: uma cabeça, tronco e dois membros superiores e dois inferiores. No interior de nossos corpos também somos todos iguais, o sangue de todo mundo é vermelho e assim por diante. Os sentimento de amor e amizade existem pelo globo todo. Também o do ódio.

Enfim, já notaram que estou falando do óbvio, não é? Fiz de propósito porque parece que muitos se esquecem disso.

Quanto menos consciência uma pessoa tem, mais dará ênfase às diferenças entre ela mesma e o outro com o qual está interagindo. Diferenças de cor, raça, idade, classe social, nacionalidade, crença religiosa, preferência política, time de futebol e esta lista vai ad nauseam.

Qual a origem dessa característica humana? Não tenho a resposta, mas arrisco palpitar que as crenças desenvolvidas ao longo de nossa História têm muito a ver com isso.

Por exemplo: as crenças no “normal”, no “usual”, no “estatisticamente preponderante” ditam e governam grande parte de nossos conceitos e consequentemente nossas atitudes.

Existem crenças globais e outras culturais ou diferenciadas por país. Hoje vou me deter numa crença que é global, e o é porque faz parte de uma característica que todo ser humano possui: a sexualidade. Pois bem, a crença é a de que ser “normal” é ser heterossexual.

Nossa crença na normalidade de alguma coisa é bastante questionável desde que ampliemos nossos horizontes cognitivos. Tudo bem, os heterossexuais são a maioria, mas por que cargas d’água quem não o é precisa ser anormal e não simplesmente diferente?

Nós não consideramos os surdos de nascença ou alguém que nasce sem as pernas anormais, não é? Os consideramos deficientes ou diferentes.

Ah, eu sei que os religiosos dizem que homossexualidade é um comportamento obsceno, como se fosse meramente um comportamento. Não o é. As pessoas já nascem homossexuais e cabe a cada um, mais tarde, assumir ou não sua diferença de preferência, gosto ou orientação sexual. Como não sou homossexual eu não sei exatamente como é isso.

O que existe é muita ignorância por parte dos heterossexuais sobre essa condição humana. E por ser o sexo um assunto ainda tabu, muito preconceito também.

Atualmente está no Senado um Projeto de Lei para criminalizar a homofobia e o mesmo está causando um rebuliço danado entre os heterossexuais preconceituosos e entre os religiosos das diversas facções.

Estive navegando e lendo bastante na internet depoimentos diversos sobre o Projeto. Seria de rir, se não fosse pra chorar as barbaridades que li.

De um bacharel em Direito sobre os homossexuais:

“Quer dizer: quem não pauta sua vida segundo os postulados da razão, do bom senso, sem o perceber, como que preso por um entorpecimento ou aniquilamento do raciocínio, passa a julgar ser razão viver sob o jugo dos instintos e das paixões, dos apetites mais baixos da sensibilidade.” ...

“Com Reinaldo Azevedo, jornalista de Veja, devo dizer que a verdadeira minoria no Brasil é composta de homens, brancos, católicos, heterossexuais e de classe média. Essa minoria, sim, apanha de todos os lados.” ...

“Não se diga que a discriminação baseia-se no princípio da dignidade humana porque não há argumento lógico ou científico que demonstre ser o homossexualismo digno do homem.” (Paul Medeiros Krause - http://jus.uol.com.br/revista/texto/9306/projeto-de-lei-no-5003-b-2001-crimes-de-homofobia)

Dá para perceber nessas palavras toda a ignorância contida sobre o assunto homossexualidade. Esse senhor considera falta de uso da razão e ser uma escolha pessoal a favor de instintos (?) e apetites (?) baixos e ainda por cima se coloca na posição de vítima como minoria branca, católica e heterossexual. Tadinho, que vida difícil a dele! Aff

Li também o texto do Projeto e os argumentos contra de um Parecer que foi dado em uma das Audiências Públicas.

Eis alguns trechos do Parecer:

“O texto do projeto avilta em alguns artigos a liberdade de expressão de presbíteros em proclamar aquilo que crêem e professam.”

“Impede, de qualquer forma, deixar bem esclarecido que a orientação sexual quer heterossexual, quer de ?gênero?, não forma preconceito, mas conceito, porque diz respeito a comportamento.” ((sublinhado meu)

“... como é que se pode incriminar alguém por preconceito de ?gênero? ou crime contra a ?identidade de gênero? se o juiz ou tribunal não sabe exatamente o que isso significa? Isso pode gerar inúmeras interpretações, dificultando a própria aplicação da lei, o que fará uma pessoa ser enquadrada no tipo penal em razão de uma simples interpretação subjetiva de quem acusa ou julga, o que é absolutamente inadmissível no direito penal. O próprio policial, ao abordar um suspeito homossexual, pode ter sua atitude interpretada como discriminatória. Vão dizer: isso é preconceito de gênero, pois, o policial só abordou o cidadão porque ele é homossexual?. Tudo isso, porque não há uma definição legal do que possa ser ?gênero?? ou ?identidade de gênero?.” (Parecer do Dr. Paulo Fernando Melo da Costa - http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2011/01/483758.shtml)

Bom, após ler o Projeto e esse Parecer, devo dizer que em muita coisa concordo com ele. Como sói acontecer em nosso país querem aprovar mais uma lei burra!

O texto é inconstitucional em algumas partes e ambíguo em outras. Se for aprovado como está causará um caos nos futuros processos que venham a ocorrer.

Esse Projeto vem rolando desde 2001, tendo sido aprovado na Cãmara (quantos descerebrados existem lá?) e agora está tramitando no Senado.

Se tivesse uma redação mais coerente e totalmente constitucional já teria sido aprovado há muito tempo.

No meu leigo entender, os direitos dos homossexuais já estão amparados pela Constituição no seu Art. 5° - X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

Enfim, enquanto houver a ignorância, o preconceito e a intolerância com os diferentes parece que a solução é votar leis que, pelo menos, punam crimes como os que temos visto ultimamente nos noticiários: homossexuais sendo agredidos brutalmente.

Reflita, se você for pai ou mãe: seu filho/a pode ser um homossexual sem que você o saiba e futuros pais também poderão ter filhos assim.

Imagem: uniblog.com.br

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Batalhas entre ateus vs. crentes


Vamos expandir a consciência para não haver o risco de cair em fanatismo?

Há dias em que minha diversão é ler páginas da web escritas por ateus e/ou céticos. E por que acho divertido? Que fique bem claro que a diversão não é absolutamente com relação às pessoas, pois admiro a muitos por sua inteligência e cultura, mas é porque eles usam o mesmo método que os crentes para convencer suas prováveis “vítimas”. rsrsrs

Os sites ou blogs religiosos, para convencer os incrédulos usam e abusam de citações bíblicas, muitas carregadas de ameaças àqueles que não seguem os mandamentos de Moisés.

Os sites ou blogs dos ateus recheiam suas páginas com citações de filósofos e pensadores célebres com frases plenas de lógica, na acepção deles irrefutável, “provando” que Deus não existe.

Ambos os lados também usam a emoção em vez da razão, embora os ateus sejam mais racionais, muitas vezes alguns são bem fanáticos, o que demonstra emocionalismo e não razão.

Os crentes rotulam os ateus de “seguidores do diabo”, de indivíduos que não acreditando em Deus também não acreditam no amor, de pessoas sem ética ou moral.

Os ateus rotulam os crentes de “bestas quadradas”, carentes de razão e de não usarem a massa cinzenta.

Recentemente os ateus, reunidos em uma Associação, quiseram veicular cartazes nos ônibus de algumas cidades brasileiras à exemplo do que já ocorreu na Europa. Não tiveram resultado porque as empresas publicitárias e companhias de ônibus se recusaram a veicular os cartazes. A Atea, Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos diz que irá entrar na justiça reclamando seus direitos.

Bom, vamos analisar o mais imparcialmente possível os fatos.

Nesta campanha idealizada pela Atea, segundo o site: “Nossos objetivos são conseguir um espaço na sociedade que seja proporcional aos nossos números, diminuindo o enorme preconceito que existe contra ateus, e caminhar rumo à igualdade plena entre ateus e teístas, que só existe quando o Estado é verdadeiramente laico - o que está muito, muito longe de acontecer.”

Segundo meu ponto de vista, seus objetivos são claramente justos e democráticos. Existe sim enorme preconceito em relação aos ateus e sim o nosso país se diz laico, mas não o é na realidade (veja aqui). Mas ... acho que os ateus não foram muito felizes com as idéias destes dois cartazes:

 
A lógica deles foi a de que as pessoas entendem os conceitos a partir de comparações, mas esqueceram um detalhe importante: como boa parte dos crentes não utiliza mesmo a razão, o que conseguiram foi uma gritaria geral. Creio que uma grande maioria das pessoas crê que Hitler não acreditava em Deus por ter sido o carrasco que foi. Os ateus também utilizaram a figura de um “crente” que por ser fanático provavelmente tinha uma visão muito distorcida de fé e de Deus.

Quanto às torres gêmeas, sua escolha realmente vai contra a nossa Constituição, pois ataca, indiretamente que seja, a religião de uma parte de nossa população – os muçulmanos.

Nestas outras duas eles acertaram em cheio:

 
Conclusão? Nem ovos nem pintos.

Creio que a Atea perdeu uma ótima chance de reivindicar os direitos de ateus e agnósticos. Sim, porque se a sociedade brasileira pode ser bombardeada diariamente com mensagens televisivas e radiofônicas das mais diversas facções religiosas, por que os que não creem numa fonte divina não podem se manifestar também?

Existe alguma lei no nosso país ou planetária que diga ser proibido não crer em Deus? Que eu saiba, não.

Parece-me que democracia quer dizer direitos iguais para todos.

Do que leio nas páginas dos ateus, concluo que muitos deles estão perdidos, desiludidos com a humanidade e consequentemente com a sociedade, carentes de algo que preencha o vazio da existência num mundo violento, hostil, impiedoso e desumano.

Do que leio nas páginas dos crentes vejo pessoas que dizem seguir ao Cristo, mas não perdoam o mínimo deslize dos que não seguem suas crenças. Vejo muito preconceito com ateus e homossexuais. Vejo muitas citações bíblicas, mas não vejo uma análise crítica das mesmas.

Na realidade quando a gente tem certeza, mas certeza mesmo, daquilo em que se crê, não precisamos argumentar, discutir ou questionar. A gente sabe.

Concluindo: creio que ambos os lados, crentes e ateus, não têm certeza do que crêem ou deixam de crer. Nessa parada os que estão mais tranqüilo são os agnósticos, pois neles não percebo laivos de fanatismo. rsrsrs

Imagens: http://www.atea.org.br
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sábado, 8 de janeiro de 2011

O drama nosso de cada dia

drama
Por que a humanidade vive em constantes dramas? Conflitos nos relacionamentos, no ambiente de trabalho, com os familiares? Doenças e achaques diversos? Crises financeiras ou existenciais ou espirituais?
Raros são os momentos em que não há um drama acontecendo com alguém,
Como tão bem coloca a Análise Transacional (teoria de personalidade, de Eric Berne), nós usamos jogos psicológicos (um conjunto repetido de transações, não raro enfadonhas, embora plausíveis e com uma motivação oculta) o tempo todo e no meu caminho de expansão da consciência, através dos mestres ascensionados, me foi colocado ser o drama um desses jogos (com a diferença de não ser um jogo transacional, mas um jogo solitário).
Como psicóloga conheço bem do que é capaz a mente humana em matéria de desvarios, mas por alguma defesa inconsciente minha não conseguia aceitar que os nossos dramas, todos eles, fossem mais um dos jogos psicológicos que usamos.
Ficava me perguntando: quer dizer que procuramos o sofrimento, que vamos ao encontro dele? Eu, pessoalmente, odeio sofrer, é algo que me irrita profundamente, então continuava me analisando e procurando ver como eu tinha “criado” ou “atraído” tal ou qual drama pelo qual já tinha passado.
Foram muitos anos de auto-análise e auto-observação constante com momentos de aceitação de minha responsabilidade na criação do drama e outros de negação, negando e/ou projetando minhas mazelas, atribuindo-as a outrem ou circunstâncias externas.
Bom, aos poucos, com o crescimento de minha auto-estima, os dramas foram diminuindo e comecei a notar que, na maior parte do tempo, eu vivia em estado de paz interior, a chamada paz de espírito. Finalmente, então, admiti que meus dramas eram criados ou atraídos por mim mesma. O passo a seguir foi, quando da aproximação de um próximo drama, analisar detidamente o que estava acontecendo e o porquê. E assim o faço até hoje.
Dentre as crenças limitantes que temos, a de que a vida aqui no planeta é um mar de lágrimas, intercalado por momentos bons, é mais uma delas.
É uma crença bem introjetada em nosso psiquismo. As pessoas acham que sofrer faz parte da condição humana.
Outro dia assisti a um exemplo disso num programa televisivo onde ouvi um dos participantes dizer que ter a vida tumultuada e conflituosa é um tipo de paz de espírito. Outro disse que pessoas muito zen, com paz de espírito eram muito chatas de se conviver.
A que cúmulo chega a hipnose humana nessa Matrix em que vivemos! Estar tão acostumados com o drama, o conflito e o negativo que a pessoa fora desse contexto é considerada chata!
Claro, pois o drama acrescenta adrenalina ou como os mestres dizem: “nos faz sentir que estamos vivos”. Eles dizem que criamos o drama para afastar o tédio. E é verdade. Achamos a vida sem graça quando nada de diferente ou excitante acontece e como crianças, que fazem birra para chamar a atenção, criamos dramas para nos entreter já que, por estarmos tão afastados de nossa real e criativa essência, não conseguimos criar conscientemente eventos apaixonantes e excitantes.
A essas alturas sei perfeitamente que alguns de vocês estão sentindo como se tivessem levado um soco no estômago e outros estão balançando a cabeça e pensando: quanta besteira isso tudo, não é assim, mesmo.
Eu sei, já pensei assim também. Já usei de todas as racionalizações (sou boa nisso porque sou inteligente) possíveis e imagináveis.
Não adianta espernear, nós somos os responsáveis por tudo, absolutamente tudo o que acontece conosco, seja porque o manifestamos conscientemente ou, o que é pior, inconscientemente.
Sei que a maioria das pessoas, por não se conhecerem ou por nunca terem feito alguma terapia costumam atribuir a “culpa” de muitas das suas desgraças a fulano, beltrano, ao governo, à má sorte e alguns, religiosos, a atribuem ao “diabo” porque esse ... he he he tem as costas largas ...
Enquanto o ser humano não se conscientizar e aceitar que é o criador de sua realidade continuará sofrendo, não tendo paz de espírito, adoecendo (somatizações), sendo “vítima” e padecendo de todas as mazelas que até hoje caracterizam tão bem a existência humana.
PS. Ah, eu tenho muita paz de espírito, raramente surge algo com cara de drama na minha vida (logo analisado) e absolutamente não sou chata!
Imagem: artesromanas.blogspot.com
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Você acredita em destino? Em sorte também?

Destino
Existem algumas crenças que, para mim, foram bem difíceis de livrar-me delas. Uma foi a existência da sorte e outra a do destino. Crenças são osso duro de roer, elas grudam na gente que nem chicletes.
Quando nascemos nossa futura vida não está predestinada e sim condicionada a predisposições. Parece a mesma coisa, mas não é. Na predestinação a pessoa não tem escapatória, ela necessariamente terá de passar pelo que está predisposto – é o chamado destino. Contudo quando existe somente predisposição, a pessoa estará mais sujeita a alguns eventos do que a outros, nada além disso.
Já expliquei, em post anterior, que toda a humanidade acredita em carma, pois é um conceito que se encontra em nossa memória atávica, em nosso DNA, portanto antes de reencarnar novamente cada ser decide as linhas gerais do que será a próxima vida no sentido de “resgatar” seu carma ou ,se é alguém que adora “repetir de ano na escola Terra”, fazer as mesmas besteiras que já fez antes.
Vemos, portanto, que há um script a ser seguido, mas é aqui que se encontra a chave do mistério, esse script é esquecido ao nascermos novamente. Digamos que ele continuará a existir a nível inconsciente. A isso chamamos predisposição.
Ao nascermos, todos nós somos dotados de livre arbítrio e é ele que determinará o que faremos ou não.
A cada minuto de nossas vidas estamos construindo nosso futuro a partir das escolhas que fazemos.
A parte difícil disso é que boa parte das vezes nossas escolhas são produto de motivações inconscientes. Produto de traumas, recalques, baixa auto-estima, carências, medos, crenças limitantes e sei lá mais de que lixo nossa “caixa preta” mantém armazenado. Daí a máxima importância de aprofundarmos nosso autoconhecimento se quisermos ser pessoas mais realizadas e de bem consigo mesmas e com a vida.
E a sorte? O que é?
A sorte também é produto de nossas escolhas.
Eventos futuros predeterminados não existem, o que existe são vários potenciais de eventos (as profecias não realizadas aí estão para comprová-lo). A cada escolha que fazemos em nossas vidas nós estamos pegando um “ticket” da caixinha chamada futuro. Se pegarmos o ticket “zebra” nos ferramos, se pegarmos o premiado podemos acertar na loteria ou conhecer a pessoa de nossos sonhos, etc.
Aqui também o difícil é que geralmente não sabemos quais são os potenciais disponíveis e muito menos quais escolhas levarão à concretização do potencial que desejamos manifestar.
Bom, esse é o jogo chamado “ser um humano encarnado”.
Parece injusto? Aparentemente sim, mas fomos nós mesmos que assim o escolhemos lá atrás, há muito, muito tempo.
Existe saída desse jogo “cruel”?
Sim existe. A saída é expandir a consciência, tarefa nada fácil, pois somos preguiçosos, acomodados e complacentes.
Seres de consciência plenamente expandida têm autodomínio (para fazer boas escolhas) e conhecimento de seus potenciais futuros. Tá bom assim ou querem mais? rsrsrs
Isso é maestria. Um dia todos chegaremos lá.
Imagem: florianopolis.olx.com.br
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domingo, 19 de dezembro de 2010

Férias, porque eu mereço!

Meus queridos leitores:



Saio por duas semanas de férias para curtir a família que mora distante de mim.

Se sobrar algum tempinho neste intervalo haverá novo post, senão volto somente ano que vem. Aproveitem para ler os posts mais antigos que ainda não foram lidos...rsrs

Desejo a todos um alegre e festivo Natal, lembrando que essa data é a do nascimento do ser que mais acrescentou, com sua vida e ensinamentos, a todos nós humanos e não uma data só para dar e receber presentes e tomar champanhe.

Desejo também que todos comecem o ano novo com o pé direito. rsrs

Até a volta e abraços a todos

Imagem; alemdaterra.blog.terra.com.br

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