"No Egito as bibliotecas eram chamadas Tesouro dos remédios da alma. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.”

(Jacques Bossuet).

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Essencialismo ou o mundo do faz de conta

PERRIER

Assisti a uma entrevista com o psicólogo Paul Bloom, da Universidade Yale, que conduziu pesquisas utilizando a teoria do Essencialismo para explicar por que gostamos do que gostamos ou ... desvendar o prazer humano. Este material está contido em seu livro How pleasure works (Como o Prazer Funciona).

A teoria do Essencialismo sustenta compreender o fundamento da realidade a partir de uma substância primeira, a essência. Seria a crença que cada um tem sobre a natureza mais profunda de algo. Em outras palavras, o que você acha que ela é, é mais importante do que a coisa realmente é, ou seja, a teoria reafirma o que já tenho esclarecido aqui no blog sobre as crenças criarem a nossa realidade.

Na entrevista foram dados alguns exemplos que esclarecem o assunto.

Foi servida a uma pessoa vendada, água comum e a famosa água Perrier. A pessoa não conseguiu diferenciar entre uma e outra. O engraçado é que há milhares de pessoas (de bom nível aquisitivo) que só bebem água Perrier por causa do prestígio da mesma (este seria a sua essência). Outro exemplo é o fato de as pessoas dizerem que apreciam um vinho pelo seu sabor, mas na realidade darem mais importância ao rótulo do mesmo.

Mulheres, incluída a nossa presidente, pagam caríssimo (variam de 1900,00 a 45000,00 reais) por uma bolsa Hermes que, com exceção do logo, é igual a qualquer outra bolsa de boa qualidade. Em leilões, pessoas pagam fortunas (que alimentariam muitas bocas) para adquirir roupas ou objetos que foram usados por alguém famoso na crença de que esses estariam impregnados da essência do antigo dono.

Paul Bloom dá o Essencialismo como exemplo extremo da explicação do prazer no canibalismo. Neste, ao comer o corpo de outra pessoa, estariam sendo assimiladas as suas qualidades ou essência.

Achei interessantes suas colocações de também na área sexual a crença na essência ser o fator determinante na atração exercida por uma pessoa sobre a outra. Isso explicaria mulheres lindas se casarem com homens muito feios e sem charme, mas que ou tem poder ou são famosos.

“O que pensamos afeta drasticamente o que sentimos”. Esta frase deixa bem claro o valor da crença, correta ou não, que temos a respeito de alguém ou alguma coisa.

Conceitos distorcidos sempre houve na história humana, mas nunca antes como agora tantos se deixaram influenciar pelo pensamento de uma minoria. Claro que a explicação para tanto é o poder que a mídia exerce atualmente bem como a facilidade e rapidez com que as informações percorrem o globo.

Nunca antes se cultuou tanto as celebridades, as grifes e o status.

Que coisa mais pobre. Aff! Pobreza de espírito!

Realmente, tenho de concordar com o que diz o Essencialismo, pois atualmente vivemos num mundo de aparências, totalmente irreal.

Se o que importa é o rótulo (do vinho, da água mineral) e as grifes (bolsas, roupas, etc.) o que importa é a aparência e não o que a coisa é.

Atualmente até as crianças são inocentes vítimas das aparências, pois suas “babás eletrônicas” as bombardeiam constantemente com as fantasiosas delícias de ter uma Barbie ou o último vídeo game.

A humanidade se queixa tanto da atual situação do mundo: crianças africanas morrendo de fome, mulheres sofrendo estupro corretivo na África do Sul, haitianos sem teto e morrendo com cólera, baleias sendo extintas a porretadas, ditadores aqui e ali abusando do povo e tudo o mais que se vê nas notícias. Bom, tudo isso é conseqüência das crenças que moldam a nossa realidade.

Precisamos mudar nossas crenças, são elas que dão origem aos valores e hoje está havendo muita inversão nos valores fundamentais da humanidade.

Precisamos voltar a valorizar a vida e o ser.

Imagem: estilorg.blogspot.com

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sábado, 29 de janeiro de 2011

Como é fácil julgar ...

julgar
Recentemente assisti, em cima do muro, a um episódio que me inspirou a fazer este post.
Por que fiquei em cima do muro? Porque procuro seguir o velho ditado: “macaco velho não mete a mão em cumbuca”.
Sei que há pessoas mais extremadas que consideram ficar em cima do muro uma falta de personalidade ou de convicções. Bem, uma coisa é não ter convicções sobre assuntos importantes e vitais e outra bem diferente é se meter ou dar palpites e julgamentos sobre a vida alheia.
No episódio em questão uma pessoa teve uma atitude estranha, não usual, e foi violentamente julgada por outros.
Fiquei surpresa com a carência de empatia demonstrada pelos julgadores, bem como com a facilidade em destruir o pedestal.
Vamos, então, analisar a questão a partir desses dois tópicos, o que não elimina os demais fatores envolvidos na tendência humana a julgar.
1) A falta de empatia.
Quando uma pessoa não consegue se colocar no lugar da outra jamais terá noção do que pode ter levado a outra a ter determinado comportamento ou atitude.
É preciso entender que não existe ação, atitude ou comportamento sem uma motivação determinante e esta, em boa parte das ocasiões, é inconsciente.
Somos seres de muitos aspectos, sendo que todos eles influenciam e/ou determinam nosso comportamento e atitudes e esses aspectos funcionam no nosso subterrâneo ou como gosto de chamar: na “caixa preta”.
É difícil quantificar, mas eu arriscaria dizer que dois terços do nosso conteúdo psíquico é inconsciente. Sendo inconsciente não temos controle sobre ele.
Como podemos, então, julgar uma pessoa se talvez ela nem saiba conscientemente o porquê de seu comportamento ou atitude?
2) Destruir o pedestal.
Pedestal,, aqui, está sendo usado no sentido de colocar uma pessoa numa posição idealizada ou superior ao que ela realmente é.
O ser humano faz muito isso: idealizar o outro. E uma forma de fantasia. Nós vemos acontecer isso frequentemente em relação às celebridades do cinema, TV ou música. Enxergar fulano como isento das características pequenas e mesquinhas de um reles mortal.
Nas relações diárias entre humanos isso também acontece. Conhecemos alguém que se comporta de determinada maneira que admiramos. A partir daí vamos construindo, sem o percebermos, expectativas sobre essa pessoa.
Sem refletirmos a respeito, passamos a considerá-la capaz disso , mas incapaz daquilo. Às vezes subestimamos, outras vezes superestimamos.
Em ambos os casos estamos equivocados, mas quando superestimamos e a pessoa em questão comete um deslize, segundo nossa percepção, a tendência é derrubá-la do pedestal, seja este de cinqüenta centímetros ou dois metros. Não importa a altura em que a colocamos e sim o fato de termos fantasiado a respeito dessa pessoa.
Idealização e formação de expectativas podem acabar com qualquer relação, seja de caráter íntimo ou social ou profissional. Aí, quando a pessoa não responde adequadamente às expectativas vem o julgamento crítico. E é lamentável a ferocidade humana ao julgar e criticar.
Já vi pessoas que num dia elogiam, fazem carinhos e no dia seguinte estão jogando a outra no lixo (metaforicamente falando). Como é fácil julgar ...
Gente, o chamado aqui é para a seguinte reflexão: lembrem que são todos humanos e não super heróis. Não existe ninguém perfeito, aliás, estamos bem longe disso.
Olhe-se no espelho quando estiver julgando criticamente alguém e verá que expressão feia será refletida ... a bruxa da Branca de Neve. rsrsrs
Imagem: vida-imperfeita.blogspot.com
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O que acontecerá em 2012?

2012
Segundo todas as informações a que tenho acesso, nada diferente ou excepcional acontecerá em 2012.
Sei que a Internet está lotada das mais diversas informações sobre esta data “fatídica”: 21 de dezembro de 2012.
Fala-se sobre:
1) A aproximação ao nosso sistema solar de um planeta de enormes dimensões que, afetando o campo gravitacional da Terra, iria causar convulsões catastróficas a nível planetário.
2) A inversão dos pólos terrestres.
3) Queda de um asteróide na Terra.
4) As águas vão subir vertiginosamente inundando muitas áreas costeiras.
5) Alinhamento do nosso sol com o centro da galáxia.
6) Profecias Maias sobre o final do ciclo de vinte e cinco mil e sei lá o que anos de duração.
E por aí vai. Tudo recheado de muitas catástrofes, bem ao gosto mórbido do ser humano ainda sem consciência evoluída.
De tudo que li sobre os Maias não posso discordar de sua contagem do tempo nem de sua capacidade de fazer profecias, afinal seu conhecimentos dos ciclos que o sistema solar atravessa só foram descobertos pela ciência milhares de anos depois. Eles tinham um conhecimento que ainda hoje nos escapa. Como? Por que? Não temos resposta, só muitas conjeturas e teorias, nem sempre verossímeis.
Contudo, conforme já comentei em outro post, o futuro consiste de potenciais. Se nem o Criador o conhece, porque o mudamos diariamente, os Maias também não o poderiam conhecer em detalhes.
Que estamos no final de um ciclo é certo, mas isso não quer dizer final da existência da humanidade, como muitos creem.
Acertaram na elevação da temperatura terrestre, mas isso faz parte dos ciclos geológicos: uma elevação de temperatura precede uma era glacial, curta ou longa. Parece que a próxima será uma curta.
A preocupação dos Maias era com a consciência dos humanos e sua evolução ou não. Pois bem, evoluímos. Claro que somente uma pequeníssima percentagem dos humanos, mas o suficiente para compor uma massa crítica que já está produzindo resultados positivos para a humanidade.
Vejamos: caiu o muro de Berlim, os ditadores estão caindo aos poucos, os que restam já não possuem a credibilidade do povo como a possuíam antes, as safadezas e segredos dos políticos e burocratas de primeiro e segundo escalão estão vindo à tona cada vez mais (Wikileaks que o diga) e coroando esta pequena lista: o famoso Armagedon, que juravam aconteceria ao final do século 20, não aconteceu.
Sim, a consciência está mudando e evoluindo. Aí dirão vocês: e as barbaridades todas que assistimos nos noticiários? Toda a corrupção, o aumento da pedofilia, os ataques terroristas?
Essa frase de Sai Baba explica: “Imagine que você tem um quarto, ou uma despensa, onde guarda suas coisas, iluminado por uma lâmpada de 40W. Se trocar para uma lâmpada de 100W, verá desordem e um tipo de sujeira que você nem imaginava que havia no local.” Ou seja, mais luz (consciência), mais coisas aparecem, principalmente as que estavam escondidinhas, rsrs mas também porque existem energias (chamadas trevosas) que não querem o aumento da consciência no planeta. Mas não se preocupem com isso.
Quanto à mudança nos pólos: sim, já houve essas mudanças anteriormente, constatadas pelos cientistas, e, ao que tudo indica, está ocorrendo novamente, mas isso não acontece de um dia para o outro.
A mesma coisa com relação à subida das águas. Elas estão subindo: gra da ti va men te. Não será em 2012 que você vai ser arrebatado por elas. rsrs
Quanto ao famoso planetão: vocês acham mesmo que se houvesse uma aproximação iminente ao nosso sistema solar de um grande planeta a comunidade científica já não saberia disso? Alguns dizem que os cientistas sabem e estão escondendo o fato, mas fiz uma extensa pesquisa na web em sites científicos e a conclusão a que cheguei é que essa estória não passa de mais uma teoria conspiratória. Teorias, aliás, que visam disseminar o medo entre os não informados, aumentando o caos com o qual já estamos convivendo. Aff!!
As catástrofes relatadas em profecias já começaram a ocorrer faz algum tempo: os terremotos, tsunamis, fogo em extensas áreas, enchentes ... Já estão aí e felizmente, graças ao aumento de consciência, com perdas pequenas de vidas se comparadas à população mundial.
Não se deixe enganar nem aterrorizar pelos “arautos do apocalipse”, 2012 será um ano como outro qualquer.
Imagem: oarquivo.com.br
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domingo, 23 de janeiro de 2011

Você moraria com um clone seu?

clone

Este foi o título de uma enquete que fiz no blog. Eis os resultados:

Sim, ia adorar 25%

Sim, mas ia ter muita briga 6%

Talvez 25%

Não, de jeito nenhum 41%

Mesmo considerando que a amostragem foi pequena, o resultado não deixa dúvidas: a maior parte das respostas foi que as pessoas não gostariam de viver ou morar com seu clone.

O que isso quer dizer?

Quer dizer que as pessoas não se amam realmente, pois se a pessoa gostasse de si iria adorar viver com seu clone.

Acompanhe meu raciocínio:

Seu clone seria a pessoa que mais o conheceria e, portanto, mais o compreenderia. Você poderia desabafar com ele todas as suas mágoas sem receio de ser recriminado ou julgado.

Você sempre teria uma opinião honesta quando a pedisse.

Poderia agendar dois compromissos ao mesmo tempo. Olhe só que ganho de tempo. rsrs

Poderia ter longas, longuíssimas conversas sobre os seus temas preferidos.

Fazer auto-análise ficaria facílimo, pois seria só uma questão de debater com seu clone as suas questões, dúvidas, perplexidades, etc. Lembrando que somente o fato de conversar sobre os assuntos que nos incomodam já ajuda na objetivação e reflexão sobre os mesmos.

Não existiria mais o problema de não ter companhia para assistir aqueles filmes que você adora, mas nunca encontra ninguém que também goste para acompanhá-lo ao cinema.

Poderia, ao chegar do trabalho em casa, relatar tudo o que lhe aconteceu durante o dia sem receber uma cara de enfado como recepção. É do interesse do seu clone aprender com você, assim como você aprende com ele. Olhe que riqueza de conhecimentos que pode sair daí!

Enquanto você lê um livro, seu clone lê um outro e depois cada um passa o resumo para o parceiro. Que acréscimo fantástico de cultura! rsrs

Bom, o céu é o limite para descobrir vantagens em viver com um clone. rsrs

Pode parecer que estou brincando, mas estou falando sério. Seria uma mão na roda para os tímidos e os introvertidos. Poderiam ter boas conversas e quem sabe isso não seria um treino para depois enfrentarem a sociedade?

Quando atendia em consultório, costumava fazer essa pergunta para meus pacientes e depois trabalhávamos em cima das respostas.

Muitas vezes, por diversão, (acho que meus leitores já perceberam que sou bastante “sarrista”) também fiz essa pergunta a conhecidos e amigos e ouvi respostas como: ah, mas ia dar muita briga, eu não iria agüentar as minhas chatices e neuras no clone.

Se você não agüenta as suas chatices é porque não se ama. Quem só gosta de suas partes consideradas positivas não se ama por inteiro. Isso não é verdadeira auto-estima.

Quando nos amamos realmente, aceitamos todas as nossas partes, perdoamos os nossos “erros”, sentimos alegria com a nossa companhia.

Portanto, gente, parabéns aos 25% que responderam sim e àqueles que ficaram no talvez, espero que a leitura deste post os tenha incentivado a se gostar mais.

Quanto aos demais... snif snif, mas não joguem a toalha, sempre há jeito de mudar.

Imagem: eu.techcrunch.com

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Diferenças entre religião e espiritualidade

rezando

Hoje o texto não é de minha autoria, foi gentilmente cedido por Luis Pellegrini que o postou em seu blog. A ele meus agradecimentos por partilhar este texto que tão brilhantemente aponta as diferenças entre os dois conceitos.

Religião e espiritualidade

A religião não é apenas uma, são centenas.

A espiritualidade é apenas uma.

A religião é para os que dormem.

A espiritualidade é para os que estão despertos.

A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer, querem ser guiados.

A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.

A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.

A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.

A religião ameaça e amedronta.

A espiritualidade lhe dá Paz Interior.

A religião fala de pecado e de culpa.

A espiritualidade lhe diz: “aprende com o erro”.

A religião reprime tudo, te faz falso.

A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!

A religião não é Deus.

A espiritualidade é Tudo e portanto é Deus.

A religião inventa.

A espiritualidade descobre.

A religião não indaga nem questiona.

A espiritualidade questiona tudo.

A religião é humana, é uma organização com regras.

A espiritualidade é Divina, sem regras.

A religião é causa de divisões.

A espiritualidade é causa de União.

A religião lhe busca para que acredite.

A espiritualidade você tem que buscá-la.

A religião segue os preceitos de um livro sagrado.

A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.

A religião se alimenta do medo.

A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.

A religião faz viver no pensamento.

A espiritualidade faz Viver na Consciência.

A religião se ocupa com fazer.

A espiritualidade se ocupa com Ser.

A religião alimenta o ego.

A espiritualidade nos faz Transcender.

A religião nos faz renunciar ao mundo.

A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.

A religião é adoração.

A espiritualidade é Meditação.

A religião sonha com a glória e com o paraíso.

A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.

A religião vive no passado e no futuro.

A espiritualidade vive no presente.

A religião enclausura nossa memória.

A espiritualidade liberta nossa Consciência.

A religião crê na vida eterna.

A espiritualidade nos faz conscientes da vida eterna.

A religião promete para depois da morte.

A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.

Guido Nunes Lopes - Físico

Doutor em Energia Nuclear na Agricultura, ARC – Academia Roraimense de Ciências, UFRR – Universidade Federal de Roraima

Imagem: poesias.omelhordaweb.com.br

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