"No Egito as bibliotecas eram chamadas Tesouro dos remédios da alma. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.”

(Jacques Bossuet).

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O poder da imaginação

imaginação

Einstein já dizia que só a imaginação é mais importante que o conhecimento. Estava absolutamente certo porque com a imaginação nós nos igualamos ao nosso Criador: nós criamos também.

A humanidade cria desde que veio para a face da Terra. Existem criações humanas que são visíveis materialmente: tudo aquilo que serve para nos abrigar ou proteger dos elementos, nos vestir e ser útil de alguma maneira, bem como encantar os nossos sentidos - as obras de arte. Contudo o que a maioria não se dá conta é que nós criamos absolutamente tudo o que experienciamos, situações, vivências, etc.

Acertou na loteria? Criação sua. Um caixote caiu na sua cabeça? Criação sua também ou de alguém que não vai com a sua cara. rsrs

Após Descartes, com seu penso, logo existo, a humanidade valorizou demais a razão em detrimento de outras capacidades nossas, como a imaginação. No entanto sem a imaginação não teríamos evoluído tecnologicamente, pois qualquer invento humano primeiro foi imaginado para depois vir a se concretizar na matéria.

Tudo o que nos acontece somos nós que criamos, seja consciente ou inconscientemente. E aí reside o problema: criações do nosso inconsciente.

Se vocês estão lembrados do post sobre os aspectos, somos formados por n partes que atuam independentemente de nosso consciente e essas partes, muitas vezes, criam situações bem desagradáveis, como o Ego Negativo, por exemplo, mestre em nos puxar o tapete.

Eu acho horrível dizer isto, mas, resumindo, somos reféns do nosso inconsciente. Infelizmente a maior parte de nosso psiquismo é composta por conteúdos inconscientes e assim sendo não temos controle sobre eles nem sobre o que criam. Daí a humanidade criar e manifestar tanta coisa que consideramos ruim ou negativa.

É comum ver pessoas recitando afirmações do tipo: “Eu sou a abundância manifestada em minha vida”. Aqui a pessoa, através de seu Deus interior (o Eu Sou), declara o que quer criar em sua vida. O que ela não está levando em conta é que pode haver um conteúdo inconsciente seu com uma determinação em contrário (ex: não posso ter dinheiro, ele é sujo, corrompe, etc.). então, por mais que recite sua frase, seu conteúdo não se realizará, não será criado porque para que algo seja criado ou manifestado tem de haver clareza, sem dúvidas ou contradições internas.

O ingrediente principal na receita da criação é a imaginação. É esta que vai formatar, abstratamente, o que queremos manifestar seja consciente ou inconscientemente e o catalisador da manifestação é a emoção e/ou sentimento que deve acompanhar a imaginação.

Sem emoção também não há criação ou manifestação. Este é o motivo de, atualmente, muitas pessoas que se utilizam da visualização, não alcançarem seus objetivos porque visualizar é um produto da mente e se não houver emoção não funciona.

Sei que as informações que atualmente lotam a web sobre visualizar ou recitar afirmações levam muitas pessoas a crer que basta fazer isso para manifestar o que quiserem em suas vidas. Bom, às vezes funciona, outras não pelos motivos que citei. Ainda temos muito caminho pela frente até chegar a fazer o que Sai Baba fazia.

O primeiro passo é ter consciência que precisamos usar a imaginação acompanhada pela emoção ou sentimento.

Provavelmente muitos que estão lendo este post devem estar pensando que todo o aqui exposto é “viagem na maionese”, que isso não funciona, mas aqueles que já se utilizaram dessa ferramenta, acessível a todo ser humano, sabem do que estou falando e usando a imaginação alcançaram seus objetivos. Negar aquilo que se desconhece não é demonstração de inteligência, não é?

Imagem: comunidade.sol.pt

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Qual é o propósito da vida?

proposito de vida

Será que existe ou existiu algum ser humano que nunca se perguntou em momentos de devaneio ou até quando está em “estado alterado etílico”: quê que eu tô fazendo aqui? rsrs

A perguntinha que em muitos nunca se cala: qual o propósito da vida ou da minha vida?

Os primeiros, dos quais temos notícia, a se preocupar com o assunto foram os famosos filósofos gregos, afinal naquela época não existia televisão, e o que fazer com os momentos de ócio? Devanear, refletir e encher a cuca de minhocas.

A humanidade foi evoluindo e a questão continuou presente. Em algumas épocas eram muito poucos os que se davam a este trabalho, em outras temos conhecimento de grandes e atormentados pensadores.

Atormentados, sim, porque pensaram, pensaram, discutiram e discutiram com seus pares e cada um chegou a uma conclusão diferente, se é que chegou a alguma..

Se vocês estão pensando que li todos ou a maioria dos grandes filósofos ou pensadores, desiludam-se de vez. Comecei a lê-los na adolescência, mas quando cheguei aos meus 20 anos, aproximadamente, percebi que tais leituras tinham feito estragos na minha cabecinha. Havia muitas minhocas para as quais eu não tinha repelente. Muitas dúvidas, questionamentos e incertezas que nenhum dos “grandes pensadores” resolvia a contento. Então parei de ler os filósofos.

As leituras pararam, mas os questionamentos não e essa pergunta sobre o propósito de estarmos aqui ainda me acompanhou durante muito tempo.

Muitos são aqueles que se estressam com esse tipo de questão. Alguns por características próprias de personalidade, outros por influências externas como as religiões, com toda a carga de crenças que vem junto com elas.

Já li e ouvi todo tipo de missão que a humanidade “deve” cumprir aqui no planetinha se quiser “agradar” ao senhor, seja lá este quem for... Boa parte dessas missões carregadas de sacrifícios, dor e, por que não dizer, autopunições. Sim, a humanidade foi tão altamente condicionada que deve sofrer e ser punida que para muitos isto é algo natural.

Não sei de onde surgiu a necessidade, no ser humano, de ter um propósito para viver. Só o fato de viver já é uma experiência tão rica, tão repleta de facetas e nuances que não precisa de mais nada para se justificar.

É que o ser humano é um bicho muito esquisito mesmo, sempre procurando explicação para tudo, não se contentando em simplesmente viver ou como dizia a música: “be and let be”.

Se todos dessem significado para suas vidas creio que essa necessidade de propósito desapareceria. Dar significado às relações, ao trabalho, ao lazer (curtindo cada minuto), enfim, vivendo a vida intensamente. Boa parte da humanidade não faz isso, limitando-se a ficar na rotina do dia a dia, esquecendo que também existe a imaginação que pode dar um colorido a qualquer vidinha chata.

Emoções, sentimentos, imaginação, ingredientes para se curtir a vida sem necessidade de um propósito. Claro que não há nada de errado com aqueles com um propósito, se o tem que vá atrás dele. Cuidado, porém, com algumas crenças limitantes que se fazem presentes nesse particular. Muitas religiões pregam propósitos para o viver humano que só conduzem à alienação e fantasia fazendo com que as pessoas, ao invés de procurar sentir-se bem aqui, enquanto estão vivos, busquem a realização e felicidade que virá após a morte quando forem para o “céu”(?).

É aqui, na Terra, que somos úteis aos propósitos do Criador (sejam lá quais forem) porque este é o laboratório de onde sai um específico tipo de conhecimento do “Tudo Que É” (que a dualidade e o livre arbítrio permitem), através de nossas experiências e criações.

Os mestres nos ensinam que o propósito do viver humano, seja em matéria densa ou sutil, é criar e experienciar (tal como o Criador faz). Se houver consciência disso garanto que qualquer vida vai ser repleta de movimento, ação/reação e surpresas, sem lugar para monotonia nem para ficar se perguntando: “quê que eu tô fazendo aqui?”

Imagem: coisasmagicasdavida.blogspot.com

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quarta-feira, 27 de julho de 2011

O Ego Negativo

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É assim que chamo um dos nossos aspectos, uma parte nossa que parece ter prazer em nos botar pra baixo, em fazer  acontecer conosco coisas desagradáveis (quando não são realmente desastrosas).

Você fez uma escolha ou tomou uma decisão ”errada”? Foi seu Ego Negativo o mandante. Tudo anda perfeito em sua vida, no trabalho, nos amores, etc. e de repente você quebra uma perna num simples tombo que levou? Pode colocar na conta do seu Ego Negativo, foi ele que o sabotou. Ele detesta nos ver bem.

O ser humano é constantemente sabotado pelo Ego Negativo, seja quando a mulher que não podendo mesmo engravidar agora, “esqueceu” (?) de tomar a pílula ou quando o executivo, dirigindo seu carro para ir a uma reunião importante, tem um momento de “bobeira” (?) e bate no carro da frente.

Às vezes são “esquecimentos”, outras vezes pequenos, ou grandes, “acidentes” que tiram nossa paz ou bem estar.

O Ego Negativo também costuma detonar nossa autoestima. Na forma de uma “vozinha” interna nos chama de gordos, feios ou enrugados quando estamos na frente do espelho. Ele não poupa nada, desde uma pequeníssima ruga no rosto até um mísero quilinho que acumulou na cintura. Aff!

Agora, ainda pior que esculhambar a nossa forma física é quando ataca nossas fragilidades psíquicas. Você é tímido e hoje precisa ler em voz alta, perante a classe, um trabalho seu de escola? Você ouve uma vozinha interna dizendo: “não vou conseguir, vou começar a gaguejar”, ou algo parecido.

Está perdido de amores pela vizinha do sétimo andar, que volta e meia encontra no elevador, e já planejou a abordagem nos mínimos detalhes? Não se surpreenda se no momento X você derruba no chão a caixa de ovos que carregava, fazendo a maior lambuzeira no chão e tornando impossível abrir a boca para sequer dizer um oi para a sua deslumbrante Venus.

É, essas coisas acontecem demais da conta e nos deixam vexados, furiosos ou completamente deprimidos, dependendo da situação.

Todos temos essa praguinha dentro de nós e não adianta brigar com ela, só vai torná-la mais forte. O que fazer então para, pelo menos, minimizar os estragos causados pelo nosso Ego Negativo?

Eu venho batendo nesta tecla desde que iniciei o blog: autoconhecimento. Tem n vantagens e é o caminho para resolver muitas coisas que atrapalham nossa vida.

O autoconhecimento começa prestando atenção nos pensamentos. A cabeça do ser humano pode ser comparada a uma paisagem pós tufão ou tornado: caos total, não existe nada tão imponderável quanto. Mesmo a de pessoas assim chamadas normais e controladas.

Passamos a totalidade das nossas horas de vigília tendo pensamentos e a regra geral é não prestarmos atenção neles. É por isso que volta e meia o bicho pega. rsrs

Eu sei que é meio chato e exige esforço consciente prestar atenção nos pensamentos, mas é assim que se começa a ter controle sobre si mesmo e sobre a própria vida ao invés de ser um joguete das Parcas.

Depois de certo tempo, atentando para o que pensamos, começamos a nos dar conta da vozinha maldosa de nosso Ego Negativo. Só essa conscientização já vai fazer diminuir a freqüência com que o mesmo se manifesta (porque agora ele foi flagrado), depois, a cada vez que ele se manifestar, é só não se submeter, não aceitar o que ele diz.

Bem, não é tão simples assim porque você precisa ter um bom nível de autoestima, mas pelo menos já é um começo para o autoconhecimento e a autodeterminação que o mesmo traz.

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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Seus pensamentos nem sempre são seus

telepatia

Parece uma frase maluca? Mas não é. Este é um problema que todos nós, encarnados aqui no planetinha, enfrentamos. Muito daquilo que navega pela nossa cabeça, aquilo que cremos ser nossos pensamentos, na realidade são pensamentos de outras pessoas que “entraram” na nossa cabeça.

Como isso acontece? Simples processo físico. Lembre que pensamentos nada mais são do que energia que pode viajar na forma de ondas, pode cruzar o espaço, incluindo-se aí grandes distâncias.

De vez em quando surgem histórias sobre duas pessoas, em partes diferentes e distantes do planeta, terem inventado ou criado a mesma coisa. Usualmente dá motivos a conflitos, pois cada um se diz o legítimo autor e o outro um mero copiador. Ninguém se dá ao trabalho de aventar a hipótese de ambos terem tido a mesma idéia ao mesmo tempo, pois é isso o que geralmente ocorre.

Nós nos comunicamos telepaticamente mesmo sem estarmos conscientes disso. Além de nos comunicarmos telepaticamente ainda somos passíveis de outra forma de comunicação que Rupert Sheldrake chamou de “ressonância mórfica”. Segundo ele existe uma transmissão de informação entre campos mórficos (“estruturas que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material”) sem transmissão de energia, ou seja, no caso de seres humanos não haveria pensamentos, mas consciência pura sendo partilhada.

Embora a teoria de Sheldrake não seja aceita pela totalidade da comunidade científica, ela explica com perfeição o que acontece quando se forma a “massa crítica” (a história do centésimo macaco).

Quanto mais intensamente nos dedicamos a pensar no mesmo assunto, mais energia está sendo gerada e consequentemente mais forte fica esse núcleo de pensamentos. Ficando mais forte haverá mais probabilidade de ser passado adiante, captado pelas “antenas” receptoras de uma pessoa ou de várias.

Essa transmissão/captação de pensamentos entre as pessoas é o que explica fenômenos de atuação de massas (manifestações políticas, linchamentos, etc.) Sendo que nessas atuações ainda há o reforço da energia das emoções.

Bom, mas vamos falar do indivíduo e como ele é afetado pelos pensamentos dos outros. Tudo tem a ver com semelhanças.

Semelhante atrai semelhante.

Digamos que pela manhã você está indo, de ônibus, para o trabalho. Começa a pensar no seu chefe que é uma refinada cavalgadura. Acontece que neste mesmo momento A, B ou C ou os três (passageiros do ônibus) estão pensando nos respectivos chefes – também cavalgaduras. Digamos também que você é uma pessoa bem equilibrada e nada agressiva, mas quando chega ao seu local de trabalho, ao olhar para seu chefe, se imagina pulando ao seu pescoço e esganando-o. Como não é um comportamento típico seu você fica espantado e/ou chocado com seu pensamento. Ahá, acontece que esse pensamento não é seu, ele é de A, B ou C que estavam com você no ônibus. Você recebeu esse pensamento porque era “semelhante” ao que você estava tendo (semelhança entre os tipos de chefes e a reação que despertam).

É bastante comum nos chocarmos com certas coisas que pensamos e como o ser humano é atolado em culpas vai logo assumindo a paternidade de tais pensamentos e considerando-se um ser vil e negativo. Boa parte das vezes tais pensamentos não são nossos.

Tenha cuidado, examine seus pensamentos quando eles o incomodarem ou causarem espanto. Questione se você é realmente o autor, se você não fizer isso estará se deixando continuar preso na “matrix”, na ilusão.

Expandir a consciência é ter maior controle sobre os próprios pensamentos.

Imagem: tecnicalia.com

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

O que é ser espiritualizado?

espiritual

Eis aí um conceito que se presta a muitas interpretações. Desde o estabelecimento da primeira religião sobre a face da Terra, os conceitos de espiritualidade e religião ficaram misturados e a confusão se estabeleceu.

Já postei aqui o brilhante texto do Dr. Guido Nunes Lopes sobre as diferenças entre os dois conceitos. Hoje vamos clarear mais algumas crenças a respeito.

Não pretendo aqui impor meu ponto de vista sobre o assunto, os que já são leitores sabem que aqui no blog está a minha opinião, cada um depois, refletindo, a aceitará ou não.

Os mestres do Círculo Carmesim ensinam que espiritualidade é uma coisa muito simples, assim como o Criador o é.

Vamos começar por este conceito – o Criador. O que é? Quem é? Não tenho a resposta, assim como ninguém a tem. O que tenho certeza é que não é um ser antropomorfizado, com características humanas como ira, vingança e julgamento. Os mestres o caracterizam como, ao mesmo tempo, um ser único e coletivo (a soma de todos os seres que ele criou).

Ao lermos os registros escritos de muitas as religiões veremos que está escrito que ele criou o homem à sua imagem e semelhança, isso significa que cada um de nós é Deus também.

No passado a espiritualidade esteve muito misturada com a religião, salvo no oriente, e no ocidente, graças a uns poucos que souberam separar os conceitos.

Nas décadas de 1930 e 1950 surgiram ensinamentos de muitos mestres ascensionados que mostraram todo um novo espectro de informações e conceitos que para nós, ocidentais, se revelaram inéditos – Eu Sou o que Sou, ou seja, faço parte da divindade, sendo um com ela.

Devido aos nossos sistemas de crenças profundamente arraigados, não conseguimos assimilar tais ensinamentos na sua acepção completa e começou, nesta época, o culto pelo fenômeno e o uso de mecanismos, exercícios, e parafernálias externas como sinônimos de: sou espiritualizado.

Mecanismos mais comuns: meditação, entoação de mantras, uso de cristais, velas, diferentes tipos de oráculos, danças sagradas, consumo de plantas “sagradas” (?). Cada um deles outorgando ao usuário o status de espiritualizado.

Vamos esclarecer: nada disso é prejudicial se usado com lucidez. Meditação, por exemplo, já fez muito bem a muita gente e pode sim ser um meio de encontro com a Divindade. O que estou querendo mostrar é que o uso dessas práticas não faz de uma pessoa – espiritualizada! Pode torná-la mística ou esotérica, nada mais.

Vejo espíritas criticando ou rejeitando ensinamentos dos mestres. Vejo evangélicos perseguindo e julgando gays, taxando-os de pecadores ou coisa pior. Vejo católicos e também evangélicos numa verdadeira caça às bruxas rejeitando e criticando as religiões afro descendentes.

Nada disso é ser espiritualizado e esses até vão contra aos ensinamentos de seu maior ídolo, Jesus. O homem que respondeu por este nome, em sua encarnação aqui na Terra, pregava o amor, o perdão e o não julgamento!

Ser espiritualizado é, antes de tudo, viver no presente. É só aceitar mensagens, ensinamentos, canalizações, vindas de quem seja, após questionamento e reflexão. Estar em contato direto com seres que se dizem da Confederação Galáctica ou coisa parecida (ETs) não faz de ninguém espiritualizado, ainda mais porque tais seres podem não ser exatamente quem dizem que são.

É prestar atenção à voz interior e, de preferência, seguir o que a mesma diz para não se arrepender depois. rsrs

Ser espiritualizado é ter consciência que objetos externos (cristais, velas, mandalas, etc.) não têm poder por si próprios, que oráculos podem ser divertidos, mas jamais uma verdade absoluta, pois o futuro se compõe de potenciais apenas.

Ser espiritualizado é concentrar-se no “ser”, em si mesmo (autoconhecimento, autoanálise), e não no ter ou no fazer (seminários, workshops, encontros xamânicos, rituais, etc.). Você pode frequentar todos ou qualquer um deles, mas tendo consciência que isso não o torna espiritual. É ter consciência também que a Divindade só apresenta uma única regra: amar, portanto não é preciso viver seguindo regras, algumas bem absurdas, ou exigindo disciplina do próprio corpo (seu corpo detesta isso) ou da mente. Disciplina é uma regra e como toda regra vai contra a criatividade, que é nosso legado divino.

Ser espiritualizado é ter consciência que aqui no planetinha somos comandados pelo ego, mas o mesmo não precisa ser autocentrado ou inflado e também não querer se desfazer dele, pois nós o necessitamos para sobreviver aqui.

Ser espiritualizado é viver o que Jesus ensinou e não simplesmente citá-lo!!!

Imagem: fraternidadebranca-luzdanovaera.blogspot.com

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