"No Egito as bibliotecas eram chamadas Tesouro dos remédios da alma. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.”

(Jacques Bossuet).

sábado, 1 de outubro de 2011

Quando as máscaras caem

máscara2

Vocês se sentem nus? rsrs

Brincadeiras à parte, o assunto de hoje é sério.

Já me referi anteriormente às máscaras que todos nós usamos e vamos agora falar um pouco mais a respeito.

A máscara é “a face que mostramos ao mundo. É o que achamos que deveríamos ser, ou que gostaríamos de ser, com base em imagens mentais idealizadas.” (Susan Thesenga – O Eu Sem Defesas)

A máscara tem sua origem na infância quando nos sentimos feridos (emocionalmente) ou rejeitados ou incompreendidos, etc. Quando crianças somos todos muito vulneráveis e ninguém escapa dessa!

Essa vulnerabilidade faz com que a criança sempre se sinta culpada por ter sido rejeitada, por exemplo, ou carente de atenção e de amor dos pais (seja isso real ou erro de percepção da própria criança). Daí ela sentir-se como sendo “não boa”, “não digna de amor”, “não atendendo expectativas paternas”. Note-se, porém, que cada criança tem uma percepção única do que ocorre à sua volta, portanto o que para uma pode ser demonstração de rejeição, para outra não o será.

Isso acontece, via de regra, na primeira infância, quando, devido à pouca vivência, não temos suficientes capacidades cognitivas para analisar os fatos e chegar a conclusões acertadas. Na cabecinha da criança só o que conta é como se sente e aí está incluído sentir que sua sobrevivência (instinto básico) depende de ser amada e aceita, mas como já chegou “à conclusão” que é “malvada” vai então “decidir” negar tudo aquilo que existe dentro dela que possa causar rejeição e/ou desaprovação. Neste momento se instala a máscara.

Criamos para nós a “persona” (do grego: representar, através de abertura na máscara, pelo som da voz – per+sona), em outras palavras, uma personagem que vamos mostrar ao mundo para sermos aceitos e amados.

Já fiz um post sobre a sombra, nossa parte inteiramente real e que contém os nossos sentimentos ditos negativos, mas também o nosso potencial divino. Durante nossa infância nos fizeram crer que essa parte nossa é vergonhosa, mas como ela existe (e não tem como fugir dela) então tratamos de mantê-la bem escondida e mostramos só a fachada – boazinha e bem comportada.

Vocês devem estar se perguntando se isso se aplica a todo mundo. A resposta é não. Muitos marginais, por exemplo, não usam a máscara de bonzinhos, mas podem usar outras que confirmem seu status de todo poderosos. Como disse antes, a máscara é baseada em autoimagem idealizada. Qual o ideal do marginal? Ser aquele mais temido.

Como começamos a usar a máscara muito cedo, ao chegarmos à idade adulta ela já está “cristalizada”, difícil de retirar. Já deu origem a comportamentos auto e hetero destrutivos.

Uma das maiores conseqüências do uso da máscara é a não responsabilidade por sentimentos, atitudes, escolhas, etc. Muitas vezes é a causa da vitimização (ela está presente em diversos graus e maneiras). É sempre do outro ou da vida a responsabilidade pelas desgraças do indivíduo.

Quando finalmente aceitamos que usamos uma máscara e que, sim, temos uma parte nossa que é sombria damos o primeiro passo para sermos íntegros (=inteiros), contudo essa aceitação deve ser totalmente livre de julgamentos. Sem essa de se botar pra baixo!

E por que nos livrarmos da máscara? Porque ela “se baseia na falsa concepção essencial de que podemos evitar as imperfeições, as decepções e as rejeições características do plano humano” (Susan Thesenga - O Eu Sem Defesas) Ou seja, ela não resolve os nossos problemas de autoestima e não aceitação, só camufla e posterga a eclosão da crise/s que um dia baterá à nossa porta.

Somos o que somos, seres imperfeitos e em construção e/ou evolução. Todos nós possuímos em nosso âmago a faísca divina que só se transformará em brilhante e linda chama se nos aceitarmos integralmente.

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sábado, 24 de setembro de 2011

O que mudou no mercado de trabalho?

Feitor

Continuamos hoje a falar sobre trabalho. O que mudou nestes últimos tempos?

Já em meu primeiro emprego, como psicóloga em uma empresa, chamou-me a atenção a maneira como o empresário e seus subordinados em cargos de chefia tratavam os funcionários. Eu via desrespeito, perseguições, exploração (horas extras não remuneradas)) e apesar disso me era solicitado trabalhar para conseguir que os funcionários “vestissem a camiseta da empresa”.

Essa era a realidade, quando me formei, e ainda o é atualmente, hoje mais restrita a empresas comandadas por empresários de pouca cultura e/ou pouca inteligência.

Durante muitos anos como psicóloga e mais tarde como consultora autônoma em RH, sempre me vi como “pára-choque” entre os funcionários reclamando (com razão) da maneira como eram tratados e as chefias ou dono da empresa que queriam competência e produtividade, mas não abriam mão de um comando autoritário e desumano.

Já é antiga a frase: “o principal capital de uma empresa é o capital humano”. Frase de efeito muito citada por empresários quando em frente às câmeras de TV, porém que fica só da boca pra fora.

Bom, mas parece que após tanto tempo de existência da Administração como ciência, finalmente bons e inteligentes empresários estão dando a devida importância ao seu capital humano. Sinal dos novos tempos onde a consciência está aumentando, pois tratar funcionários com dignidade e respeito é sinal de consciência mais evoluída.

Atualmente já podemos ver na mídia exemplos de empresas que propiciam a seus funcionários creche para os filhos, salas para condicionamento físico, horários de entrada flexível, serviço de atendimento psicoterapêutico, promoções por mérito, qualificação profissional, etc.

Certamente ainda são poucas dentro do imenso número de empresas que existem e ainda, vez por outra, aparece na mídia casos de trabalho quase escravo, como recentemente foi flagrado em São Paulo.

Vivemos, desde que existe o trabalho remunerado, num círculo vicioso cruel: pessoas precisam de emprego para se sustentar e às suas famílias, empresários, sabendo disso, tratam seus funcionários conforme sua ganância e desumanidade lhes dita porque crêem que seus funcionários não pedirão demissão.

Além de gananciosos e desumanos – burros! Sim, porque é burrice não reconhecer que pessoas contentes com sua empresa e/ou chefias trabalham com maior motivação e são mais produtivas.

A mudança que estamos observando hoje nas empresas provavelmente é devida a essa nova geração de trabalhadores – a geração Y. Essa meninada, diferentemente de seus antecessores, não permanece num emprego que considere ruim seja por ser maltratado ou por não ver perspectivas de crescimento funcional e/ou profissional. Eles “chutam o balde” mesmo e trocam de emprego sem maiores pruridos de consciência, até porque boa parte deles conta com o respaldo dos pais (também chamada de geração canguru).

Tendo respaldo ou não, meus parabéns a essa geração porque estão mudando um comportamento anacrônico dos “patrões”.

Os empresários estão se dando conta que pessoas são um fator competitivo e estão disputando os melhores profissionais. Estão “descobrindo” que precisa haver sintonia entre a empresa e os funcionários e que no gerenciamento de pessoas é preciso primeiro escutá-las.

Este é o novo cenário no mercado de trabalho, mas para que se torne generalizado é preciso que os trabalhadores, os funcionários também façam a sua parte, desenvolvendo suas consciências, reivindicando melhor tratamento e mudanças laborais, mas sendo comprometidos com seu trabalho e sua empresa quando atendidos em suas solicitações.

Uma nova era laboral se vislumbra, mas tem que haver ações e atitudes de ambas as partes, patrões e empregados.

Imagem: historiaemaulas.blogspot.com

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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Você trabalha porque gosta ou porque precisa?

trabalho

Hoje vamos expandir a consciência sobre um assunto que afeta grande parte da população mundial: o trabalho.

Durante muitos anos nos cursos que ministrei para funcionários de empresas ouvi constantemente queixas sobre o trabalho que desempenhavam, sobre as empresas onde trabalhavam e também das chefias. Constatei uma insatisfação generalizada com raras exceções.

Perguntava sempre: “mas por que você continua nesse emprego?” Resposta mais comum: “porque preciso trabalhar, o mercado de trabalho está difícil e não sei se me demitindo conseguirei coisa melhor”.

Essas respostas sempre me deixavam insatisfeita e eu entrava em acaloradas discussões com os alunos. Ouvia as mais estapafúrdias justificativas e explicações, cada qual defendendo sua necessidade de continuar no atual emprego.

Ficava muito penalizada porque percebia que boa parte daquelas pessoas sofria com sua situação profissional, mas sentiam-se “travadas” para buscar soluções.

Já ouvi de algumas pessoas a frase: “quando eu acertar na loteria ou Mega Sena nunca mais vou trabalhar”. Sempre fiquei pensando quando ouvia isso: “coitado/a, se isso acontecer mesmo, está cavando um futuro infeliz”. Sim, porque vai ser uma vida vazia e sem realização (exceto se a pessoa se engajar em algum trabalho voluntário).

O bom trabalho, aquele que nos anima, que nos dá prazer, é fundamental para aumentar a autoestima. O grande problema reside no fato das pessoas (boa maioria) procurarem apenas empregos e não trabalho (a diferença está no comprometimento com o que fazem) .

Eu sei, precisamos comer, pagar as contas, etc. e para isso precisamos de dinheiro ... que não cai do céu.

A questão que quero deixar clara é: precisa haver planejamento.

Se estiver num emprego que detesto ou que não me acrescenta nada, ao invés de gastar tudo que ganho com futilidades ou consumismo exagerado por que não colocar uma quantia, todo mês, numa poupança que poderá mais adiante me permitir ficar um tempo sem trabalhar enquanto procuro nova colocação que me será benéfica?

Ah, não sobra nada após pagar as contas? Então vamos fazer o seguinte: ao invés de perder o meu tempo assistindo o Big Brother (ou algo do gênero) por que não emprego o meu tempo livre consultando os sites de emprego que existem na Internet e também fazendo algum curso (existem vários gratuitos) que me proporcione mais chances de empregabilidade?

O povo brasileiro é altamente criativo e empreendedor. Já pensou ou teve vontade de ter um negócio próprio? Atualmente o governo e instituições financeiras estão ajudando muito mais que antes a quem quer ser empreendedor.

Leia, pesquise, vá à luta.

Não fique enchendo o saco dos familiares ou dos amigos com suas lamúrias e queixas da empresa onde trabalha ou do seu chefe.

O mercado de trabalho é vasto e dinâmico e atualmente as empresas estão desesperadas atrás de bons profissionais. Ah, não é o seu caso? Você é um profissional mediano, para não dizer medíocre? Bom, está na hora de mudar se está insatisfeito com seu trabalho atual.

Meus caros, expandam seus horizontes. O primeiro passo é sempre o mais difícil, mas depois você vai engrenando e tudo se torna mais fácil.

Deixe de encarar seu trabalho como somente um provedor de dinheiro, vá atrás de algo que o/a apaixona. Quando fazemos algo que nos apaixona, o trabalho deixa de ser obrigação ou dever e passa a ser diversão.

São poucos, pouquíssimos aqueles que se enquadram nesta categoria, mas converse com algum deles e você dará razão ao exposto neste texto.

Para aqueles que estão engajados no desenvolvimento espiritual: se você está infeliz no seu atual emprego/trabalho, mude já porque ninguém consegue alcançar seu máximo no caminho espiritual se não estiver bem ou contente com todas as áreas de sua vida. E a profissão é uma importante área.

Se sua autoestima está tão baixa que já desistiu de ter um trabalho melhor ou uma vida melhor, leia os posts que falam sobre este assunto aqui no blog e procure também uma ajuda psicológica.

Nós encarnamos aqui para manifestar nosso máximo potencial e ser felizes, porém graças aos nossos sistemas de crenças limitantes vivemos nessa “gaiola de loucos”, contudo sempre é tempo para sair dela. MUDAR!

Torço por todos aqueles que tiverem a coragem para tanto.

Imagem: pixmac.com.br

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Nós, os sensíveis

fada2

Quando li este tocante e inspirado texto, que recebi por e-mail, veio-me à mente um querido amigo virtual que um acidente automobilístico levou para o outro lado há pouco tempo. Quem o escreveu parece que o estava descrevendo. Portanto, Radi, aqui vai como uma saudosa homenagem a você, querida e especial pessoa.

E aos queridos leitores que se enquadram também nesta descrição, minha homenagem e obrigada por vocês existirem.

Os mensageiros da eternidade

fadinhas1 Nós, os sensíveis, temos a luz brilhando dentro de nós.

A nossa sabedoria muitas vezes pode ser confundida com a loucura por pessoas de mentira ...

por aquelas pessoas que vivem presas a um mundo automático.

Nós, os sentimentais, os alquimistas, os arrependidos pelos erros, os filhos amados que foram deixados pra trás num deserto, ...

os que têm fé inabalável,os sonhadores, os loucos de amor muitas vezes já fomos considerados as ovelhas negras da família, ...

...mas os nossos sentimentos profundos como o mar... nos transformaram aos poucos em cordeiros mansos que pastam felizes pelos campos verdes.

Dentro de nós ardem paixões interiores capazes de derreter qualquer geleira.

Nós já morremos incontáveis vezes ... já renascemos outras tantas mais fortes, mais determinados em encontrar a nossa felicidade.

Nós, os sensíveis, somos invencíveis pelas lágrimas e ...

imbatíveis pelo sorriso.

Muitos de nós, os sensíveis, carregamos na alma e até nos corpos marcas da nossa paixão pela vida. Do mais fraco ao mais forte, do mais bonito ao mais feio.

Não somos medidos pela nossa formosura ou pela grandeza do nosso corpo, mas somos admirados pelo poder do nosso coração, pela força que emanamos de dentro de nosso olhar.

E as pessoas de mentira ... ficam sem entender como nós os sensíveis

conseguimos ter tanto poder!

Nós, os sensíveis, estamos aqui para fazer a diferença. Ninguém nos conhece pela superfície,

mas pela profundidade de nossos bons pensamentos.

Não somos santos, mas somos anjos.

Não somos perfeitos, ...

mas é na nossa imperfeição que mostramos nossas maiores virtudes.

Não é pela casca que queremos ser conhecidos.

Queremos um relacionamento íntimo com tudo e com todos que nos cercam.

Podemos errar, fracassar em quase tudo,

mas jamais fracassaremos como seres humanos.

Somos incompreendidos

porque muitas vezes não sabemos expressar quem somos de verdade.

Ainda que o nosso corpo envelheça e fique doente ...

nada pode tocar o coração de um sensível

senão a mão do Supremo Criador.

Nós, os sensíveis, mesmo de longe, nos juntamos em espírito num coral para cantar uma canção que curará toda pessoa de mentira.

Por alguns instantes o mundo parará para ouvir o nosso canto

e se apaziguará por alguns poucos momentos.

E por alguns momentos elas também vão ser sensíveis como nós

quando perceberem que no rosto do outro está o espelho de sua própria face.

Nós, os sensíveis, temos o dom de sentir o que os outros sentem,

de traduzir seus pensamentos

porque nosso coração capta o que os outros corações transmitem,

mas nós somos uma brasa viva no meio da neve

ou ...

um oásis no meio do deserto.

Estamos aqui para mostrar aos outros que a alma existe,

que a matéria passará.

Mas que temos vida para todo o sempre.

Somos donos da sabedoria universal.

Acreditamos num Deus comum a todos os seres humanos.

Num Deus que habita todas as religiões.

Num abraço do sensível está a graça do Universo. fadinha3

Nós, os sensíveis, somos os ...

mensageiros da eternidade.

André Aquino

Imagem: cluci2007caminhodasfadas2.blogspot.com

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domingo, 28 de agosto de 2011

O Paradoxo do Nosso Tempo

paradoxo do nosso tempo
Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Este texto é atribuído a George Carlin (1937-2008), humorista, ator e diretor norteamericano. Independente de quem seja o autor, o texto relata muito bem o tipo de vida que existe atualmente, pelo menos nas grandes cidades, fruto da falta de consciência das pessoas.
Vamos torcer para que agora, com a entrada no novo ciclo, a humanidade comece a ser mais consciente com relação a si própria, ao meio ambiente, às relações de trabalho, à economia, enfim que seja mais consciente de que todos nós estamos interligados e dependemos uns dos outros.
Menos agressividade, menos consumo menos pressa, mais tolerância, mais espiritualidade e mais harmonia. Concordam?
Imagem: thegreatbluesea.blogspot.com

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