segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Alegria, alegria ... e sinta-se melhor
Outro dia fui chamada de esquizofrênica!?
Pois é, se ser esquizofrênica é: jamais saber em que dia da semana ou do mês está; procurar se manter o mínimo possível dentro do sistema; acreditar que a humanidade tem jeito; ser espontânea quando os outros acham que deveria ser “politicamente correta”; ter a certeza de que seres evoluídos (mestres ascensos) estão nos ajudando em nosso aprendizado humano; encontrar alegria e encantamento nas pequenas e pueris coisas, ao invés de consumir tudo que pode (e não pode) com o cartão de crédito; acreditar que outro tipo de sistema financeiro é possível e não o selvagem em que vivemos, então eu sou lelezinha mesmo. rsrs
Agora, preciso reconhecer que tenho desejos utópicos, sim. Por exemplo, eu gostaria que as situações mostradas nos dois vídeos abaixo se tornassem realidade na vida de todo ser humano, pelo menos uma vez por semana ...
Quando expandimos a consciência conseguimos perceber a vital importância de sentimentos como - a alegria.
Estamos vivendo atualmente num mundo caótico e violento, então agora, deem uma pausa, assistam e curtam momentos de pura alegria, esse nosso precioso dom divino.
Imagem: portalangels.com
terça-feira, 1 de novembro de 2011
O mito do herói ou a mania de ser bonzinho
Herói, aqui entendido, como aquele que só realiza boas ações e não aquelas proezas hollywoodianas.
Muitas vezes fico me perguntando como será a vida daqueles que creem firmemente que devem ser bonzinhos o tempo todo (as maiores vítimas são os condicionados pelas religiões). Deve ser um inferno, pois se até Jesus chicoteou os vendedores do templo, o que sobra para nós? rsrs
Todos nós, sem exceção, temos o nosso lado sombrio ou como dizem: negativo.
Por que os filmes de ação, com muitas mortes, fazem tanto sucesso? Não seria uma forma socialmente aceita e subliminada de realizarmos as nossas fantasias agressivas?
Pense bem, durante o desenrolar do filme você torce para o mocinho vencer o bandido e quando finalmente ele o mata, você não sente uma satisfação, um alívio? Pois é! ...
Ah, mas filme é ficção, não acontece de verdade. Sim, suas fantasias agressivas também não, elas se resolvem através do “Duro de Matar’ ou do “Homem Aranha”. E assim todo mundo fica em paz com suas consciências de pessoas “boazinhas”. ...
Estou sendo cínica? Não, só estou sendo realista e esclarecendo como somos realmente – sem as máscaras.
Entre no ambiente de qualquer congregação de cunho espiritual ou religioso (espíritas, esotéricos, evangélicos, católicos, etc.). Como se portam as pessoas ali reunidas? Eu digo: todos têm uma expressão amável no rosto, alguns sorrindo. Você crê, realmente, que todos ali são anjos de candura?
Se o crê, você é muito ingênuo/a.
Muitos deles quando voltam para suas casas vão brigar com o/a esposo/a ou com o/a filho/a e descontar neles uma raiva contida, talvez do líder espiritual que lhe chamou a atenção “injustamente” ou daquele crente que não deu o dízimo (criatura avara!). rsrs
Ser bonzinho é um dos mais fortes condicionamentos que temos. Desde a infância os pais já o ensinam aos filhos e os repreendem ou castigam quando não o são.
Observem, por exemplo, o mais famoso de todos os heróis, Superman, chega a ser irritante de tão bonzinho que é; quase “perfeito”. A humanidade venera os bonzinhos, vê neles a realização de sua autoimagem idealizada (falsa e que necessita de máscaras).
A essa altura você deve estar se perguntando: então ser bonzinho é ruim, devo ser mauzinho? Não, esse raciocínio só demonstra a dualidade em que vivemos: bom-mau, certo-errado, preto-branco, etc. Toda experiência humana precisa ser polarizada. Foi assim que o aprendemos e fomos condicionados a acreditar.
Mas não precisa ser assim.
Não estou dizendo que você deve deixar de ser correto, íntegro, honesto, caridoso humanitário ou o que seja. O que quero é expandir sua consciência para que enxergue que você é tudo: bonzinho-mauzinho, honesto-desonesto, manso-agressivo e daí por diante. Isso não faz de você um ser mau, o faz simplesmente humano. Um humano que está em processo de aprendizagem – aprender a ser consciente mesmo!
Conforme vamos expandindo nossa consciência, boas atitudes e bons comportamentos passam a ser reações naturais, compreendemos e aceitamos o que julgamos ser nossas “imperfeições”.
Não precisamos mais ser hipócritas porque sabemos que não somos cem por cento bons, mas também não somos cem por cento maus.
Conforme a consciência se expande, não vemos mais a necessidade de vingar uma ofensa, por exemplo, até porque se ela não nos atingiu, que mal fez?
Não vemos mais a necessidade de humilhar o outro (isso é decorrente de insegurança e/ou baixa autoestima) porque sabemos quem somos – um ser divino e, como tal, grandioso.
Com o desenvolvimento da consciência, compreendemos que uma boa ação só é válida se não causou mal a quem a perpetrou. O conceito de auto-sacrifício foi inventado pelas religiões, jamais o seria por um Criador amoroso e benevolente.
Enfim, resumindo, essa história de “ser bonzinho” é uma das máscaras que muitos usam para encobrir suas percepções sobre si mesmo de características que consideram reprováveis.
E os heróis, por que são considerados mitos? Porque não existem realmente. (Falei o óbvio, dãh) rsrs
Imagem: blogdomikenino.blogspot.com
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Você tem poder?
Já mencionei mais de uma vez, aqui no blog, o poder pessoal. Não explicitei este conceito, portanto o faço hoje para esclarecer qualquer mal entendido.
A palavra poder tem tido, no decorrer da história humana, muita conotação negativa. Por quê? Porque o poder tem sido usado ou exercido, excessivas vezes, de forma abusiva, ditatorial, cruel, etc. Não somente por governantes ou figuras expoentes, mas por qualquer indivíduo comum.
Papais e mamães, por maior que seja seu amor pelos filhos, invariavelmente abusam de seu poder sobre os pequenos (o tamanho já contribui para colocá-los em situação inferior). Sim, a justificativa é bem conhecida: educar os filhos, formar-lhes o caráter, ensinar os bons costumes ...
Claro que as intenções são boas, porém não justificam abuso de poder e ainda não conheci nenhum pai ou mãe que fosse exceção.
Acontece espontaneamente, sutilmente, sem que os protagonistas se dêem conta. Os filhos, até uma certa idade, são obrigados a fazer o que os pais querem. E fim de papo! rsrs
Vocês podem me contradizer, usando de justificativas (racionalizações), mas não estarão sendo lúcidos (leiam sobre lucidez aqui)
Este talvez seja o motivo de (a maioria de nós), quando chegarmos à idade adulta, ignorarmos ou resistirmos ao nosso poder pessoal já que crescemos percebendo o poder como uma coisa negativa.
Contudo o poder é um dos nossos dons divinos.
Como a humanidade é ignorante sobre cosmogonia, a grande maioria foi ensinada (condicionada) que somos todos peões nas “mãos” de um ser superior todo poderoso, e que pode ser punitivo, acabamos nos tornando no que sempre acreditamos.
Eu, realmente, não consigo entender como as pessoas não se dão conta das incongruências de algumas de suas crenças. Por exemplo, por que se consideram tão pequeninas se tá lá na Bíblia que:
- “E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou...”. Será que interpretaram isso como sendo cabeça, tronco e quatro membros? rsrs
- “... sois deuses...”. (a genética o comprova, filho de deus tem que ser deus também) rsrs
- “Sede perfeitos como vosso Pai Celestial”. (então podemos ser perfeitos...)
- Jesus teria dito: “Aquele que crê em mim (fé na Divindade) fará também as obras que eu faço e outras maiores” (ou seja, ter o mesmo poder que ele tinha).
Parece que as pessoas dão maior relevância às partes da Bíblia (citada porque grande parte da humanidade se guia por ela) que falam no que “não devemos fazer” e no quanto somos impuros e pecadores (conceitos pertinentes à época porque a consciência era diminuta, hoje é diferente).
Bem, eu compreendo que as palavras da Bíblia foram interpretadas, e também distorcidas, por homens que queriam ter poder sobre os demais, míseros crentes incultos, os sacerdotes das futuras religiões organizadas.
Se pesquisarmos mais a fundo, em livros não religiosos, encontraremos muitos ensinamentos que tornam mais clara a nossa natureza divina e o fato de sermos Deus também.
Esse é o nosso poder pessoal, sermos tão magnificentes quanto a Divindade, a Fonte de onde viemos. Infelizmente estamos esquecidos de quem somos ou o quê somos, contudo podemos usar nosso poder pessoal para o relembramos. Encarnados aqui no planetinha, vivendo em maya (ilusão), sentindo-nos pequenos e insignificantes (frente ao “poder maior”) acabamos distorcendo nosso dom divino – o poder, transformando-o em ferramentas de abuso, subjugação, etc.
Em alguns indivíduos, quanto maior o seu sentimento (inconsciente) de menos valia ou impotência mais exercerão poder sobre o outro/s para sentirem-se superiores.
Aquele que sabe que é Deus também, mas atualmente encarnado num frágil corpo humano, será humilde, porque conhece a sua ignorância, e compassivo e amoroso com os demais.
O poder pessoal divino é interminável ao passo que o pseudo-poder humano é factível de término. Kadafi acabou de comprovar isso, sem mencionar outros “poderosos” da História que já caíram de seus pedestais. (leia mais aqui)
E você, conhece o seu poder? Como o exerce?
Imagem: asianmirror.lk
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Arrepender-se tarde demais
Bronnie Ware, é uma cidadã americana com um site na internet e página no Facebook. Dotada de um especial dom de apreciar a vida e crer nas pessoas traz esta matéria que compartilho com vocês.
Notem nos pontos 3 e 5 a presença da máscara.
“Por muitos anos eu trabalhei em cuidados paliativos. Meus pacientes eram aqueles que tinham ido para casa para morrer. Alguns momentos incrivelmente especiais foram compartilhados. Eu estava com eles nas últimas três a doze semanas de suas vidas.
As pessoas crescem muito quando são confrontadas com sua própria mortalidade. Eu aprendi a nunca subestimar a capacidade de alguém para o crescimento. Algumas mudanças foram fenomenais. Cada um experimentou uma variedade de emoções, como esperado, a negação, medo, raiva, remorso negação, e, eventualmente, mais aceitação. Cada paciente encontrou sua paz antes de partir, porém, cada um deles, quando questionados sobre algum arrependimento que tinham ou qualquer coisa que fariam diferente, temas comuns vieram à tona novamente e novamente. Aqui estão os cinco mais comuns:
1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida verdadeira para mim e não a vida que os outros esperavam de mim.
Este foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham para trás, é fácil ver como muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não tinha honrado a metade dos seus sonhos e morreram sabendo que era devido às escolhas que fizeram ou deixaram de fazer.
É muito importante tentar realizar pelo menos alguns de seus sonhos ao longo do caminho. A partir do momento que você perde a sua saúde, é tarde demais. Saúde traz uma liberdade que poucos percebem, até que já não a tem mais.
2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto.
Isto veio de todos os pacientes do sexo masculino que eu acompanhei. Eles perderam o crescimento de seus filhos e o companheirismo da parceira.
As mulheres também citaram este arrependimento, mas como a maioria era de uma geração menos recente, muitas das pacientes do sexo feminino não tinham sido chefes de família. Todos os homens que eu acompanhei se arrependeram profundamente de passar tanto tempo da sua vida com foco excessivo no trabalho.
Ao simplificar o seu estilo de vida e fazer escolhas conscientes, ao longo do caminho, é possível não ter que precisar de um salário tão alto quanto você acha. E criando mais espaço em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, mais adequado ao seu novo estilo de vida.
3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
Muitas pessoas resguardaram seus sentimentos para manter a paz com os outros. Como resultado tiveram uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eram realmente capazes de ser. Muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam como resultado.
Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, embora inicialmente as pessoas possam reagir quando você muda a maneira de falar, sendo honesto, no final a relação fica mais elevada e saudável. Se não ficar, é um relacionamento que não vale a pena manter. Você ganha de qualquer maneira.
4. Eu gostaria de ter ficado em contato com meus amigos.
Muitas vezes os pacientes terminais não percebiam os benefícios de ter por perto antigos e verdadeiros amigos até a semana da sua morte, e nem sempre foi possível encontrá-los. Muitos haviam se tornado tão centrados em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro se diluírem ao longo dos anos. Havia muitos arrependimentos por não dar atenção a essas amizades da forma como mereciam. Todos sentem falta de seus amigos quando estão morrendo.
É comum que qualquer um, em um estilo de vida agitado, deixe escapar amizades, mas quando você se depara com a morte se aproximando os detalhes caem por terra. Não é dinheiro, não é status, não é posse. Ao final, tudo se resume ao amor e relacionamentos. Isso é tudo o que resta nos dias finais: amor.
5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz.
Este é surpreendente. Muitos não perceberam, até ao final da sua vida, que a felicidade é uma escolha. Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto”. O medo da mudança os fazia fingir para os outros e para si mesmos, enquanto lá no fundo ansiavam rir e ter coisas alegres e boas na vida novamente.
Vida é uma escolha. A vida é SUA. Escolha com consciência, com sabedoria, com honestidade. Escolha ser feliz.”
Dá para pensar, não é?
Fonte: http://www.inspirationandchai.com/
Imagem: pablo.deassis.net.br
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sexta-feira, 14 de outubro de 2011
O povo está nas ruas
Antes tarde do que nunca!!!
Dia 12, as pessoas, aproveitando o feriado nacional, fizeram protestos contra a corrupção que assola o nosso país, pelo que vi na TV.
Conforme comentava-se, na matéria a que assisti, em tais protestos não havia vinculação com partidos, sindicatos ou outro tipo de associações. Era somente o povo reunido manifestando sua revolta e insatisfação com o que tem acontecido por aqui.
É, as pessoas estão finalmente acordando, desenvolvendo a consciência. Cientistas comportamentais não estão encontrando explicação para o que vem acontecendo no mundo, já que essas manifestações públicas estão sendo globais.
Recentemente na Índia houve a greve de fome de um militante anticorrupção, Anna Hazare, de 74 anos.
No Oriente Médio tivemos a chamada Primavera Árabe que parece ter começado após a morte de Mohamed Bouazizi (1984 – 2011) que tocou fogo em si mesmo por não poder continuar com seu trabalho de vendedor ambulante nas ruas de Tunis. Após houve também imolações no Egito, Argélia e Mauritânia, seguidas de manifestações populares.
Por lá ditadores caíram e outros estão por cair. A última notícia “tragicômica” é: mulheres sauditas vão poder votar e se eleger para cargos municipais. Tragicômica porque naquele país continua a vigorar a proibição às mulheres de dirigir e vocês sabem como é a vida delas por lá. Aff! De qualquer forma, já foi um avanço.
No Chile estudantes foram às ruas exigindo educação pública de qualidade e gratuidade de estudos para os que não podem pagá-los.
Na Grécia o povo vai às ruas também para protestar contra o fato de os trabalhadores pagarem as dívidas dos “graúdos”.
Recentemente, nos Estados Unidos, começaram as passeatas e manifestações nas ruas contra Wall Street, símbolo do capitalismo americano desenfreado e selvagem.
Enfim, em toda parte as pessoas estão dando um basta ao modo como são tratadas por seus governos, sejam eles ditatoriais ou democráticos.
Democracia. Na escola aprendemos que a palavra quer dizer governo do povo pelo povo. E onde é que existe isso? Lugar nenhum. O que vemos nos países ditos democráticos é um grupo de indivíduos que foram eleitos para representar o povo, mas que na prática legislam ou governam em proveito próprio.
Bom, mas de quem é a responsabilidade por tal estado de coisas? De cada um e de todos (adultos em plena posse de suas faculdades mentais).
Lá atrás, há muito tempo, as pessoas abdicaram de suas responsabilidades por si mesmo e pela condução das atividades grupais (povoado, cidade, etc.). Acharam mais fácil/confortável eleger uma pessoa ou grupo para dirigir as atividades do grupo total. Talvez porque já estivessem condicionadas a ser comandadas (épocas precedentes de reis divinos). Seja qual tenha sido o motivo da decisão, sempre houve a possibilidade de escolha, mesmo que difícil.
Transferiram o seu poder para um governante ou uma assembléia. E assim vivemos até hoje.
Com o passar do tempo o ser humano médio, comum foi ficando cada vez mais preguiçoso e irresponsável, delegando cada vez mais poder aos seus governantes e/ou representantes eleitos.
Claro que a História mostra “n” casos de inconformismo, revoltas e revoluções, mas se analisarmos as revoltas e revoluções contra o sistema dominante vão perceber que após o período de contestações e mudanças (de comandos e/ou políticas) sobrevém uma estagnação e as pessoas, mesmo não gostando ou aprovando o novo sistema/governo acabam aceitando-o. Isso aconteceu lá na antiga Roma como também na União Soviética após a subida de Stalin ao poder.
Diz um velho ditado: “cada povo tem o governo que merece”. Nada mais certo e apropriado!
Enquanto o ser humano tiver preguiça de pensar, não querer aceitar a responsabilidade por sua vida e não desenvolver a consciência continuará sendo mero marionete comandado por aquele/s que elegeu ou permitiu que tomasse o poder.
Quando transferimos nosso poder pessoal a um “governo” ficamos do jeitinho que ele gosta: sem liberdade, sem voz ativa e manipuláveis.
Os pleiadianos dizem: “A tirania suprema numa sociedade não é controlada pela lei marcial. É controlada pela manipulação psicológica da consciência, através da qual a realidade é definida de tal forma que as pessoas que nela vivem nem mesmo percebem que são prisioneiras.” (Mensageiros do Amanhecer – Barbara Marciniak)
Acordem! Este é um momento único na história da humanidade. Nada resolve ficar reclamando nos papos de bar com os amigos ou nos corredores com os colegas de trabalho, é hora de ir às ruas engrossar as fileiras daqueles que já acordaram e deixaram a preguiça de lado. A união faz a força, mesmo que tarde um pouco o resultado almejado.
Usem a internet, os blogs, as redes sociais. É a hora do GAME OVER.
Eu estou fazendo a minha parte … e você?
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