"No Egito as bibliotecas eram chamadas Tesouro dos remédios da alma. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.”

(Jacques Bossuet).

sexta-feira, 15 de março de 2013

Os malefícios da Bíblia

menonitas

Após assistir a um documentário no NatGeo sobre os menonitas que vivem na Bolívia, julguei que precisava tratar do tema aqui já que o objetivo deste blog é expandir consciências.

Fiquei de boca aberta durante a maior parte do documentário, recusando-me a crer que nos dias atuais tanta ignorância ainda se mantenha.

Os menonitas são um grupo de denominações cristãs que descende diretamente do movimento anabatista que surgiu na Europa no século XVI, na mesma época da Reforma. Tem o seu nome derivado do teólogo frísio Menno Simons”. (Wikipédia)

O documentário mostra principalmente os costumes de uma colônia ultraconservadora localizada em Manitoba, lado oriental da Bolívia. Vejamos então alguns fatos:

Os integrantes dessa colônia menonita não usam eletricidade ou asfaltamento de ruas. Dedicam-se à agricultura, sendo este, pelo que entendi, seu único modo de subsistência.

Seus membros não podem ouvir música, portanto não podem possuir rádios ou qualquer outro aparelho de reprodução, o que, aliás, também fica difícil já que não possuem eletricidade.

A única música que existe, durante os cultos religiosos, é a entoação de seus hinos, mas sem a participação de qualquer instrumento musical, que também são proibidos.

Não podem possuir telefones, celulares ou computadores (este, segundo eles, consta da bíblia como proibitivo), ou seja, nada de tecnologia entra na colônia. Podem andar de carro, mas é proibida a direção ou posse de algum. Sua locomoção é através de charretes ou carroças movidas à tração animal (pelo jeito fazer um animal de escravo é permitido pela bíblia).

Todos eles falam alemão (língua do país de origem). Às meninas não é estimulado o aprendizado do espanhol, mas os meninos podem aprendê-lo (precisarão para depois poder vender sua colheita nas cidades vizinhas).

Na escola (localizada dentro da colônia) não é ensinado geografia, ciências e outras matérias comumente curriculares em escolas normais. Ou seja, eles não têm nenhum preparo para poder seguir estudos avançados.

Qualquer membro que não se adeque às regras da colônia ou religião é excomungado e não poderá mais ter contato com os outros membros da comunidade, mesmo que sejam familiares.

Tudo isso não é deixar a gente de boca aberta ou cabelo em pé?

Agora vamos ao que determina tal tipo de vida nos moldes da Historia Antiga? A famosa bíblia.

Os pastores ou ministros da religião são os ditadores das regras, segundo eles, encontradas na bíblia. Parêntese: os pastores são todos abastados, enquanto que membros da colônia que estejam desgostosos com os costumes não podem se afastar da mesma por não possuírem dinheiro suficiente para tal.

Os menonitas, como outras denominações religiosas, se dizem cristãos, mas o que menos seguem é ao Cristo. Seguem sim o Antigo Testamento que é a religião dos judeus.

Jesus, segundo a própria bíblia, teria dito repudiando a tradição dos anciãos: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim (Marcos 7:6) e em vão me adoram ensinando doutrinas que são preceitos de homens (Marcos 7:7).

Eis o malefício da bíblia quando lida e seguida por pessoas ignorantes: voltam a viver como nos tempos antigos. Há outros exemplos além dos menonitas como os amish (também oriundos dos anabatistas), os judeus hassídicos e os mais conhecidos, as testemunhas de Jeová. Quando digo ignorantes não estou usando o termo pejorativamente e sim no sentido de ignorar outras verdades, outras ideias, filosofias, etc.

O apego aos ensinamentos bíblicos do Antigo Testamento apresenta outro ponto negativo que é a repressão do instinto sexual. Daí ser bem comum no meio cristão, tanto católico quanto evangélico, o costume do estupro e pedofilia. Nessa mesma colônia retratada no documentário houve em 2011 a prisão de 7 integrantes da comunidade e que foram condenados pelo estupro de mais de 100 mulheres.http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/08/110826_bolivia_estupros_rp.shtml

Sei perfeitamente que há “cristãos” mais de acordo com os novos tempos, como os católicos e boa parte dos evangélicos, mas mesmo esses, por causa de sua incondicional crença na bíblia, se mostram em grande parte preconceituosos e até fundamentalistas fanáticos. Temos em nosso país exemplos bem conhecidos que aparecem na televisão e agora até no nosso legislativo.

O Antigo Testamento não pode servir de exemplo a ser seguido por ninguém, pois está permeado de atitudes vis e criminosas como incesto, escravidão e assassinatos em massa, inclusive de crianças. É um texto que se presta brilhantemente para que ministros de igrejas continuem manipulando e exercendo poder sobre suas “ovelhas” (este termo tão usado por eles já diz exatamente o que são os seguidores das religiões cristãs). Veja aqui: http://expandiraconsciencia.blogspot.com/2012/03/mentalidade-de-rebanho-explicada.html

É, há muito caminho pela frente para que haja mais expansão de consciência neste planeta...

Imagem: http://de-avanzada.blogspot.com

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sexta-feira, 8 de março de 2013

As Sete Emoções Negativas conforme a medicina chinesa

acupuntura

A medicina oriental, principalmente a chinesa e indiana, tem milhares de anos. É uma medicina de caráter holístico, não está fundamentada nos sintomas e sim no equilíbrio do paciente como um todo.

Até a medicina ocidental já está mais atenta aos problemas físicos de ordem psicossomática. Futuramente creio que chegará à mesma conclusão que a medicina chinesa – antes do físico, a doença se manifesta no corpo energético do ser humano.

Fique sabendo a ligação entre sete emoções e órgãos do corpo conforme a ótica da medicina chinesa.

“Raiva

Está associada ao fígado. Por sua natureza, a raiva causa o aumento do qi, o que provoca rosto e olhos avermelhados, dores de cabeça e vertigens. Isso coincide com o padrão de aumento do chamado fogo do fígado. A raiva também pode fazer o qi do fígado “atacar o baço”, produzindo falta de apetite, indigestão e diarréia, geralmente isso ocorre com pessoas que discutem na mesa de refeições ou comem enquanto dirigem.

Numa visão mais a longo prazo, a raiva ou frustração reprimida normalmente causa a estagnação do qi e isso pode resultar em depressão ou desordens menstruais. É interessante notar que as pessoas que ingerem ervas para liberar o qi estagnado do fígado normalmente experimentam surtos de raiva quando a estagnação é liberada. A raiva passa quando o equilíbrio é restaurado. Da mesma forma, geralmente a raiva e a irritabilidade são os fatores determinantes no diagnóstico da estagnação do qi do fígado.

Muitas pessoas ficam aliviadas ao saber que sua raiva tem um fundo fisiológico. É essencial evitar ingerir café durante o tratamento de desordens do fígado relacionadas à raiva, pois o café aquece o fígado e intensifica muita a condição desfavorável.

Alegria

A emoção da alegria está ligada ao coração. Uma desordem relacionada à alegria pode parecer estranha, já que a maioria das pessoas deseja o máximo de alegria em suas vidas. As desordens dessa emoção não são causadas pela felicidade. O desequilíbrio surge quando entusiasmo ou estímulos excessivos ocorrem ou boas notícias súbitas chegam como um choque para o sistema.

Ao avaliar os níveis de estresse os psicólogos verificam todas as fontes de estresse: positivas e negativas. É claro que a morte de um cônjuge ou a perda de um emprego é uma fonte significante de estresse. Porém, um casamento ou promoção no emprego, ainda que seja uma ocasião feliz, também é uma fonte de estresse.

Uma pessoa que está constantemente saindo, freqüentando festas e vivendo uma vida de excessos, pode acabar desenvolvendo desequilíbrios do coração como palpitações, ansiedade e insônia. Uma pessoa com desequilíbrios no coração também pode demonstrar sintomas emocionais, já que o coração é o lar do espírito (shen). Uma pessoa com sérios distúrbios no shen do coração pode ser vista conversando alegremente consigo mesma e tendo surtos de gargalhadas.

Tal comportamento resulta da incapacidade do órgão do coração em proporcionar um local de descanso estável para o espírito. Esse tipo de desequilíbrio é tratado com acupuntura ao longo do meridiano do coração. Os tratamentos herbários consistem em fórmulas que nutrem o sangue do coração ou yin. Se o fogo do coração perturba o espírito, ervas que limpam o calor do coração são usadas.

Preocupação

A preocupação, uma emoção muito comum em nossa sociedade repleta de estresses, pode esgotar a energia do baço. Isso pode causar distúrbios digestivos e acabar levando à fadiga crônica: um baço enfraquecido não pode transformar o alimento em qi de maneira eficaz e também os pulmões são incapazes de extrair o qi do ar eficientemente.

Uma pessoa que se preocupa muito “transporta o peso do mundo sobre seus ombros”, e uma palavra que descreve muito bem como uma pessoa se sente quando o qi de seu baço está fraco é depressão. O tratamento inclui moxa e ervas que fortificam o baço, o que proporciona à pessoa energia para lidar com os problemas da vida em vez de vivenciá-los.

Pensamento obsessivo

Pensar excessivamente ou obsessivamente sobre um assunto também pode esgotar o baço, o que causa a sua estagnação. Uma pessoa com essa condição pode exibir sintomas como falta de apetite, esquecer de se alimentar e inchaço após comer. Com o tempo, a pessoa pode desenvolver uma complexão pálida devido à deficiência de qi do baço. Eventualmente, isso pode afetar o coração, fazendo a pessoa sonhar com os mesmos assuntos à noite. Geralmente os estudantes são afetados por esse desequilíbrio. O tratamento padrão é usar ervas que tonifiquem o sangue do coração e o qi do baço.

Tristeza

A tristeza ou pesar afeta os pulmões, produzindo fadiga, falta de ar, choro ou depressão. O tratamento dessa condição envolve acupuntura para os pontos ao longo dos meridianos do pulmão e rim. Normalmente, fórmulas herbárias são usadas para tonificar o qi ou yin dos pulmões.

Medo

A emoção do medo está relacionada com os rins. Essa ligação pode ser prontamente percebida quando o medo extremo faz uma pessoa urinar incontrolavelmente. Nas crianças isso também se manifesta quando elas urinam na cama, o que os psicólogos associaram com insegurança e ansiedade.

A ansiedade prolongada devido às preocupações com o futuro pode esgotar o yin, yang e qi dos rins, o que pode eventualmente levar à fraqueza crônica. O tratamento envolve tonificar os rins com tônicos yin ou yang, dependendo dos sintomas particulares.

Choque (pavor)

O choque é especialmente debilitante para os rins e o coração. A reação “lutar ou fugir” causa uma liberação excessiva de adrenalina das glândulas adrenais ou supra-renais que se localizam sobre os rins. Isso faz o coração responder com palpitações, ansiedade e insônia.

O estresse crônico oriundo do choque pode ser muito debilitante para o sistema inteiro, causando uma ampla gama de problemas. O choque severo pode ter um efeito duradouro sobre o shen do coração, como fica evidente em vítimas da síndrome do estresse pós-traumático. O tratamento envolve psicoterapia, ervas que acalmam o espírito e nutrem o coração e rins, e tratamentos regulares de acupuntura.”

Fonte: http://saude.hsw.uol.com.br/medicina-chinesa-causas-das-doencas6.htm

Imagem: saudeonline.grupomidia.com

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Fisiologia explica por que o amor é cego

amor cego

De vez em quando é bom dar uma folga aos neurônios dos leitores e postar temas mais palatáveis, ainda que seja de caráter científico. rsrs Então aí vai.

Desde a adolescência, a médica paulista Cibele Fabichak se perguntava sobre vários assuntos relacionados a amor, emoções e sexo. Quando entrou na faculdade de medicina, já no primeiro ano, apaixonou-se por fisiologia e começou a buscar as respostas nesta área para suas dúvidas. O resultado é o livro “Sexo, Amor, Endorfinas & Bobagens” (Editora Novo Século, R$ 29,90), em que a médica explica por meio de estudos científicos como funcionam os mecanismos da paixão e do amor no corpo e na mente.

A primeira pergunta da entrevista, portanto, não poderia ser outra: o amor pode ser explicado biologicamente? “Sim, já temos vários trabalhos para entender melhor como funciona o cérebro e os hormônios, além de outros elementos, como história pessoal, cultura e ambiente”, diz. Ela cita a antropóloga americana Helen Fisher, que classificou o amor em três etapas:

1ª – Desejo sexual, em que o principal hormônio envolvido é a testosterona.

2ª – Atração física ou sexual, caracterizada por grande euforia e felicidade intensa. Fase regida pelos hormônios que proporcionam bem-estar, como dopamina, endorfina e serotonina.

3ª – Vínculo duradouro, o amor.

Diante dessa classificação, outra pergunta é automaticamente respondida: o amor pode vir com o tempo. Mas, e o tal do famoso amor à primeira vista? De acordo com Cibele, seria mais correto dizer paixão à primeira vista. Segundo ela, o grande gatilho é olhar e gostar. Os estudiosos buscam explicação para esse comportamento nos homens primitivos: a natureza busca a procriação, portanto é importante que o macho (principalmente) tenha uma visão que o atraia. E esse mecanismo precisa agir rápido nos animais porque o período fértil é curto para a fêmea. “O ser humano herdou dos primórdios esse encantamento rápido pela fêmea. E esse comportamento é universal, de acordo com pesquisas feitas com vários povos”, afirma a médica.

A mulher também é atraída pela visão, mas nem tanto. Para ela é importante visualizar também o aspecto emocional no homem. E aí entram outros elementos: cultura, bom humor, status social, se dá segurança, se é provedor. “A velocidade com que o homem se apaixona é mais rápida. Já a mulher demora mais porque ela precisa de tempo para avaliar”, conclui Cibele.

Por que o amor é cego?

Pesquisas demonstram que a paixão tem duração de aproximadamente 12 a 48 meses. “Esse seria o tempo para fortalecer a união, acontecer o ato sexual, a gestação e a criação do bebê (até que tenha certa independência, por volta dos 2 anos). A natureza faz as contas perfeitamente”, brinca Cibele.

E isso só é possível porque, quando o indivíduo está apaixonado, o sistema límbico (central das emoções) produz uma avalanche de substâncias que tornam o amado “perfeito”. Por isso se diz que o amor é cego, além de ser uma boa explicação para escolhas erradas, casamentos precipitados e afins. Quando passa essa onda de prazer que distorce os novos julgamentos, o casal começa a enxergar o outro exatamente como ele é. Se os laços formados são fortes e existem outros elementos que ligam o casal além do sexo, a parceria continua.

A médica, no entanto, avisa que o principal ponto para a manutenção da união é o novo. “O casal deve realizar atividades novas, como um jantar romântico de vez em quando, tentar posições sexuais diferentes, planejar viagens etc.”, aconselha. “A cada novidade, nosso cérebro ativa as substâncias que trazem prazer”, diz.

Rompimento

Estudos mostram que a pessoa apaixonada se acostuma com as substâncias produzidas pelo cérebro que geram uma onda de prazer e satisfação. “Após a separação, é como se o cérebro estivesse ‘viciado’, por isso o indivíduo entra em estado de abstinência”, explica a autora.

Como resultado, pode-se citar a raiva, a busca intensa pelo parceiro e até o aumento do estado de paixão, já que são mantidas as atividades cerebrais que estimulam a paixão. “Essa fase pode demorar de dias a meses”, avisa a médica. E, a partir do momento em que cessam os estímulos do parceiro, a pessoa pode entrar numa fase de tristeza e depressão.

“Toda essa química do cérebro começa a diminuir e a estimular a atividade do córtex pré-frontal, região importante para o julgamento crítico, discernimento. Começa, então, a construção do ódio, o oposto do amor, e sentimento de total distanciamento, o que facilita o rompimento”, explica a especialista. Segundo ela, algumas exageram e chegam à vingança. Vários elementos, como educação, personalidade, cultura, ambiente, transtornos psíquicos etc., vão determinar se o indivíduo vai passar por essas fases e seguir em frente ou cometer loucuras de amor.

Fonte: Rosana Ferreira - Editora-assistente de UOL Estilo Comportamento

Imagem: baudakinha.blogspot.com

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Experiências fora do corpo. Parte II

EFC2

Continuando o instigante tema, hoje os convido a tomarem conhecimento de algumas experiências fora do corpo realizadas no Instituto Monroe e dos “contatos” com diferentes entidades que aconteceram nessas ocasiões. Como verão, são informações surpreendentes e que demonstram o quão pouco sabemos a respeito desse outro mundo que não vemos, com exceção daquelas pessoas denominadas psíquicas e/ou médiuns.

As experiências dos participantes são realizadas nas cabines a que me referi no post anterior e são relatadas ao monitor de plantão (lembrar que as saídas do corpo são conscientes, com o participante em total relaxamento, mas acordado).

“SS/SCA (Assistente Social):

Estou falando com o meu homem verde e praticando subir e descer até onde eles estão e descobri porque ele tem esse roupão verde. Ele disse que não precisava dele, mas que eu precisava para me sentir melhor com ele. Disse que eu ainda tenho alguns medos por isso ele ainda quer que eu me sinta mais confortável ao entrar e sair do meu corpo. (...) Quero me sentar e conversar com ele um pouco mais (...) ele acabou de sentar e falou sobre mim e onde estou. E me disse que é uma espécie de meu supervisor. Ele é, de certa forma, meu responsável pelo meu crescimento e desenvolvimento. (...) Aparentemente ele tem passado por uma porção de vidas em diferentes épocas e não sei se elas fazem parte dele ou não.

Senti-me muito confortável aqui, como se pertencesse a esse lugar e já tivesse me sentido assim antes. Acho que já fiz algum progresso porque desta vez não precisei de ninguém para me ajudar. (...)”

Nesta aqui, uma entidade se comunica com o monitor por intermédio da participante.

“SS/SHE (Psiquiatra de apoio):

Monitor: - Como é a luz?

- É como uma estrela. Quando me concentro nela, começo a flutuar.

Monitor: - Faça experiências com a luz.

- Agora eles estão chegando mais perto, agora eu estou chegando perto deles.

(Intervalo de tempo: 2:55)

Nova voz: - Como vai?

Monitor: - Estou muito feliz em ver você e muito agradecido por ter vindo.

Nova voz: - É difícil chegar aqui.

Monitor: - Qual é a dificuldade?

Nova voz: - Há muitas camadas para penetrar.

Monitor: - Ficamos muito agradecidos por você penetrar nas camadas para chegar até nós. Vamos ajudá-los como pudermos.

Nova voz: - A cor dela é ótima. Temos que achar uma maneira de ajudá-la a passar.

Monitor: - Você tem alguma recomendação a fazer?

Nova voz: - Precisa haver um período em que ela vá com mais profundidade.

Monitor: - Você sugere um período preliminar maior?

Nova voz: - Possivelmente. Ficará mais fácil à medida que a confiança for surgindo. Ainda há muito medo.

Monitor: - Fico grato com a sua preocupação com ela.

Nova voz: - Agora ela está se sentindo confusa. Eu a levei para um lugar onde ela possa descansar.”

SS/R (Físico):

- Já passei por todo tipo de coisas e tenho tentado separá-las e colocá-las em uma espécie de ordem racional. Em primeiro lugar, tive a impressão de que a realidade da matéria física – aquilo que considero normalmente ser chamado de realidade, não só a matéria física, mas também nossos devaneios e nossas qualidades imaginativas intuitivas – fazem parte de uma espécie de um grande devaneio ou pensamento proveniente de uma consciência mais elevada. (...)

Nossa posição nesse devaneio é a de aprendermos coisas e procurar melhorar, esforçando-nos para sermos mais. Agora, não sei bem por que essa consciência ou espírito elevado está tendo esse devaneio, mas tenho a sensação de que é para o seu próprio aprendizado. Ela aprende à medida que aprendemos.”

Monroe reuniu centenas, talvez milhares de gravações desses experimentos. Cabe frisar aqui que Monroe não seguia nenhuma religião e fez questão de, nos seus experimentos, descartar conotações religiosas. No entanto, não só ele, mas alguns participantes ficaram convictos de existir uma inteligência maior que a tudo coordena.

Seus livros me trouxeram ratificação de muitos ensinamentos dos mestres ascensionados e de escritos espiritualistas.

Tenho plena certeza que futuramente tais conhecimentos farão parte inclusive da ciência humana.

Fonte: Livro Viagens Além do Universo de Robert Monroe

Imagem: http://portugalgg.blogspot.com.br/

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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Experiências fora do corpo – parte I

EFC

Robert Monroe, engenheiro e jornalista, no ano de 1958, começou a passar por estranhas experiências fora do corpo (também chamadas viagens extrafísicas, desdobramento, projeção ou viagem astral). De início suas saídas extracorpóreas aconteciam espontaneamente, sem que ele tivesse tido vontade disso ou comando sobre as mesmas. aos poucos, conforme o tempo passava, foi se acostumando com as saídas e finalmente as programava, saindo do corpo por vontade própria.

A partir daí todo um novo universo se descortinou para Monroe, mudando sua visão de mundo e inclusive sua fisiologia. Ele relata suas viagens e descobertas no livro Viagens fora do corpo, Ed. Record, 1971.

Como cientista que era, e até por instinto de preservação, quis pesquisar sobre o assunto e o caminho levou-o para longe das religiões, parapsicologia e disciplinas orientais, pois aí não encontrou a confirmação científica que procurava. Quase nada encontrando resolveu, lá pelos anos 70, junto com alguns colaboradores, todos profissionais de grau universitário, fundar um instituto para pesquisar e desenvolver técnicas de saída do corpo – o Instituto Monroe de Ciências Aplicadas.

O laboratório de testes consistia em três cabines de isolamento com uma cama com colchão d’água aquecida, controle de ar, temperatura e acústica. Todas as três ligadas separadamente à sala de controle onde eram registrados sinais fisiológicos dos participantes: EEG (eletroencefalografia) com oito canais, EMG (tônus muscular), pulsação e voltagem corporal.

Seus experimentos com os voluntários “pacientes” eram à noite o que acarretou que muitos acabavam dormindo durante as sessões. Como Monroe era engenheiro de som, pensou em utilizar sons para manter os pacientes acordados num estado de pré-sono e plenamente conscientes. Pôs mãos à obra e criou o que chamou de FFR (Frequency Following Response) ou Resposta Imediata à Frequência. Introduzindo certos tipos de sons nos ouvidos dos participantes descobriram que havia uma resposta elétrica semelhante nas suas ondas cerebrais e controlando essas freqüências de ondas conseguiam manter a pessoa acordada ou fazê-la dormir.

A partir de então Monroe e sua equipe alcançaram considerável progresso em seus experimentos. Com a divulgação de seus trabalhos começaram os convites para palestras e posteriormente para experimentos com vários participantes na forma de workshops. À época do lançamento de seu livro Viagens além do universo (1985), milhares de pessoas já tinham participado dessas experiências de saída do corpo assistidas pela equipe do Instituto.

Monroe deu palestras em grandes universidades americanas e organizações como o Smithsonian Institution e apresentou estudos sobre o assunto à Associação Psiquiátrica Americana. Seu trabalho foi sempre acompanhado por psicólogos e psiquiatras.

Estudos realizados após a publicação do livro Viagens fora do corpo indicaram que uma a cada quatro pessoas teve, no mínimo, uma experiência extracorporal espontânea (eu já tive umas cinco das quais me lembro).

A leitura dos livros de Monroe foi uma das mais instigantes que já chegou às minhas mãos. Seu conteúdo ratifica outras leituras minhas sobre expansão de consciência e confirma a existência de outras realidades bem como a reencarnação.

Já disse aqui e volto a dizer: somos muito, mas muito ignorantes a respeito do que é a realidade e o universo. Infelizmente as religiões ocidentais se encarregaram de nos condicionar com conceitos e crenças bobas e limitantes. Não temos a menor ideia do que nos rodeia que não conseguimos ver com os olhos físicos.

Os anos todos que Monroe despendeu em suas “viagens” fora do corpo o levaram a ter uma diferente visão de mundo, espaço e tempo.

Esta é a mensagem que os monitores do Instituto Monroe fornecem para os participantes memorizarem antes de iniciar seus experimentos fora do corpo:

“Sou mais do que o meu corpo físico. Por ser mais do que matéria física, posso perceber aquilo que é maior do que o mundo físico.

Assim, desejo me expandir, experimentar: conhecer, compreender, controlar, utilizar as energias e sistemas energéticos superiores que possam ser benéficos e construtivos para mim e para aqueles que me seguem.

Também desejo a ajuda e cooperação, a compreensão dos indivíduos cuja sabedoria, evolução e experiência são iguais ou maiores que as minhas. Peço a eles orientação e proteção contra qualquer influência ou força que possa me proporcionar menos do que os meus desejos expressos.” (livro Viagens além do universo)

Esta mensagem se justifica porque Monroe constatou que ele e outros participantes entravam em contato com outras entidades (algumas constituídas só de luz, mas também algumas desencarnadas de corpos físicos).

Aos céticos, sugiro assistirem este vídeo sobre um paciente sob anestesia geral que experimenta uma saída do corpo: http://www.youtube.com/watch?v=8GoVFGsLmzk&feature=youtu.be

Imagem: http://www.viagemastral.com/

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