"No Egito as bibliotecas eram chamadas Tesouro dos remédios da alma. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.”

(Jacques Bossuet).

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A medicina que não cura

medicina

A entrevistada  abaixo ( consciência já expandida) traz ideias muito diferentes e inovadoras. Ninguém é forçado a aceitá-las, mas estou segura de que suas palavras merecem ao menos uma reflexão para avaliar-se a pressão exercida pela indústria farmacêutica e como seu ganho depende intrinsecamente da doença e não da saúde.

“Este artigo é sobre a medicina que não cura. Comento brevemente uma excepcional entrevista.

Mais que interessante entrevista, uma das pessoas com mais personalidade e dos valentes médicos do mundo que se atrevem a dizer o que pensam. A verdade é que viveram o comércio real que é hoje a medicina convencional, uma medicina que não cura, mas que faz mal.

Mostra como pouco a pouco mais e mais profissionais da saúde educados na alopatia (tratar o corpo em partes) compreendem que não é o caminho adequado a seguir e denunciam o que está acontecendo. E o que está acontecendo é que na medicina atual, os que tomam as decisões, antepõem interesses econômicos a benefícios reais para os pacientes. A relação com as farmacêuticas etc. Ela explica em seu livro A Máfia Médica.” (Dr. Gabriel Gaviña)

Entrevista realizada por Victor-M.Amela com Ghislaine Lactot, ex médica.

Nasci em Montreal (Canadá). Fui médica e hoje sou Ghislaine Lactot médica da alma. Divorciei-me duas vezes e tenho quatro filhos (de 37 a 28 anos) e quatro netos.

P - Política?

R -.Soberania individual! Creia em si, você é divino e o esqueceu. A medicina atual fomenta a enfermidade, não a saúde, o denuncio em meu livro “A máfia médica”.

P - Estou gripado, O que me receita?

R - Nada.

P - Nem um pouquinho de Frenadol?

R - Para quê? Para encobrir os sintomas? Não! Atenda a seus sintomas, ouça a si mesmo! E sua alma lhe dará a receita.

P – Mas me meto na cama ou não?

R – Pergunte a si mesmo, e faça o que crê que lhe convenha mais. Creia em si mesmo!

- Aos vírus não faz diferença o que eu creio!

- Ah, já vejo, elege o papel de vítima. Sua atitude é: “Peguei uma gripe. Sou vítima de um vírus. Necessito remédios!”. Sim, como todos…

- Minha atitude seria: “Me presenteei uma gripe. Sou a única responsável! Devo cuidar-me um pouco”. E me meteria na cama, repousaria, me relaxaria, meditaria em como me maltratei ultimamente...

P - Se “presenteou” uma gripe, diz?

R - Sim. Sua enfermidade vem de si, não vem de fora. A enfermidade é um presente que você se faz para encontrar-se consigo mesmo.

- Mas ninguém deseja uma enfermidade...

–Sua enfermidade reflete uma desarmonia interior - em sua alma. Sua enfermidade é sua aliada, assinala que olhe em sua alma, a ver o que lhe sucede. Diga obrigado, a ocasião lhe brinda de fazer as pazes consigo mesmo!

- Talvez seja mais prático uma pastilha ...

- Fazer guerra à enfermidade? Isso propõe a medicina atual, e as guerras matam, trazem sempre mortes.

P - Não me dirá agora que a medicina mata …

R - Um terço das pessoas hospitalizadas o é por efeitos medicamentosos! Nos Estados Unidos, 700.000 pessoas morrem por ano a causa de efeitos secundários de medicamentos e de tratamentos hospitalares.

(A cifra que dá é antiga, a das últimas estatísticas falam ao redor de 850.000 pessoas só nos Estados Unidos.)

- Morrerão igual sem medicamentos.

- Não. Não se mudamos o enfoque: a medicina atual esqueceu a saúde, é uma medicina de enfermidade e de morte! Não é uma medicina de saúde e de vida.

P - Medicina de enfermidade? Esclareça …

R - Na antiga China, um acupuntor era despedido se o seu paciente adoecia. Ou seja, o médico cuidava da saúde! Vê? Toda nossa medicina é, pois, o fracasso total.

Conto isso a muitos de meus pacientes em consulta. Se hoje fosse assim, os médicos estariam todos despedidos!

P - Prefere medicinas alternativas, pois…

R - Respeitam mais o organismo que a medicina industrial. Homeopatia (será a medicina do século XXI), acupuntura, fitoterapia, reflexoterapia, massoterapia, a prática de yoga, a meditação .. São mais baratas … e menos perigosas.

P - Mas não te salvam de um câncer.

R - Diga isso á medicina convencional! Ela te salva de um câncer?

P - Pode fazê-lo, sim.

R - O que fará seguramente é envenená-lo com coquetéis químicos, queimá-lo com radiações, mutilá-lo com extirpações ...

E ainda a cada dia aparecem mais cânceres! Por quê? Porque as pessoas vivem esquecendo sua alma (que é divina): a paz da alma será sua saúde, porque o corpo é o reflexo material de sua alma. Se reencontrar com sua alma, se a pacificar … não haverá câncer!

(O entrevistador não está convencido. Assim o educaram, de que a medicina convencional é capaz de curar o câncer. Gostei muito da resposta da Dra. Lactot porque não deixa lugar a dúvidas de que não é assim.)

P - Palavras bonitas, mas se um filho seu tivesse um câncer, o que você faria?

R - Alimentaria sua fé em si mesmo: isso fortalece o sistema imunológico, o que afasta ao câncer. O medo é o pior inimigo! O medo mina as autodefesas. Nada de medo, nada de submissão ao câncer! Tranqüilidade, convicção, delicadeza, terapias suaves …

P – Perdoe-me, mas o mais sensato é acudir a um oncologista, a um médico especialista.

R - A medicina convencional deveria ser só um último recurso, e muito extremo… Se sua alma está em paz, isso jamais lhe fará falta.

P - Bem, pois tenhamos a alma pacificada. ... Mas, por dúvida, tomemos vacinas.

R - Não! As fabricam com células ováricas de hasmster cancerizadas para multiplicá-las e cultivá-las em um soro de terneiro estabilizado com alumínio (isto a de hepatite B, com seu vírus): você injetaria isso em seus filhos?

- Já lhes fiz injetar a várias…

- E eu aos meus: fui médica, e na época não sabia ainda tudo o que sei hoje… mas hoje meus filhos não vacinam a seus filhos!

- Eu creio que seguirei vacinando-os.

- Por quê? A medicina atual mata moscas a marteladas: nem sempre morre a mosca, mas sempre quebra a mesa de cristal. São tantos os daninhos efeitos secundários.

P - Por que você desistiu da medicina?

R - Eu me fiz médica para ajudar. Dediquei-me à flebología, às varizes. Cheguei a ter várias clínicas. Mas fui dando-me conta do poder mafioso da indústria médica, que atenta contra nossa saúde, que vive à custa de estarmos enfermos! O denunciei… e me tiraram do Colégio de Médicos.

- Ou seja, já não pode mais receitar…

- Melhor! Os medicamentos são fabricados pensando na lógica industrial do máximo beneficio econômico, e não pensando em nossa saúde. Ao contrário, se estamos enfermos, a máfia médica segue ganhando dinheiro!

P - A quem chama de “máfia médica”?

R - A Organização Mundial da Saúde (OMS), as multinacionais farmacêuticas que a financiam, aos governos obedientes, a hospitais e a médicos (muitos por ignorância). E o que há detrás? O dinheiro!

- Você não escolhe inimigos pequenos…

- Eu sei, mas se me tivesse calado, teria adoecido e hoje já estaria morta.

P - Qual foi sua última enfermidade?

R - Faz dois dias, ha, ha… uma diarréia!

P – Vejamos, o que refletia isso de sua alma?

R - Oh, não sei, não o analisei… Limitei-me a não comer… e já me sinto bem!

P – Mas e se passa mal, eh…?

R – Se a enfermidade o visita, acolha-a, abrace-a! Faça a paz com ela! Não saia correndo como louco em busca de um médico, de um salvador… O salvador vive dentro de si. O salvador é você. Você é Deus!

- Um de meus mestres favoritos na medicina alternativa é o Dr. Bill Nelson, inventor, entre outras coisas, do Quantum SCIO, um aparelho de biorressonância que hoje é usado por milhares de médicos em todo o mundo. Ele diz sempre: “Se te dói algo e tens a má sorte de tropeçar com um médico…corre desesperadamente para afastar-te dele.”

Fonte: http://muybio.com/medicina-que-no-cura

O informe do Nutrition Institute of América (organização sem fins lucrativos) relata que entre os anos de 1993 e 2003, ocorreram 7.841.360 mortes nos Estados Unidos por diagnósticos incorretos e por efeitos de iatrogenia (reações adversas a drogas farmacológicas), ou seja, 784.136 mortes por ano.

É de se parar para pensar, não é?

Imagem: http://www.outramedicina.com/

Este blog foi criado para você, leitor. E só saberei se você está satisfeito se comentar os posts, ou então, pergunte, questione e sugira temas ou modificações.

17 comentários:

Luciana disse...

Olha,

Eu concordo com o texto. Mas se eu fico gripada. Não vejo mal nenhum tomar um analgesico para controlar a febre, por exemplo.

Mas eu não deixo de refletir não.. Até porque sei que criamos tudo até a doença.. Mas não tomar nada.. eu acho radical demais..

Madalena disse...

Oi Atena tenho uma filha portadora de Esclerose Lateral Amiotrofica, uma doença degenerativa. Lendo o teu texto percebi que nunca procurei medicina alternativa. Obrigada Madalena

edilene - amor disse...

ola
Atena!
otimas informaçoes!
Parabens!

Valéria Braz disse...

Olá minha amiga Atena! Eu concordo que damos atenção demais aos maus que nos acomentem... mas quantos de nós estamos preparados para olhar o mau como bem? Quantos de nós somos capazes de nos auto curar??????
Infelizmente fomos educados para curar a doença e não a previni-la.... e por isso ainda precisamos tanto da intervenção da medicina atual, ainda precisamos tanto dos pseudo remédios que curam o mau sofrido.... embora não curem o mau que causarão.....
Um dia chegaremos a consciência do quanto poder temos somos nossos pensamentos e ações, e aí talvez neste dia a foça do dinheiro não se interponha entre a saúde e a doença!
Beijo no coração

Anônimo disse...

pena que este tipo de reportagem, não saia na midia convencional...

Atena disse...

Luciana:
É possível sim, sair de uma gripe, por exemplo, sem tomar nada, mas casos mais graves requerem medicação porque ainda não estamos preparados para nos curar espontaneamente.
O grande perigo, principalmente em nosso país, é a automedicação.
beijos, minhas fofa

Atena disse...

Oi, Madalena;
Por que você não escreve para o dr. Gaviña perguntando se ele conhece algum tratamento para essa doença?
Ele é super acessível e gentil e responde aos pedidos de seus leitores.
Não custa tentar, né?
Entre no site dele e procure como entrar em contato por e-mail. O site é em espanhol, mas você pode escrever em português e fazer a tradução no tio Google.
www.muybio.com
beijos e boa sorte

Atena disse...

Valéria:
Sim, a humanidade ainda não está preparada para se auto curar, mas o primeiro passo é ter a consciência de que somos nós que nos fazemos a doença. O segundo passo é, sempre que possível, dar preferência a tratamentos naturais.
Vou te contar o que aconteceu comigo esta semana:levei uma densitometria para o ortopedista ver e ele, constatando osteoporose, imediatamente me prescreveu 3 remédios. O cálcio (industrializado), eu falei pra ele que eu só posso tomar o de ostra, mas ele nem deu bola e disse-me que tinha de tomar igual. Claro que nem dei bola também e mandei manipular um cálcio de ostra e ainda acrescentando magnésio e vitamina D para poder fazer efeito.
O outro remédio que ele receitou, eu pesquisei no tio Google e dizia na bula que portadores de hipertensão deveriam ter cuidado. Ainda bem que ele tinha me dado uma amostra grátis. Tomei um comprimido para observar minha reação ao mesmo. Uma hora depois medi minha pressão e estava em 158 de máxima.
Claro que esse remédio eu não poderei tomar.
Viva a medicina comercial...
beijos e obrigada pela visita

Atena disse...

Oi, Edilene;
Obrigada. Seja bem vinda e volte sempre.
beijos

Luciana disse...

Não disse que era impossível,,
Eu apenas não vejo problemas em aliviar os sintomas..Eu prefiro fazer os dois.. aliviar os sintomas e refletir .. é o que faço..

Portal de blogs Teia disse...

Oi Atena.
Post no Teia.
Tchau

Ana Bailune disse...

Um dia conseguiremos não ficar mais doentes, e não precisaremos de remédios. Mas acho que este dia ainda está bem longe. Eu odeio tomar remédios, o único que tomo é para dor de cabeça, quando tenho, pois não suporto. Às vezes, um antibiótico (muito raramente) se tenho alguma infecção que ainda não aprendi a não ter.

Atena disse...

É, Ana, esse dia ainda está longe. Até lá, o que podemos fazer é não exagerar com a medicação alopática, pois toda ela tem efeitos colaterais.
Eu também detesto tomar remédios. rsrs
beijos e obrigada pela visita

Cidadão Araçatuba disse...

"E ainda a cada dia aparecem mais cânceres! Por quê? Porque as pessoas vivem esquecendo sua alma (que é divina): a paz da alma será sua saúde, porque o corpo é o reflexo material de sua alma. Se reencontrar com sua alma, se a pacificar … não haverá câncer!"...

Mas e a dor na alma quem cura? E quando a cabeça não dá conta nem de se manter sóbrio?
Acredito que seja tudo verdade e que a medicina alopática atual seja apenas um comércio, mas... Como manter-se "zen" com um ente querido morrendo Atena? Grande texto, elucidativo e útil. Abração!

Atena disse...

Cidadão:
Sei que o que vou dizer pode parecer simplista e reconheço que não é fácil perder um ente querido, mas o melhor nesses momentos é lembrar que morte não existe, é simplesmente uma troca de dimensão.
Quando amamos realmente alguém, iremos reencontrar essa pessoa do outro lado do véu,a separação é temporária. Pensando assim fica mais fácil. E não tenha a menor dúvida disso. Assim o é, digam o que disserem os céticos ou os religiosos que não aceitam a reencarnação.
Receba um carinhoso abraço

Pepper disse...

Atena, sou nova aqui no mundo blog, e adorei o seu, realmente muitas informações úteis que nos acrescentam demais!
quanto aos medicamentos, sofro de doença auto-imune e digo que a parte psicológica é tão importante quanto a medicação, ainda nao estamos evoluidos o bastante pra nos curar, acredito que os medicamentos devem ser usados com sabedoria (só quando realmente necessários) como uma das ferramentas, além da espiritual e psicológica!

Atena disse...

Pepper;
Sim, qualquer medicação é importante quando realmente necessária e quando não há um substituto natural.
Quando estou com alguma infecção eu tomo antibióticos, embora não goste de alopatia.
Obrigada pela visita e seja muito bem vinda.
abraços