"No Egito as bibliotecas eram chamadas Tesouro dos remédios da alma. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.”

(Jacques Bossuet).

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Por que atualmente as crianças são diferentes?

indigos
Todo mundo já notou que as crianças de hoje estão diferentes. São mais “espertas” (inteligentes), uma boa parte delas se expressa com muita desenvoltura, são bastante rebeldes e contestadoras, não aceitando a autoridade imposta. Os pais andam às cegas se perguntando como lidar com seus filhos e as professoras se arrancando os cabelos por não agüentar tantos “monstrinhos” em sala de aula. rsrs

Embora os nossos cientistas médicos não aceitem (quando descerão de seus pedestais?) a expressão que denomina esta nova geração de crianças: os índigos, os pediatras e neurologistas estão tratando delas em suas clínicas. Muitas vezes medicando mal, pois diagnosticam seus clientes como TDA (transtorno de déficit de atenção) ou TDAH (TDA mais hiperatividade). Sim algumas das atuais crianças podem sofrer destes transtornos, mas nos índigos característica como déficit de atenção pode ser nada mais do que enfado porque: em sala de aula estão vendo assuntos tratados da forma mais aborrecida possível (sempre foi assim) e em casa tendo de ouvir suas mamães repetirem as mesmas coisas infinitas vezes (depois da segunda vez, eles já “desligam”). Quanto à hiperatividade, alguns índigos estão tentando extravasar seu inconformismo com o status quo, ou o que vêem à sua volta, um mundo desequilibrado e violento que fere profundamente suas almas ou, para os descrentes, sua sensibilidade.

Somado à sua decepção ou inconformidade com o status quo, muitos índigos também mal compreendidos e/ou mal orientados, por seus pais e professores, acabam caindo no “refúgio” das drogas.

Essa expressão criança índigo deveu-se a um estudo realizado em 1982, pela parapsicóloga Nancy Ann Tappe, classificando os seres humanos pela cor de sua aura dizendo que ela que reflete a personalidade e interesses. Segundo ela as auras de cor índigo começaram a surgir com mais frequência na década de 1980. Alguns equivocadamente dizem que os índigos só começaram a nascer após essa data, mas eles começaram a encarnar após a Segunda Guerra Mundial (quantos dos hippies não seriam índigos?).

Matias de Stefano, citado mais abaixo, juntamente com outras pessoas “que têm olhos para ver” estão delineando a nova pedagogia, uma nova forma de educar essas crianças e adolescentes que de forma alguma se enquadram nos atuais modelos.
Superdotados e/ou paranormais sempre houve (lembram de Bethoven?), mas atualmente a quantidade deles já ultrapassou a “casualidade” e ouso afirmar que todos eles são índigos.

Cito a seguir alguns que pesquei na web.

Akrit Jaswal, 23 de Abril de 1993. Conhecido como o mais novo cirurgião do mundo. Aos 6 anos fazia discursos altamente complexos sobre temas de Medicina, Biologia e cirurgia e debatia com médicos adultos qualquer tipo de tema ligado à ciência médica. Aos 7 anos de idade realizou, com sucesso, uma cirurgia em uma menina de 8 anos que ficou com os dedos colados após terem sido queimados. Hoje estuda na Universidade de Harvard.

Matias de Stefano, 25 anos, jovem argentino que nasceu com a habilidade incomum de acessar os registros chamados akashicos (registro de absolutamente tudo que já aconteceu, acontece e acontecerá no Universo. Lembrem que tempo não existe fora da 3ª dimensão). Atualmente dedica seu tempo e sua vida para divulgar os conhecimentos a que teve acesso. Vídeo na barra lateral.

Menino–ímã, Ivan Stoilikovic, 6 anos.  Tem a parte superior do tórax como se fosse um verdadeiro ímã. Também dizem ter poderes de se regenerar rapidamente de ferimentos.

Boris Kipriyanovich (Boriska), 15 anos. Ficou conhecido na web como o menino de Marte, pois alega já ter tido encarnação ou encarnações naquele planeta quando o mesmo era habitado.
Não assino embaixo de suas declarações, mas que é um ser especial, lá isso é. Pessoas que falaram com ele, quando ainda tinha 7 anos de idade, relataram o alto nível de complexidade de seus conhecimentos e de sua forma de se expressar em relação à sua idade na época.

Akiane Kramarik, 9 de Julho de 1994.  Adolescente norteamericana que pinta desde os 6 anos e escreve poesias desde os 7. Vejam suas belíssimas pinturas em seu site: http://www.akiane.com/hom

Howard Wong, 3 ou 4 anos de idade. Aparentemente vive em Penang, Malásia. Aos 18 meses surpreendeu seus pais por acompanhar na bateria uma música meio infantil, mas aos três anos já toca o que vier pela frente, acompanhando a banda de seu pai. Vejam vídeo na barra lateral do blog.

Da china já se ouviu notícias de muitas crianças superdotadas em matemática.

Vivemos numa época de rótulos, tudo tem de ser classificado para que entendamos melhor (aff!!!), mas o que interessa é que, com este nome ou sem ele, os chamados índigos são diferentes. Eles vieram para ajudar a mudar o mundo - para melhor. Já nascem com sua auto-estima alta, diferentemente do resto da humanidade, e, com suas atitudes contestadoras, muito poderão fazer pelo planeta e pela humanidade se tiverem a oportunidade, se não forem “castrados” ou ridicularizados.

Não deixem de olhar este vídeo, pois é impressionante a capacidade dessa criança de não só sentir a música que está "regendo", mas antecipar os compassos seguintes.



Na barra lateral do site existe um material a respeito. Se quiserem mais informações sobre os índigos consultem na web, pois há bastante o que ler.

Este blog foi criado para você, leitor. E só saberei se você está satisfeito se comentar os posts, ou então, pergunte, questione e sugira temas ou modificações

16 comentários:

Guta Schneider disse...

Amiga,

Eu já havia ouvido falar nesse têrmo "índigo", mas só hoje, com sua explicação tão clara consegui compreender realmente do que se trata.

Acho que é uma grande felicidade podermos ser contemporâneos de pessoas tão especiais. Só espero que não acabemos por "crucificá-las" ou "queimá-las em fogueiras", como já fizemos tantas vezes antes, com pessoas que ousavam se destacar e tinham sua própria linha de pensamento.

Quero acreditar que temos a capacidade de compreeder e aceitar para que possamos nos beneficiar dos maravilhosos dons dessas pessoas iluminadas!

Beijos,

Guta

Sissym disse...

Eu preciso ler mais sobre este tema, tenho algumas duvidas, o texto é bastante interessante.
Concordo que o comportamento das crianças está diferente, eu percebo na minha filha e amiguinhos dela.

Bjs

Pandumiel Tunmarë disse...

Excelente post!!
Estou divulgando, pois muitos tem que ler isso, principalmente os pais que estão surtando, achando que seus filhos tem problemas, enquanto eles simplesmente são o que nós não temos a vontade de ser!

Parabéns!

Abraços do Elfo! `^^´

Beth Muniz disse...

Olá querida,
Interessante o texto.
Não conhecia a definição da palavra "índigo", e creio que necessito aprender mais.
Que há diferenças entre as gerações, não há dúvidas.
Mas não quero ser maniqueísta ao ponto de não acreditar que outras questões podem ser determinantes.
Os talentos precisam ser reconhecidos e estimulados, sem dúvida.
Mas, valores precisam ser resgatados em qualquer situação. E com certeza o remédio não é só medicamento.
Bem, para não falar bobagem e não comentar a altura que o texto requer, fico por aqui.
Beijão.

Atena disse...

Guta:
Que satisfação encontrá-la por aqui. Seja bem vinda.
Realmente é um privilégio sermos contemporâneos desses seres tão especiais.
Quanto a não serem aceitos, já está acontecendo em alguns casos (voltaram-se para as drogas), mas felizmente parece ser minoria.
Os índigos não portadores de dons excepcionais são pessoas comuns, mas que de alguma forma fazem a diferença (Barak Obama é um deles)e continuarão fazendo.
São novos tempos. ôba! rsrs
beijos

Atena disse...

Syssim:
Leia mais, sim, investigue.
Essa mais nova geração precisa do entendimento e apoio dos pais. Os que já são adolescentes estão dando muito trabalho agora e os já adultos estão fazendo a diferença nas empresas (estão sendo chamados de geração Y).
Seja sempre bem vinda.
beijos

Atena disse...

Pandumiel:
Abençoado seja por cooperar nesta divulgação, pois é um tema que requer atenção e carinho.
Acho que o que falta às pessoas não é vontade de ser como os índigos e sim - coragem.
Obrigadíssima e abraços

Atena disse...

Beth:
Sei que poucas pessoas conhecem o termo e estão a par do assunto, um bom motivo para este post, pois muitas índigos, crianças e adolescentes, estão sofrendo neste exato momento pela falta de conhecimento de seus pais e professores.
Sei que o assunto é, aparentemente, sujeito a questionamentos, mas lhe asseguro que tudo que li a respeito só veio confirmar o que eu já sabia tendo crescido como índigo (sem o saber, é claro).
Na adolescência ser olhada como bicho raro é duro maestro! Ainda bem que depois vem a maturidade. rsrs
beijão

C C Maia disse...

Olá Atena! Já tinha lido sobre estas crianças e até assisti algumas delas no programa da Oprah que também é fascinada pelo tema, já que ela mesma, foi considerada uma criança prodígio. Aqui mesmo no Brasil vemos muitas crianças destas. Tem uma apresentadora mirim, ou tinha, no SBT, lembro de outra garota, que agora já deve ser adulta, que fazia discursos fenomenais na igreja, e foi levada à TV. Acho até que virou pastora. Mas sim, as crianças estão realmente mais espertas, e é difícil pais e professores acompanharem tudo isso, por mais que sejamos informados. É muito comum hoje pais e mães, tios e avós comentarem a extraordinária inteligência das crianças da família. Acredito que nem mesmo os países desenvolvidos tenham programas adequados de ensino para estas crianças que além de tudo vivem numa época em que a informação é dinâmica demais para p cérebro humano acompanhar. Já escutei conversas de crianças comentando de determinados professores. Era algo do tipo "Coitada da Prof. 'Denise', você viu? Ela não consegue acompanhar a gente. É muito devagar. Eu gosto da matéria mas do jeito q ela ensina fica muito chato, aí a gente conversa pra n dormir e ela estressa". Muito bom o tema. Muito interessante. Precisamos todos ter a mente mais aberta ao novo. É tempo de todo o mundo se tocar que ninguém é detentor da verdade, absolutamente ninguém. Há uma infinidade de mistérios, começando por nossa própria mente que permanece um enigma tão grande quanto o próprio Universo.

Atena disse...

CC Maia:
Adorei deu depoimento sobre os comentários que ouviu. É assim mesmo que elas pensam.
Eu digo para minha filha que ela é jurássica, rsrs porque não entende e não aceita bem a tecnologia que hoje está à nossa disposição. Agora imagine o trabalho que dei aos meus pais ... rsrs
Você tem mente aberta, parabéns. Não será um índigo também? Se tiver alguma dúvida leia as características no texto que há na barra lateral e tire suas conclusões.
abraços

-*Vera Luz*- disse...

Olá Querida Atena!

Graças a tantos estudos e algumas pessoas interessadas, vamos recebendo informações para lidar com as diferenças! Creio que realmente sempre houve, mas a repressão tamanha, sufocava e muitos ficavam até internados como loucos pelo próprio pai, para que este não tivesse dor de cabeça! Mas, os avanços e os interessados já cooperam muito para o desenvolvimento dos seres com níveis diferenciados, onde vamos ampliando nosso conhecimento para estarmos hábeis e contribuir para o desenvolvimento nos levando sempre passo a passo para um mundo melhor!

Um abraço,
"Todo o Conhecimento é Luz que Inspira a Alma" -*Vera Luz*-

Vera Alvarenga ... disse...

Olá Atena!
Quero lhe dizer que meus filhos não foram nenhum prodígio, nenhum Beethoven, mas no tempo de escola,ainda pequenos ou adolescentes, ficavam muitas vezes enfadados, desinteressados pela monotonia e repetição nas aulas. Acho que cada geração exige um pouco mais da anterior...rs....
Já conversamos outra vez sobre isto eu acho - tenho uma preocupação em relação à atenção da criança, que hoje fica muito menos tempo focada num mesmo brinquedo ou jogo, e parece que, quando a oferta é demasiado, as crianças não conseguem ter tempo suficiente para explorar ao máximo,até o ponto de poderem ser desafiadas pela própria criatividade. Só isto me preocupa.
Não sei se me expliquei bem, mas penso que, quando e se houver muitas possibilidades sempre à sua disposição, mal se explora algo e já se passa para o seguinte - não há tempo para que até uma certa frustração exista e, você sabe, se estou um pouco frustrada porque sei que o brinquedo chegou à seu limite, posso até inventar algo e ultrapassar os limites usando a imaginação e criatividade. Entretanto,se tudo me é oferecido ao mesmo tempo, não tenho tempo de usar a criatividade- é o brinquedo que brinca comigo..rs... Talvez esteja dizendo bobagem, mas é assim que sinto. Por outro lado, penso que muitas crianças haviam desde sempre,que teriam se sobressaído se lhes tivessem prestado atenção, ou lhes dado oportunidades de explorar..
É o mesmo caso das meninas...quando a educação era algo próprio de meninos, quase não apareciam mulheres com dons especiais, por que? Claro está que não é porque tinham menos capacidades, não é? Era apenas a falta de atenção dada a elas!!!
Adorei o post. E, neste assunto, o bom senso precisa existir, e a atenção à criança,jamais faltar!
Beijos, Vera.

Nilse e João disse...

Atena, tudo bom?

Já havia lido e ouvido falar sobre esse tema,
sempre ouvia alguém dizer: nossa o médico disse que meu filho é hiperativo, ou outros como: Será que essa criança não é hiperativa? Como se isso fosse uma deficiência mental, quando na verdade pelo que entendi no seu texto, são essas crianças, os índigos, (novidade o termo) pessoas extraordinárias.
Eu me lembro uma vez que minha prima me disse que o filho estava tomando remédios fortes porque o médico o havia diagnosticado hiperativo. Como leiga não tinha e não tenho nenhummbasamento para falar sobre o assunto)

Atena disse...

Vera luz:
Sim, os índigos mais velhos já passaram trabalho, mas creio que agora, como você disse, aumentando a consciência das pessoas será mais fácil para eles.
Temos de cuidá-los, pois boa parte deles se sentem chocados pela nossa realidade.
beijocas mil

Atena disse...

Vera:
Sempre contribuindo com sua lucidez e sabedoria...
Você está certa no que diz sobre o excesso de oferta, sem falar que, ao que me parece, cada semana lançam uma novidade nesses videogames. rsrs
Atualmente pouco existe para dar trabalho à imaginação e criatividade das crianças, o que acaba gerando adultos pouco criativos que vão se dar mal nos empregos.
A falta de atenção às crianças também está se tornando um problema grave. Não sei a solução porque afinal, em muitos casos, ambos os pais precisam trabalhar fora...
Obrigada pelo excelente comentário.
beijos

Atena disse...

Nilse:
É sempre bom se informar não é? eu também já ouvi muitas mães, e professoras também, se queixando dos hiperativos. Talvez alguns precisem de remédios, mas não todos. Esses remédios tem efeitos colaterais e ainda não se sabe ao certo seu efeito futuro. Quanto menos remédio se der a um ser em formação, melhor.
Obrigada pela presença e participação.
abraços