"No Egito as bibliotecas eram chamadas Tesouro dos remédios da alma. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.”

(Jacques Bossuet).

domingo, 15 de agosto de 2010

História da Criação que a Matrix não conta

creation
O post de hoje é para atender pedidos sobre qual é a idéia que os shaumbra têm de Deus e da Cosmologia.

Então vamos lá:
Um belo dia a Unidade estava meio aborrecida. Não tinha muita certeza sobre o que ou quem era, não havia parâmetros de comparação ou espelho, e também queria entender mais sobre criação e energia. Resolveu criar companhia para ver se então matava a charada.
Defratou-se em muitas, muitas partes (para facilitar a compreensão vamos chamar essa partes de Anjos) e gostou de sua criação.. Dotou os Anjos de polaridades opostas no sentido de equilibrar as energias e também possibilitar a transmutação. E juntos viveram por alguns eons.
De repente, não mais que de repente, algum Anjo ou alguns se deram conta que não tinham soberania, dependiam da Unidade para tudo, pois dela faziam parte. Consultaram a Unidade e ela lhes disse que teriam de partir para viver por conta própria (exatamente como nós fazemos quando nossos filhos querem ter uma vida independente). E assim foi feito.
Quando os Anjos se separaram da Unidade passaram a ter uma identidade individual própria que nós humanos chamamos de Alma.
Os Anjos, então, decidiram abandonar o lar e partir para manifestar suas próprias expressões e criações. Só que ao se separar da Unidade todos eles também se fragmentaram em bilhões de partes. Por isso hoje nos dizem que somos seres multidimensionais.
De início foi tudo um mar de rosas, brincaram criando universos, galáxias e tudo que lhes apetecesse, pois eles como parte da Unidade tinham também o dom de criar. Após certo tempo começou uma síndrome deveras preocupante: Síndrome de Separação da Unidade com o conseqüente medo de perder ou não ter a energia suficiente para voltar para casa.
Como obter energia – se perguntaram? Algum, primeiro, deve ter tido a idéia: vou tirar do fulano ou do beltrano (essa memória atávica pode explicar as lendas de vampiros). A essa altura do campeonato os Anjos já tinham se agrupado em famílias (as chamada famílias espirituais). Foi aí que começaram o que nos registros humanos é chamado de Guerras dos Deuses ou Guerras nos Céus, um período em que os anjos batalharam entre si para conseguir energia. Praticamente toda a mitologia humana fala sobre isso: a suméria, a indiana, a nórdica, a grega, etc. Claro que tais contos mitológicos são carregados de simbologia e alegorias, pois, para os humanos sempre foi, e ainda é, difícil o entendimento de assuntos tão transcendentais.
Não se sabe como acabaram tais guerras, nem se houve um lado vencedor. Também porque num determinado ponto os Anjos notaram que a criação estava estacionada. Não havia mais “nada de novo no front”. Um tédio!
O propósito da força de energia de vida, Deus, Unidade, Fonte, como queira que se chame é: se expressar e criar, então era preciso tomar uma atitude para reverter a situação de estagnação.
Chegaram à conclusão que para a energia criativa ser compreendida mais profundamente uma solução seria criar um mundo mais denso (ainda não tentado) e onde seus habitantes não soubessem sua origem divina ou procedente do Um. Isto abriria todo um novo leque de possibilidades de expressão e criação.
Um grupo de Anjos criou então ....tchan, tchan, tchan, tchan ... a Terra!
Após criada a água, entraram nos pequenos corpos dos seres unicelulares, depois nos pluricelulares e o resto você já sabe como funcionou a evolução aqui.
Que tipo de Anjos vieram para cá encarnar? Para haver equilíbrio de energias vieram os “bonzinhos” e também os “mauzinhos”. Isso no nosso ignorante conceito humano, pois para a Unidade são todos iguais. Nossas expressões (vivências, atitudes) nada mais são do que input de dados para o HD da Unidade. É assim que ela aprende e se expande.
Esse é o conhecimento dos Shaumbra e sei perfeitamente que todo o exposto é “osso duro de roer”, pois vai de encontro a tudo que a humanidade aprendeu das religiões, mas, para mim, bem mais lógico do que as historinhas da bíblia, pois explica muitas de nossas questões humanas:
De onde viemos?
R: da Fonte, da Unidade.
Por que estamos aqui?
R: para expressar e criar, assim expandindo a capacidade criativa da Unidade.
Existe vida após a morte?
R: Só existe morte, ou melhor dizendo, transmutação, do corpo físico denso. A vida é infinita, mas pode passar por diferentes formas de manifestação. Hoje corpo carnal denso, amanhã corpo só de energia.
Se Deus é bom por que permite as guerras, as matanças, a fome da criancinhas da África e todas as tragédias que afligem a humanidade?
R: Porque sabe que foi escolha nossa passarmos por isso para aprender e como filhos somos extremamente amados e esse amor inclui liberdade total e absoluta. Se a Unidade interviesse em nossas questões estaria nos cerceando.
Creio que fica bem claro que não existe um Deus antropomórfico que está no céu nos julgando ou passando a mão na cabeça dos filhos “bonzinhos”, muito menos atendendo às nossas preces, pois para Ele/Ela tudo está sempre certo já que estamos fazendo o nosso papel que é expressar e criar. Ele/Ela é ao mesmo tempo uma Unidade e uma Coletividade, pois todos nós somos Ele/Ela também, somente esquecemo-nos disso.
Este é também um entendimento absolutamente capenga porque o nosso cérebro não dá conta de processar e analisar algo tão grandioso e fora da nossa pueril realidade. Contudo, como shaumbra eu sinto/sei que é assim e isso também não dá para explicar.
Claro que esta exposição está bem resumida, mas é fruto de muitos anos de acompanhamento dos ensinamentos de mestres ascensionados, acrescido de outras tantas leituras, vivências e pesquisas que dão sentido ao aqui exposto.

17 comentários:

Eduardo Medeiros disse...

OU Atena, tudo bem?

Texto interessante. Também gosto de me referir a Deus como o UM. Mas tenho uma crítica a fazer: se você disse que o que você acredita não é como as "historinhas" da Bíblia, e por "historinhas" você quer menosprezar, diminuir, infantilizar o texto bíblico, das duas uma: ou você não conhece a fundo o texto bíblico, ou você leva o que você crê à verdade absoluta.

Muitas conceitos que você expõe no seu texto, podem ser percebidos em passagens bíblicas, usando evidente, outras nomenclaturas.

É claro também, que o Deus antropormofizado do início da religião javista e eloísta, é uma interpretação bem particular dos antigos hebreus, já que para eles, Deus não era só criador do universo e dos seres humanos, ele também era o mantenedor desse universo e buscava ter uma relação filial com os homens.

Se essa ideia é equivocada (como creio que seja), não desabona o texto bíblico, apenas demonstra como o pensamento hebreu evoluiu para chegar nos grandes profetas, onde Deus já não é tão imanente, mas é principalmente, transcendente, o que não o impede de requerer dos homens, que eles pratiquem a justiça e o amor.

um grande abraço

Atena disse...

Eduardo:
Muito oportuno seu comentário porque me permite esclarecer melhor o que chamo de historias bíblicas: aquelas de que o mundo foi feito em 6 dias e Adão e Eva, por exemplo. Apesar dos estudiosos dizerem se tratar de metáforas ou algo semelhante, o fato é que uma boa parte dos crentes cristãos as levam ao pé da letra.
Segundo: confesso não ser mesmo conhecedora da bíblia. Nunca tive paciência para ler sequer um terço dela., contudo a vejo como um relato válido e adequado para a época em que foi escrita, jamais para os dias de hoje.
Não me considero dona da verdade absoluta, até porque como a humanidade sofre mudanças, conseqüentemente a verdade também. O que nos leva à mudança do Um em eterna expansão.
O texto se refere à minha verdade do Agora. Amanhã ... quem sabe qual será meu conhecimento e minha verdade?
um grande abraço e obrigada pelo comentário

Marcio Alves disse...

ATENA

Demorei, mas em fim, cheguei. Rsrsrsrrss

Sendo bem sintético e objetivo em minhas palavras.......sempre tem sido assim ao longo da historia humana, onde todo religioso diz que as crenças religiosas dos outros são mitos, estórias infantis, mas as suas, ah, estas sim são as que são verdadeiras.

Como mito ficcional, a versão dos shaumbra se equivale a todos os outros....limitado, lógico, racional, especulativo, porém, infinitamente aquém da realidade cosmológica que a meu ver é incognoscível.

Abraços

Atena disse...

Oi, Marcio
Bom, eu coloquei no texto que é um entendimento capenga rsrsrs já que nosso cérebro não alcança o todo, mas, por favor, não chame de crença religiosa porque NÂO é uma religião.
Quanto a comparar com outras crenças, vamos convir que esta é bem mais racional e lógica desde que a gente a examine, inclusive lendo nas entrelinhas, a outros conhecimentos trazidos ao homem pelas diversas religiões e pela Teosofia também.
Nós, shaumbra, não temos a pretensão de converter ninguém às nossas crenças, só pedimos que as pessoas reflitam cuidadosamente e sem preconceitos.
Um grande abraço.

Eduardo Medeiros disse...

Atena, muito bom que os shaumbra não queiram converter ninguém, mas isso deve ser de todo verdadeiro. Todo seguidor de alguma crença religiosa (e o que você crê não deixa de ser religioso), no fundo, quer que os outros pensem igual a ele.

Pedidos para que se reflitam "cuidadosamente e sem preconceitos" também são pedidos por outras tradições. Logo, as tradições espirituais deveriam ter respeito e consideração umas pelas outras. Mas infelizmente, isso não acontece.

beijos

Guiomar Barba disse...

Atena, lí e não me acrescentou nada, me pareceu como a história de Adão e Eva pareceu a você, uma historinha infantil. Não me deu nenhuma resposta sequer.

Amiga, acho ainda estranho você me pedir que mande comentários por e-mail porque suas respostas ficam longas, porque encontro respostas suas a outras pessoas, longas. Se há outro motivo, seja clara, continuarei respeitando você e o seu direito.

Queria te fazer um pergunta ainda: você achou que o que aqueles tres monstrinhos fizeram com o mendigo foi apenas uma experiência e que não foi errado como explica o criador do shaumbra?

Beijo.

Atena disse...

Guiomar:

Concordo com você que pode ser somente mais uma estória, contudo dá explicações a muitas perguntas que nós humanos já fizemos e questões que temos, sendo a principal o sentimento humano de sentir-se só e incompleto (separado da Fonte).

O roubo ou furto, por exemplo, tão comum em nossos dias, seria a necessidade de tirar algo do outro, um resquício do antigo roubo de energias que houve antes de sermos matéria física.

Com toda a aparência de fantasia é mais lógica do que acreditar-se num Adão e Eva como únicos seres sobre a face da Terra e algum tempo depois o filho deles ter se casado. Com quem, se não havia mais pessoas aqui?

Confesso para você que aceito essa versão da criação por ter sido passada pra nós pelos mestres ascensos, mas como eles nos dão plena liberdade de acreditar ou não no que dizem eu me vejo no direito de aceitar, mas com um pé atrás. Acreditando e desconfiando ao mesmo tempo.

Agora, essa versão é mais coerente com tudo que já li e pesquisei nesses anos todos em que estudo tantos “mistérios”. Não sei se você já leu Blavatski, mas é uma leitura fundamental para entendermos melhor esses assuntos. Não quero dizer com isso que os livros dela sejam a verdade absoluta, não são. Até porque foram escritos na virada do século 19 par ao 20 e naquela época tanto o conhecimento humano quanto a consciência estavam atrasados em relação aos dias atuais.

Sua pergunta sobre os “monstrinhos”: certo e errado é uma convenção humana. Para o Criador eles não fizeram nada de errado, pois para Ele não existe errado. Para Ele só existe amor e nesse ato Ele, claro, não vê amor, mas não o julga porque respeita a escolha daqueles rapazes de agir daquele jeito. Essa é a manifestação da suprema compaixão do Criador: permitir que sejamos quem somos, permitir a nossa liberdade de agir, pois ele nos deu liberdade.

Espero ter explicado um pouco melhor os conceitos que norteiam os shaumbra, mas também outros milhões de pessoas que hoje já estão despertas para a divindade interior, ou seja, que deixaram de colocar a Deus lá longe num céu indefinível e separado de nós.

beijos

Guiomar Barba disse...

Atena,
Eu jamais me senti só ou imcompleta com relação a divindade. Mesmo quando muitas vezes eu sentia solidão espiriual, eu tinha certeza de que Jesus estava ao meu lado. Só não entendia seu silêncio.
Me sinto completa porque eu tenho o necessário para caminhar neste mundo, mesmo sendo ele tão cheio de surpresas.

Uma boa interpretação para o roubo, os ladrões vão amar e continuarão estimulados a buscar energias a qualquer preço.

Bom, meus mestres ascensos também me passaram a versão que eu creio nela.

Vários pais de muitos grandes homens que contribuiram generosamente para a humanidade em áreas diferentes, como ciência, artes, medicina, etc. tiveram vários filhos, nem sequer sabemos sobre isto. Conhecemos apenas Beethoven, Freud, Santos Dumont e por ai vai, porque eles deixaram rastros. A bíblia fala de Caim e Abel, não relata sobre filhos nascidos antes deles, mas é lógico que a própria sequência da história, deixa claro que eles tiveram irmãos antes deles. Perceba também quantos anos Adão e Eva viveram. Por outro lado história é contada após pesquisas que podem fornecer dados corretos ou não.

Este criador tem uma estranha forma de amar. O amor não põe cortina de fumaça, o amor leva o transgressor a reconhecer o seu erro a arrepender-se e consertar. Imagina se não houvesse julgamento neste mundo, prisão, justiça alguma... A imoralidade judicial já tem trazido tantas consequências desastrosas.

Perdoe-me amiga, mas esta manifestação de compaixão, me deixou irada, a vítima então não importa? Não há compaixão para ela, é apenas um objeto que sofre a manifestação da liberdade montruosa de alguém que se sente livre para matar, humilhar [...] Isto não é amor é conivência.

Minha amiga, eu acredito num Deus justo, que não faz acepção de pessoas e que ensina que devemos dominar a fera que há dentro de cada um de nós e não sair por ai com selvageria. Para isto Ele está em nós para que nEle possamos cultivar o que há de lindo dentro de nós.

Não force a vista. Beijo.

Atena disse...

Guiomar:
Para você ver como é a compaixão do Criador. Ele aceita todo tipo de entendimento quanto a ele.
Alguém disse que vários caminhos conduzem a Ele. Pois é, é assim mesmo.
As diferenças é que fazem a riqueza e maravilha do ser humano.
beijos

Guiomar Barba disse...

Só não aceito o entendiento que "Ele" tem das selvagerias praticadas pelo ser humano.

Sou insitente né? Mas fico impressionada com esta ótica. Beijos.

Atena disse...

Guiomar:
Estou me divertindo com sua reação porque lembro de mim no início de minha caminhada quando ouvi isso dos mestres. Fiquei chocada, horrorizada e duvidando.
Após muitas leituras de canalizações comecei a entender melhor.
A nossa resistência em entender isso é porque vivemos há muito tempo na dualidade (certo x errado,bem x mal, alto x baixo, etc.). O Criador e os mestres (porque são mais evoluídos) veem de maneira diferente, não dual.
Para o Criador o que conta é a nossa essência espiritual ou alma, o corpo é visto como uma vestimenta apenas. Mas como disse anteriormente, Ele não vê nossas barbaridades como atos de amor, mas também não julga.
Não esquente a cabeça, se você está feliz com as suas crenças, continue com elas sem se preocupar com as diferentes. Cada um tem o seu tempo de despertar, não precisa ser nesta vida.
Fique em paz

Guiomar Barba disse...

Atena, a minha paz não se abala com aquilo que me choca, porque ela é o resultado da minha comunhão com Deus.

Não desejo jamais, seria uma negação daquilo que eu creio, mas como reagiria um Shaumbra, se a mãe, o pai ou alguém que ele amasse muito fosse enterrado vivo, cortado aos poucos, arrastado por um carro e tantas outras atrocidade que se pratica hoje...
Não esqueça que esta vestimenta chamada corpo, deve ser cuidada porque ela é a casa da essência.

Você não me respondeu o essencial: "Perdoe-me amiga, mas esta manifestação de compaixão, me deixou irada, a vítima então não importa? Não há compaixão para ela, é apenas um objeto que sofre a manifestação da liberdade montruosa de alguém que se sente livre para matar, humilhar [...] Isto não é amor é conivência".

O criador está necessitando lê seu ensaio "Essencialismo".

Não são as diferenças que me preocupam, mas a qualidade de certas diferenças que aceitas por muitos poderão trazer graves prejuizos a humanidade. Leia-se o que já escrevi sobre a manifestação da compaixão.

Beijos.

Atena disse...

Guiomar:
Nós não podemos atribuir ao Criador ter os mesmo conceitos que nós humanos temos, isso seria antropomorfizá-lo. Aliás, foi o que as religiões fizeram.

O Um sente a mesma compaixão pelo agressor e pela vítima. Para ele não há diferença. Nós é que, na nossa limitação, entendemos diferente.

Já deixei bem claro que um ato de selvageria de um humano contra outro não é visto como um ato de amor pelo Criador, mas só vai até aí. Não julga.

Eu sei que é difícil entender isso. Eu levei um bom tempo. Contudo esse conhecimento ainda não é muito divulgado porque o ser humano ainda não está pronto para o mesmo. Veja por você, sua reação. Pior seria a de outros, como você muito bem colocou: poderia trazer graves consequências.

Um shaumbra veria um ato selvagem cometido contra um ser querido como vê os cometidos nos noticiários com pessoas desconhecidas: com compaixão e sentimento, mas sem emoção, pois são essas que nos atrapalham. No nosso modo de ver tudo está sempre justo, certo e dentro da divina ordem. Não confundimos compaixão com piedade também.

O corpo pode ser sim morada da essência, mas na grande parte da humanidade não o é. pois são poucos os que já tem a Divindade assumida dentro de si. Esta ausência da Divindade interior é o que dá abrigo às atrocidades que você mencionou.

Sinto, mas o Criador em que você crê é antropomorfizado. Agora, quem está com a razão: você ou os mestres? Só o tempo dirá...

abraços

Guiomar Barba disse...

Bom, só os shaumbra podem antropomorfizar o criador... só eles sabem como o criador reage a selvageria. Tem muita gente que sequer acredita em algum deus, mas não mataria uma barata.

"Um shaumbra veria um ato selvagem cometido contra um ser querido como vê os cometidos nos noticiários com pessoas desconhecidas: com compaixão e sentimento, mas sem emoção, pois são essas que nos atrapalham. No nosso modo de ver tudo está sempre justo, certo e dentro da divina ordem. Não confundimos compaixão com piedade também"

Realmente, piedade difere completamente de compaixão, por isto Deus nos ensina a ter compaixão dos que sofrem como se fosse nós mesmos os atingidos.

Eu creio que você nunca pasou pela dor que muitos têem passado hoje, na sua própria pele, ou seja com um parente seu muito amado e próximo, se você passasse e não tivesse nenhuma emoção, você estaria se desumanizando.
Emoções, desde que sejam equilibradas são sadias e naturais.
Eu faço questão de empatizar com a dor do próximo, já vivi dois assassinatos na minha família, sei o que é dor...

Beijos amiga.

Atena disse...

Cara Guiomar:
sim, emoções podem ser sadias e naturais, mas também levam as pessoas a extremos, tanto positivos quanto negativos. Eu expliquei que sentimos compaixão, mas sem o extremo do emocionalismo. São coisas diferentes.
Quanto à nossa visão do Criador, ela é a nossa visão, não precisa ser compartilhada pelos outros, pois não evangelizamos, só esclarecemos. Aceita quem quer.
Como eu disse antes, o tempo dirá...
abraços e fique em paz

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