"No Egito as bibliotecas eram chamadas Tesouro dos remédios da alma. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.”

(Jacques Bossuet).

sábado, 4 de junho de 2011

Assumir a responsabilidade por suas escolhas

santo do pau oco2

Uma das características bem típicas do ser humano é culpar ou responsabilizar os outros, o governo, a vida por suas mazelas ou seus infortúnios.

Mulheres culpam os maridos porque o casamento não deu certo, filhos culpam os pais, geralmente as mães, por suas insatisfações, seus traumas, enfim, suas neuroses. A sorte ou, melhor dizendo, a falta dela é o grande bode expiatório.

É muito mais fácil fazer isso porque assim cada um encosta a cabeça no travesseiro tranquilo e em paz: “bom, a culpa não foi minha”. Será?

Primeiro que não é uma questão de culpa e sim de responsabilidade. Culpa é uma das muitas crenças horrorosas e limitantes com a qual nos condicionaram. E sim, cada um é responsável por tudo que lhe acontece.

Eu sei que é difícil “engolir” isso, não nos passaram o conhecimento sobre a realidade em que vivemos, não nos informaram que somos nós que a criamos a cada momento de nossas vidas. Sim, a realidade é um constructo humano, não é uma manifestação da sorte ou do azar.

O governo anda fazendo barbaridades? Fomos nós que votamos no homem ou mulher que hoje está à frente do governo.

O nosso país tem a maior taxa tributária do planeta? Fomos nós que o permitimos ao não nos rebelarmos contra isso.

Sua filha ou filho não lhe obedece ou se “atira nas cordas” não realizando as tarefas domésticas que lhe cabem? Foi você que permitiu isso não tomando uma atitude firme quando deveria (lá na primeira vez). E assim por diante.

Praticamente a cada momento do dia estamos fazendo uma escolha e por ela devemos nos responsabilizar. Claro que nem todas as escolhas são conscientes, arrisco dizer que a maior parte não o são. Quando conscientizei isso, passei uma boa temporada em “pé de guerra” com a Divindade. Como é que Ele/Ela criava um mundo assim, onde a gente entrava em “frias” sem saber por quê? Levou-me um bom tempo até aceitar isso. Ainda hoje aceito, mas não fico feliz com o fato.

Bom, mas assim é que são as coisas, então o jeito, para nos sairmos melhor na vida, é aumentar o autoconhecimento e expandir nossa consciência, pois só assim adquirimos maior domínio sobre nossas vidas e sobre o que acontece conosco.

Não adianta chorar nem reclamar, as nossas escolhas “inconscientes” são determinadas por nossos múltiplos aspectos. Eles fazem parte de nós, portanto - o que nós somos. É difícil aceitar isso, mas creiam-me, à medida que vamos incorporando esse conhecimento, aceitando essa contingência, passamos a refletir mais antes de tomar decisões ou fazer escolhas, cosequentemente passamos a escolher com mais sabedoria e as relações com os demais melhoram sensivelmente, pois deixamos de “acusá-los” por nossas mazelas.

Já pensaram quantos mal-entendidos e conflitos interpessoais deixam de acontecer cada um se responsabilizando por suas próprias “mancadas”?

Ah, como é fácil botar a culpa no/s outro/s. E, ah, como é difícil encarar a própria parte sombra. Já falei sobre ela aqui.

A “mania” de jogar em cima dos outros a responsabilidade pelo que de ruim acontece a cada um é porque o ser humano não gosta de olhar o seu interior e aceitar o seu lado considerado negativo. É outro fato do qual não adianta fugir, todo mundo tem seu lado sombrio, não há exceção.

Não se consegue transformar ou mudar algo que não se possui, portanto aceitar as facetas pessoais consideradas negativas é o primeiro passo para criar a transformação.

A solução é, aos poucos, se livrar dessa crença absurda de que temos de ser perfeitos ou cem por cento “bonzinhos”. Perfeição, neste sentido, não existe, somos todos imperfeitos (na concepção humana) e estamos aqui no planetinha para aprender, nos desenvolvermos e evoluirmos.

Seria bem mais proveitoso se todos, ao invés de ficar jogando a culpa ou responsabilidade nos outros, dedicassem mais tempo ao próprio desenvolvimento, a conhecer-se melhor, a aparar suas arestas, a expandir sua consciência enfim.

Imagem: mashpedia.com.br

Este blog foi criado para você, leitor. E só saberei se você está satisfeito se comentar os posts, ou então, pergunte, questione e sugira temas ou modificações.

29 comentários:

Dú Pirollo disse...

Olá minha querida amiga Atena!!!
Parabéns pelo belo texto, adorei!!!
É verdade minha amiga, muitos preferem culpar os outros por seus erros ou falta de vontade do que assumir a responsabilidade e partir para a luta... são os comodistas, fazem sempre a escolha mais fácil.
Grande abraço e muita paz!!!

Mary Miranda disse...

Atena, minha amiga!

Já é inerente, com pesar que digo, o ser humano ter a mania fétida de não assumir seus erros...
É mais fácil jogar 'pro outro', e para fugir de suas falhas, chega-se às raias do cinismo: vemos o 'culpado' cometer a gravidade, mas diz com o intolerável 'Não fui eu!', tão descaradamente, que dói...
Nosso crescimento real só se dá se admitimos nossas imperfeições (costumo duvidar de gente 'perfeita'!) e controlarmos para que faltas graves não se repitam.

Seu post é maravilhoso!!!!
Abrangente e objetivo; obrigada!

Beijos,
Mary:)

Gisavasfi disse...

Amei a tua postagem e acredito que seja assim mesmo.
Acredito que somos aprendizes e que muitos ainda não se deram conta.
Acredito que não podemos mudar o outro, mas podemos mudar a nós mesmos e , a partir de nosso exemplo, sensibilizar o outro a querer este auto-conhecimento e mudança.
Com certeza não é fácil olharmos para dentro de nós mesmos e encararmos as nossas deficiencias. Mas, quando o conseguimos, certamente conseguimos viver melhor.
Parabéns pelo texto, bjs.

Atena disse...

Dú:
Com certeza, jogar a responsabilidade para os outros é a escolha mais fácil. Não é só comodismo, é também falta de consciência.
Obrigada pela participação.
abraços

TEIA disse...

Oi Atena.
Bom te ver na Teia novamente.
Post divulgado .
Até mais.

José S. Pereira disse...

Atena, o texto é excelente. E isso é um problema cultural. Vem lá de trás, quando o humano começou a namorar o divino, em busca de expiações para a falta de capacidade em explicar eventos.

Claro que existem acidentes. Falta de sorte mesmo, em que não houve escolha de nossa parte. Muitas vezes, a escolha de um outro nos levou de roldão (um assalto, um acidente de trânsito provocado por um motorista embriagado, e por aí vai). Mas para o dia a dia, para a nossa condição de vida... somos o resultado de nossas escolha.

E brilhante quando você se coloca sobre "culpa". Essa foi a pior parte de tomarmos o divino como namorado. A grande maioria das pessoas entrega seus destinos nas mãos dos primeiros que proferirem, com convicção: Eu o livro de suas culpas, eu conduzo o seu destino.

Mas, num post anterior, você deu a solução para o problema: passa pelas salas de aulas, até que as crianças tragam para as salas de visitas de suas próprias casas. É a mesma tecla de sempre. Mas se não a tocamos como pede para ser tocada, temos que insistir no assunto: Educação de Qualidade.

Se não é o remédio milagroso, a venda nas barracas de camelôs ou nos cultos fervorosos (após o pagamento da Oferta), ainda é o nosso melhor antídoto contra a vida alienada, conduzida por outro que não o próprio protagonista.

Abraços

Atena disse...

Mary:
Que bom que gostou, obrigada.
Ao ler seu comentário lembrei de situações que presenciei exatamente como você colocou: “Não fui eu!”
Infelizmente são os fracos de ego ou de caráter... fazer o quê? rsrs
Realmente, para evoluirmos é necessário admitir também as imperfeições.
Beijos, querida

Atena disse...

Gisvasfi
Você diz muito bem aqui: “Acredito que não podemos mudar o outro, mas podemos mudar a nós mesmos”
A mudança depende de cada um, mas eu sei que é difícil para muitos. É preciso consciência e maturidade. Alguns chegam aos 90 sem tê-la alcançado. rsrs
Obrigada pela visita e participação, seja bem vinda.
abraços

Atena disse...

José:
A humanidade evoluiu bastante no aspecto científico e tecnológico, mas como ser humano ainda estamos muito atrasados. Em alguns aspectos, até regredimos, como por exemplo: o respeito que agora não existe.
Para ter consciência de nossas escolhas não podemos ficar dando o controle de nossas vidas para uma divindade da qual a maioria sequer tem noção.
Concordo em gênero e número com sua conclusão: o que falta é educação de qualidade.
Excelente seu comentário. Obrigada.
abraços

Vera Alvarenga ... disse...

Olá Atena!Gosto do que escreve!
Desta vez,discordo em parte,sobre sermos responsáveis por todas as escolhas e culminar com o exemplo do voto-concordo que devemos ter sempre em mente responsabilidade e o fato de que não podemos mudar o outro(mas podemos desejar que mude ou crer no que aparenta ser!).
Sempre haverão os que detém poder e abusam dele. Não acho que temos responsabilidade pelos erros que outros cometem conosco, principalmente políticos.Votamos, fazemos escolhas, muitas vezes pela fé que nos move ou desejo de sermos felizes. Muitos de nós votam porque são obrigados,mas não há no sistema o que nos permita saber se estamos sendo enganados por aqueles que nos manipulam com promessas e caras de bons moços. O sistema é corrupto; quem luta contra ele; e nele,para manter-se honesto, é como se lutasse para levar de volta ao cume da montanha, a bola de neve que já começou a rolar.
Sei que temos responsabilidade por nossas escolhas, mas não gosto de tirá-la dos ombros de outros para só colocar nos meus,ou nos de quem sofre situação da qual não consegue sair, sem se machucar muito, sem desistir do que é por natureza ou sem fingir que está jogando o mesmo jogo. Fiz isto por algum tempo em minha vida- se as coisas davam errado,pensava que a responsabilidade era apenas minha. Perdoava ao outro,responsabilizava a mim. Ora bolas! Há pessoas que desenvolvem suas características de liderança sobre outros,mas poderiam usá-las de melhor forma,e abusam!E nem todos os que não querem ou não tem oportunidade de desenvolver a postura de dominadores/líderes, são pessoas comodistas ou ignorantes. Responsabilidade cabe sim, minha opinião, a cada ser humano que manipula o outro, sobre o qual tem forte poder emocional, financeiro ou de outro tipo, abusando dele por este ter feito escolha movida pela fé no outro ser humano e em si.
Sei que não devemos exagerar,nos acomodar,cada um tem deve mudar a si, mas os que tem o poder e a consciência dele,adultos sôbre crianças ou pessoas mais ingênuas, menos vividas, deveriam ter maior responsabilidade sobre seus atos.
É mesmo polêmico,minha amiga, como quando mulheres apanham de seus maridos e continuam com eles! como quando um filho/a continua amando um de seus pais mesmo que este abuse com agressões, ou alguém continue a entender que amor é só aquilo que recebe.Tenho limitações a respeito de julgar que culpa/responsabilidade deva recair apenas em quem está se sentindo infeliz ou se encontra em situação difícil.Somos responsáveis em algum nível pela felicidade do outro a nosso lado, portanto somos culpados se insistirmos em ter com ele uma atitude que não é justa como podería ser, ou quando não queremos ser honestos como poderíamos ser por abusar ou enganar outro apenas em nosso favor(e não por uma questão de sobrevivência).Difícil falar disto, sem me expor aos que dirão que culpar outros é querer se fazer de vítima. Claro que existem vítimas! Não sou cega,vejo isto.Você não? Não quero culpar outros por comodismo meu apenas, mas não quero inocentar os que agem mal recorrentemente, como os políticos,ou os que tem poder e consciência dele e se aproveitam disto.
Lido com isto tentando reconhecer que, o melhor seria a gente só querer mudar a si próprio mas, compreendendo que o perdão deve estar a nosso alcance para perdoar primeiro a nós mesmos, quando nos decepcionamos e por ingenuidade ou sonho, esperávamos maior compromisso do outro com a verdade, respeito,humanidade.(isto serve também para os pequenos relacionamentos).Pessoas dominam outros e os escravizam a seus desejos, por ter uma inteligência mais adequada a este tipo de atitude.A responsabilidade seria então dos que não estão preparados para agir de modo igual? É certo que um povo fraco morrerá nas mãos de um inimigo mais fortemente armado, mas, será responsabilidade então dos que pensaram em cultivar cultura e alimento,ao invés de armas? Tudo,é apenas minha maneira de ver as coisas.
Beijos, minha amiga,perdoe o comentário um tanto emocional,mas adoro vir aqui e poder conversar com você.
Vera.

Gisele Munhoz disse...

Olá Atena!

Achei sua esplanação perfeita!

Quando nos colacamos no papel de vítima uma venda se instala em nossos olhos e aí a lamúria se torna uma ingrata conselheira.

Que possamos nos conhecer melhor, investigar o motivo de culpar aos outros por tudo o que acontece de ruim e assim seremos melhores e poderemos crescer, evoluir, o objetivo de nossa existência.

Bjokas
Gisele

Atena disse...

Vera:
Concordo que cada um tem o direito e até o dever de discordar, mas vou “levantar uma lebre” aqui e pedir para você refletir sobre.
Vamos ver esta sua frase: “Não acho que temos responsabilidade pelos erros que outros cometem conosco, principalmente políticos.” Temos sim, talvez não isoladamente, mas como povo. Há anos o brasileiro reclama dos maus políticos, mas até agora não fez nada para mudar essa situação vergonhosa que existe em nosso país. Por exemplo, se o povo se unisse e exigisse que senadores, deputados e vereadores não recebessem salários (cada um teria uma outra fonte de renda e poderiam legislar um dia ou dois por semana. Aliás eles ocupam menos tempo do que isso trabalhando) , se candidatariam pessoas bem mais interessadas em fazer o bem para o povo e a nação. Isso somado a outras proibições, lobbies por exemplo, diminuiria o descaso com que somos tratados e a robalheira também.
Todos nós somos responsáveis por situações que afetam a todos. O problema é que existe ignorância e falta de consciência (do povo como um todo).
Sempre haverá os gananciosos pelo poder, mas cabe aos demais “podar-lhe as pernas”.
Se existem abusadores é porque existem aqueles que se deixam abusar. Não dá pra fugir desta premissa.
“É certo que um povo fraco morrerá nas mãos de um inimigo mais fortemente armado, mas, será responsabilidade então dos que pensaram em cultivar cultura e alimento, ao invés de armas?” Sim, Verinha, foi a escolha deles e tem de arcar com as conseqüências. Não estou dizendo que é justo, é triste, mas é verdade. São escolhas que cada um ou um povo faz.
Esse tipo de raciocínio leva tempo para ser assimilado e aceito e não, necessariamente, nos deixa felizes, como coloquei no post.
Espero ter esclarecido melhor sobre o que falei no texto.
Adorei sua participação, pois é na diversidade de opiniões que está a riqueza de - ser humano.
Beijos

Atena disse...

Gisele:
Aí, garota, marcou um gol. rsrs
Gostei de sua metáfora com relação ao colocar-se no papel de vítima, realmente essa “venda” não nos deixa ver a real situação.
Autoconhecimento é fundamental, pena que poucos se dão conta disso.
Obrigada pela participação e beijos

Vera Alvarenga ... disse...

Sim Atena, ficou mais claro agora!
Gostei da lebre,percebi que considerei o lado individual, o pouco que podem fazer as pessoas quando pensam apenas em seu próprio umbigo ou estão sozinhas resolvendo seu problema. Vi um homem honesto, lutando para conscientizar pessoas de que era preciso mudar, agir, exigir na política e foi decepcionante para ele o resultado, principalmente quando lhe perguntaram: quanto o sr. me dá pra eu votar no sr.? E coisas do tipo.Vejo mulheres em suas lutas individuais, mas creio que nada é em vão e toda pequena mudança já é um passo,um exemplo.Mas são pequenos passos o que podemos fazer,cada um de nós.
Em questões como a política,a união faria mais,com certeza.O povo unido por um objetivo a longo prazo,não permitiria que situações fossem mantidas,em troca de pequenos favores que satisfazem apenas por um instante, enchem barriga por um dia.
Compreendo seu ponto de vista.Foi bom ter estado aqui com você.
Beijos também!

Atena disse...

Vera:
Sim, temos a tendência de trazer as coisas para o pessoal ou individual, é da natureza humana. Minha caminhada no caminho espiritual é que me ensinou a olhar o grande panorama, daí as minhas colocações.
Agora, a união sempre faz a força, seja em que âmbito for. Infelizmente a humanidade ainda não aprendeu a pensar assim.
Adoro papear com você. rsrs

Beth Muniz disse...

Oi querida mestra,
Bela reflexão!
É claro que em determinadas dimensões não temos controle, visto que não depende só de nós a tomada de decisão. É a chamada falta ou ausência de governabilidade.
Sim, porque acredito que o termo não se aplica apenas aos governos.
Noutras sim. Depende de nós.
Eu costumo dizer que quando alguém que fugir das suas responsabilidades, seja na vida pública ou privada, utiliza as preposições, ao invés de usar proposições como forma de resolver conflitos e tomar decisões que impactem positivamente a todos. Então é um tal de “contudo, porém, perante, ante, pois, até, etc.”
Também acho que há uma grande confusão entre o papel do ensino (escola) com o da educação (núcleo familiar).
Como ter bons gestos de educação em sala de aula, se não se convive com gente educada em casa. E quando me refiro à educação, incluo todos os componentes como por exemplo, o respeito pelo semelhante, respeitando-se as diversidades e adversidades.
Como bem disse, não dá para por a culpa no mundo, se não fizermos a nossa parte. O mundo precisa de limites. E neste ponto, não sei que o dará.
Beijão querida.
Ah! Gostaria de repercutir o post no Travessia, se me permite. Com os devidos créditos, é claro!

Atena disse...

Beth, querida:
Adorei essa das preposições, bem típico de um morador de Brasília, acostumado a ouvir políticos...rsrs
Você lembrou bem os “limites”, ah, a coisa anda feia, mas tenho fé que com tantos mais conscientizados atualmente, haja uma melhora, que, claro, será gradativa.
Quanto ao seu pedido, é uma ordem pra mim. rsrs Sinta-se sempre à vontade para copiar, plagiar, etc. Eu respeito esse negócio de manter créditos alheios porque sei o que os demais pensam, mas quanto ao que eu produzo, entrego para o mundo, não me incomodo de ser copiada ou plagiada porque considero o conhecimento como um bem de todos e não só de seu criador ou autor.
beijocas

Anônimo disse...

Vi esse mensagem no youtbe e dexo pra vo tambem

http://www.youtube.com/watch?v=sb-0DejE650

\o/

Cidadão Araçatuba disse...

"A “mania” de jogar em cima dos outros a responsabilidade pelo que de ruim acontece a cada um é porque o ser humano não gosta de olhar o seu interior e aceitar o seu lado considerado negativo. É outro fato do qual não adianta fugir, todo mundo tem seu lado sombrio, não há exceção."

Matou a pau!
Muito bom, mas para isso tudo tem remédio... Simancol, uma colher de 8 em 8 horas!
Muito boa a sua reflexão, adorei, grande abraço!

Visite-me viu? Já falei que a sua opinião é importante?

Atena disse...

Anônimo:
Obrigada pela dica.
Seja bem vindo.

Atena disse...

Cidadão:
Mas que baita remédio, tchê. rsrs
Adorei. Pena que não vendem em farmácias. rsrs
abração

Palavras & Histórias disse...

Oi Atena, eu do lado de cá confesso que as dores e amores de uma responsabilidade estão no nosso andado mesmo. O que pode confundir um pouco é o medo que temos de errar. Daí, é apontar o dedo pra todo lado, pra que, o que sobre para nós seja apenas auto-piedade.

Ledo engano! Na hora que as luzes se apagam, e nos deparamos com a gente mesmo, é preciso um esforço danado pra fazer valer esta irrealidade. Daí, os vazios... a depressão. Conviver intimamente com o que não somos, deve ser terrível.

Saudades

Atena disse...

Valéria:
Que bom encontrá-la por aqui.
Sim o ser humano tem muito medo de errar porque a isso foi condicionado (já postei a respeito) e sim, deve ser terrível conviver com a "persona". Sábios gregos... rsrs
beijão, querida

Malu disse...

Confesso que fazia tempo que não passava por aqui, Atena.
Sim, e como sempre suas palavras vão para bem dentro de cada um de nós e que se faça o melhor delas.
O que o passar dos dias nos dá é cada vez mais experiência e eu aprendo muito com o tempo.
Minha vida nunca foi fácil e eu tive muito cedo que escolher - ou eu me vitimizava ou seria dona das minhas próprias escolhas e decisões, portanto na minha VIDA sempre mandei eu e sempre fui responsável pelos meus resultados positivos e neganitvos.
Logicamente que encontramos, sim, pessoas que influenciam grande parte desses resultados, mas mesmo assim quem continua a reverter o placar somos nós.
Grande abraço, amiga!

Atena disse...

Malú:
Para mim é sempre um encanto encontrá-la por aqui.
Parabenizo-a por sua vitória contra a vitimização. Esse é um mal que acaba com as pessoas, mas você, pelo jeito, é uma vencedora.
Obrigada pelas gentis palavras e abração

Sissym disse...

Olá Atena!!!

Já disse Confucio que: "O homem superior atribui a culpa a si próprio; o homem comum aos outros."

Infelizmente, por mais conscienciosos que sejamos, temos habito, mesmo que eventualmente, de atribuir um erro a outro. A culpa. Usando de justificativas muitas vezes capazes de mascarar a realidade.

Outro dia mesmo eu parei para pensar: "Santo de casa não faz milagres. Só que eu poderia ter me esforçado mais e aprendido outro idioma por meu mérito. E não fiz (ainda!)".

Beijos e otimo final de semana!

Atena disse...

Sissym:
Você disse bem, por mais conscienciosos que sejamos, volta e meia caímos na armadilha. rsrs
Tá bem, você não fez nada ainda, mas não se critique, ao invés, procure agir como precisa.
Gostei da frase do Confúcio, não a conhecia.
Obrigada pela visita e grande abraço

Anônimo disse...

Achei o artigo muito bom e de facil entendimento.
Continue....precisamos aprender....

Atena disse...

Anônimo:
Obrigada pela visita e comentário.
Seja sempre bem vindo/a.
abraços