"No Egito as bibliotecas eram chamadas Tesouro dos remédios da alma. De fato é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.”

(Jacques Bossuet).

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

As coisas sempre foram assim por aqui ...

jaula de macacos

A seguinte estorinha é bem conhecida, mas vou repeti-la aqui caso algum leitor não a conheça:

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio, uma escada, e sobre ela um cacho de bananas.

Toda vez que um dos macacos começava a subir na escada, um dispositivo automático fazia jorrar água gelada sobre os demais macacos.

Passado certo tempo, toda vez que qualquer dos macacos esboçava um início de subida na escada, os demais o espancavam (evitando assim a água gelada).

Obviamente, após certo tempo, nenhum dos macacos se arriscava a subir a escada, apesar da tentação.

Os cientistas decidiram então substituir um dos macacos. A primeira coisa que o macaco novo fez foi subir na escada, dela sendo retirado pelos outros que o espancaram.

Após várias surras o novo membro dessa comunidade aprendeu a não mais subir na escada.

Um segundo macaco foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato.

Um terceiro macaco foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e o quinto macaco foram trocados, um de cada vez, com intervalos adequados, repetindo-se os espancamentos dos novatos quando de suas tentativas para subir na escada.

Os cientistas então ficaram com um grupo de macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.

Se fosse possível conversar com os macacos e perguntar-lhes por que espancavam os que tentavam subir na escada, com certeza a resposta seria:

“Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui”.

Esse comportamento ou essa resposta, não lhe parece familiar???

Este é um comportamento bem característico do ser humano: repetir o que lhe foi ensinado sem questionar ou pensar em mudar alguma coisa.

Outro dia lembrei-me de um livro que li há tempos. A pessoa que o escreveu diz ter canalizado as informações de seres extraterrestres com quem manteve contato. Não importando se isso é verdade ou não (sempre fico com um pé atrás nessas canalizações) o que importa é que o livro traz ideias e conceitos totalmente diferentes do que nós humanos estamos acostumados ou familiarizados.

Diz no livro, por exemplo, que os seres do planeta de origem do informante não constituem família. Eles têm filhos, mas os mesmos são criados e educados por qualquer um ou todos que o quiserem fazer. As crianças são amadas como legítimos filhos por todos os habitantes do planeta onde vivem.

É dito ainda que não existem sentimentos como ódio, raiva, inveja, preconceito e atitudes violentas como brigas e guerras. Diferenças de opinião ocorrem, bem como desentendimentos, contudo são resolvidos com diálogos e debates racionais e isentos de emoções negativas.

Claro está que num tipo de sociedade como essa é bem possível as crianças serem educadas por todos, mas ... aí lembro-me de que existem sociedades indígenas que não são tão pacíficas quanto essa do outro planeta e que onde também as crianças pertencem à tribo, são criadas e queridas por todos.

Ultimamente muito eu ouço e leio as pessoas afirmando que a família é a base da sociedade, que sem ela o mundo está perdido, etc.

Será???

Esta não é simplesmente mais uma das crenças que foram passadas de geração em geração e ninguém parou para questionar se era verdade?

Ah, mas que pensamento blasfemo este, dirão alguns... Por quê?

Precisamos lembrar que a família é uma expressão de nossa capacidade limitada de amar, restringimos o nosso amor a poucos.... Se a humanidade seguisse a orientação do mestre Jesus, as coisas seriam diferentes.

Também, nesse planeta citado no livro, o trabalho e a propriedade privada não existem. Os indivíduos moram em residências, é claro, mas estas não lhes pertencem, portanto se chega alguém de fora é prontamente alojado em qualquer residência pelos seus moradores.

Utopia? Talvez para um mundo materialista, competitivo e capitalista como o que vivemos. Fomos condicionados desde sempre a pensar que isso é o certo e o “normal”. Será???

Bem, normal é o que é representado pela parte mediana da Curva de Gauss, outra criação nossa.

Coloquei aqui três “pilares” fundamentais de nossa sociedade que podem ter uma diferente abordagem. E quanto ao restante de nossas “certezas”, de nossos “certo e errado”? É tudo produto de nossas crenças, que foram passadas a nós desde que nascemos e que nunca questionamos.

Pensem nisso. Reflitam, sem ideias preconcebidas.

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quarta-feira, 1 de maio de 2013

A crescente polarização na sociedade humana

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De uns tempos para cá nota-se uma crescente polarização na sociedade humana. As pessoas estão ficando cada vez mais radicais, assumindo suas ferrenhas posições a favor ou contra determinados assuntos. Também as atitudes estão ficando extremadas.

Parece que o meio termo, o caminho do meio preconizado pelo Buda, desapareceu do comportamento e atitudes humanas.

Lembro que à época da “guerra fria” existia esse comportamento, contudo voltado somente a um tema: a rivalidade entre norteamericanos e soviéticos, a polaridade imperialismo versus comunismo.

Atualmente qualquer tema se presta para as pessoas digladiarem e assumirem posições extremistas. A velha dualidade - bem contra o mal assume várias formas, com seus apologistas sempre se esquecendo que um e outro são relativos. O que é mau para X pode ser considerado bom para Y e vive versa.

Vivemos atualmente num mundo onde, devido à globalização, encontra-se exclusão versus inclusão, concentração da riqueza versus a expansão da pobreza, exacerbação do consumo versus falta do básico para viver. É tudo oito ou oitenta.

A mudança de ciclo que estamos atravessando tem trazido muitas incertezas, dúvidas e questionamentos a todos. Até há pouco (21/12/2012) havia na cabeça de muitos o temor de que o mundo fosse acabar. Medo aumenta a ansiedade e ambos estão associados à elevação de adrenalina no corpo e isso diminui ou afeta a razão, assim, crimes por motivos absolutamente banais começam a acontecer como o assassinato do cliente no restaurante por uma diferença de apenas sete reais na conta.

Aqui no nosso país encontro opiniões exacerbadas e radicais por parte de “esquerdistas fanáticos e direitistas viscerais: dois perfeitos idiotas”, como disse Frei Betto.

Uma frase de um desses radicais mentecaptos (Reinaldo Azevedo) ficou famosa quando da morte de Oscar Niemayer: "Metade gênio e metade idiota”. Essa frase, para mim, exemplificou brilhantemente a irracionalidade dos extremistas.

A direita conservadora ataca e só enxerga o lado negativo da gestão petista, enquanto que a esquerda defende ditaduras como Cuba. Nenhum dos lados (com raras e honrosas exceções) enxerga os méritos, que existem, na primeira bem como os deméritos, que também existem, na segunda.

Outro tema que anda “quente” é o fanatismo ligado a crenças: religiosos versus ateus, xiitas versus sunitas ou crentes de algumas religiões hostilizando os crentes de outras, como pode se ver neste exemplo: A quantidade de denúncias de intolerância religiosa recebidas pelo Disque 100 da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República cresceu mais de sete vezes em 2012, quando comparada com a estatística de 2011.” (http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/01/21/denuncias-de-intolerancia-religiosa-crescem-mais-de-600-em-2012.htm?cmpid=cgp-cotidiano-news )

Na Europa e Oriente Médio, muçulmanos versus cristãos dão a tônica nas manchetes. Pra todo lado nota-se os extremos assumindo a dianteira e, muitas vezes, a intolerância se fazendo presente.

Mais do que nunca é momento de se usar a razão e o bom senso, mas cada vez mais as pessoas estão usando a emoção, na sua manifestação mais negativa: o extremismo ou radicalismo.

Recentemente, devido a uma entrevista de Marília Gabriela divulgada na rede, pude constatar a virulência da argumentação de um cidadão de má fé e que atinge a milhares de pessoas porque se apresenta na televisão. É tudo de que não precisamos nos dias atuais: alguém estimulando o circo a pegar fogo. Isso contagia porque as cabeças ocas que o ouvem, já que não possuem discernimento, saem repetindo as sandices do seu “guru”.

Nas minhas leituras, pela internet, observo como as pessoas interpretam mal o que leem ou mesmo distorcem o que o outro quis dizer (inclusive vejo isto aqui nos comentários). Isso feito, passam a xingar o outro de forma grosseira, jogando o: “ou você está comigo ou contra mim”. Tudo se torna ofensa pessoal, não há distanciamento, não há reflexão, parte-se logo para o ataque.

Observo como, no geral, as pessoas não conseguem debater um tema de forma racional. Vejo principalmente dois tipos debatendo: o mais culto, onde se observa uma boa bagagem de leitura, e o iletrado. O primeiro começa despejando seu conhecimento em cima do outro, fazendo muitas citações dos autores que já leu. O segundo, por não poder contra-argumentar por falta de conhecimento parte logo para as ofensas pessoais. Aí o primeiro, ao invés de manter a postura já que tem mais cultura, deixa-se cair ao nível do outro e também apela para as ofensas.

Ó céus, onde anda a razão? O mais engraçado é que os letrados assumem ser altamente racionais. E o são, nas suas argumentações, mas nos xingamentos.... aí eles perdem toda a sua racionalidade.

Pessoal, façam um exame de consciência e observem se não estão se incluindo nessa turma que citei. Lembrem, quanto mais consciência uma pessoa tem, mais distanciamento ela consegue ter em qualquer discussão ou debate.

A excessiva polarização só leva a um desfecho: conflito!

O mundo atual já está tão repleto de problemas, ainda querem criar mais um ....?

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domingo, 10 de fevereiro de 2013

Experiências fora do corpo – parte I

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Robert Monroe, engenheiro e jornalista, no ano de 1958, começou a passar por estranhas experiências fora do corpo (também chamadas viagens extrafísicas, desdobramento, projeção ou viagem astral). De início suas saídas extracorpóreas aconteciam espontaneamente, sem que ele tivesse tido vontade disso ou comando sobre as mesmas. aos poucos, conforme o tempo passava, foi se acostumando com as saídas e finalmente as programava, saindo do corpo por vontade própria.

A partir daí todo um novo universo se descortinou para Monroe, mudando sua visão de mundo e inclusive sua fisiologia. Ele relata suas viagens e descobertas no livro Viagens fora do corpo, Ed. Record, 1971.

Como cientista que era, e até por instinto de preservação, quis pesquisar sobre o assunto e o caminho levou-o para longe das religiões, parapsicologia e disciplinas orientais, pois aí não encontrou a confirmação científica que procurava. Quase nada encontrando resolveu, lá pelos anos 70, junto com alguns colaboradores, todos profissionais de grau universitário, fundar um instituto para pesquisar e desenvolver técnicas de saída do corpo – o Instituto Monroe de Ciências Aplicadas.

O laboratório de testes consistia em três cabines de isolamento com uma cama com colchão d’água aquecida, controle de ar, temperatura e acústica. Todas as três ligadas separadamente à sala de controle onde eram registrados sinais fisiológicos dos participantes: EEG (eletroencefalografia) com oito canais, EMG (tônus muscular), pulsação e voltagem corporal.

Seus experimentos com os voluntários “pacientes” eram à noite o que acarretou que muitos acabavam dormindo durante as sessões. Como Monroe era engenheiro de som, pensou em utilizar sons para manter os pacientes acordados num estado de pré-sono e plenamente conscientes. Pôs mãos à obra e criou o que chamou de FFR (Frequency Following Response) ou Resposta Imediata à Frequência. Introduzindo certos tipos de sons nos ouvidos dos participantes descobriram que havia uma resposta elétrica semelhante nas suas ondas cerebrais e controlando essas freqüências de ondas conseguiam manter a pessoa acordada ou fazê-la dormir.

A partir de então Monroe e sua equipe alcançaram considerável progresso em seus experimentos. Com a divulgação de seus trabalhos começaram os convites para palestras e posteriormente para experimentos com vários participantes na forma de workshops. À época do lançamento de seu livro Viagens além do universo (1985), milhares de pessoas já tinham participado dessas experiências de saída do corpo assistidas pela equipe do Instituto.

Monroe deu palestras em grandes universidades americanas e organizações como o Smithsonian Institution e apresentou estudos sobre o assunto à Associação Psiquiátrica Americana. Seu trabalho foi sempre acompanhado por psicólogos e psiquiatras.

Estudos realizados após a publicação do livro Viagens fora do corpo indicaram que uma a cada quatro pessoas teve, no mínimo, uma experiência extracorporal espontânea (eu já tive umas cinco das quais me lembro).

A leitura dos livros de Monroe foi uma das mais instigantes que já chegou às minhas mãos. Seu conteúdo ratifica outras leituras minhas sobre expansão de consciência e confirma a existência de outras realidades bem como a reencarnação.

Já disse aqui e volto a dizer: somos muito, mas muito ignorantes a respeito do que é a realidade e o universo. Infelizmente as religiões ocidentais se encarregaram de nos condicionar com conceitos e crenças bobas e limitantes. Não temos a menor ideia do que nos rodeia que não conseguimos ver com os olhos físicos.

Os anos todos que Monroe despendeu em suas “viagens” fora do corpo o levaram a ter uma diferente visão de mundo, espaço e tempo.

Esta é a mensagem que os monitores do Instituto Monroe fornecem para os participantes memorizarem antes de iniciar seus experimentos fora do corpo:

“Sou mais do que o meu corpo físico. Por ser mais do que matéria física, posso perceber aquilo que é maior do que o mundo físico.

Assim, desejo me expandir, experimentar: conhecer, compreender, controlar, utilizar as energias e sistemas energéticos superiores que possam ser benéficos e construtivos para mim e para aqueles que me seguem.

Também desejo a ajuda e cooperação, a compreensão dos indivíduos cuja sabedoria, evolução e experiência são iguais ou maiores que as minhas. Peço a eles orientação e proteção contra qualquer influência ou força que possa me proporcionar menos do que os meus desejos expressos.” (livro Viagens além do universo)

Esta mensagem se justifica porque Monroe constatou que ele e outros participantes entravam em contato com outras entidades (algumas constituídas só de luz, mas também algumas desencarnadas de corpos físicos).

Aos céticos, sugiro assistirem este vídeo sobre um paciente sob anestesia geral que experimenta uma saída do corpo: http://www.youtube.com/watch?v=8GoVFGsLmzk&feature=youtu.be

Imagem: http://www.viagemastral.com/

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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Estar ciente ou estar consciente? Qual a diferença?

estar consciente

O tema de hoje é bastante complicado, até porque traz conceitos pouco conhecidos. Espero me fazer entender.

É sobre o que é ter consciência e não simplesmente ter ciência (saber ou conhecer ou ter percepção).

Encontrei um texto de um psicólogo americano (Dr. Arthur Janov) que explica bem a diferença:

A Psicoterapia tem estado no negócio ter ciência por muito tempo. Desde os tempos de Freud temos deificado insights. Estamos tão acostumados a apelar para o córtex frontal todo poderoso, a estrutura que nos fez os avançados seres humanos, que esquecemos de nossos preciosos antepassados, seus instintos e sentimentos. Nós podemos enfatizar como o nosso neocórtex é tão diferente de outras formas animais enquanto desconsideramos nosso aparato de sentimentos compartilhados mutuamente. Precisamos de uma terapia de consciência, não de ciência (estar ciente). Se acreditarmos que temos um Id a estufar dentro de nós, não há nenhum tratamento adequado porque a causa é uma aparição, um fantasma que não existe. Ou pior, é uma força genética que é imutável e, portanto, não pode ser tratada. Em qualquer caso, nós somos os perdedores.

Não há nenhuma impotência tal como ser inconsciente; correndo à volta com dilemas sobre o que fazer sobre isso ou aquilo, sobre problemas sexuais, hipertensão arterial, depressão e explosões de temperamento. Tudo parece ser como um mistério. À pessoa ciente ou que procura a ciência (conhecimento) tem de ser dito tudo. Ele ouve, obedece — e sofre. Conhecimento ou constatação não nos faz sensível, empático ou amoroso. Faz-nos cientes de porque não podemos ser. É como estar ciente de um vírus. É bom saber qual é o problema, mas nada muda. O melhor que o estar ciente pode fazer é criar idéias que negam a necessidade e a dor.

Ciência não é a cura; a consciência o é. A verdadeira ciência consciente significa sentimentos e, portanto, humanidade. À pessoa consciente não é preciso ser dito sobre suas motivações secretas. Ela as sente e não são mais secretas. Consciência significa pensar o que sentimos e sentir o que pensamos; o fim de uma existência dividida e hipócrita. Ciência não pode fazê-lo porque tem de mudar a cada vez que há uma nova situação. É por isso que a terapia cognitiva é tão complexa. Ela tem de seguir cada nova mudança na estrada. Tem que combater a necessidade de drogas e depois batalhar a incapacidade de manter um emprego e ainda tentar entender porque relacionamentos estão caindo aos pedaços. Isso também explica porque a terapia convencional leva tanto tempo; cada avenida deve ser percorrida de forma independente.

A consciência é global; ela se aplica a todas as situações, engloba todos aqueles problemas de uma só vez. O verdadeiro poder da consciência é levar a uma vida consciente com tudo o que isso significa: não estar sujeito a comportamento descontrolado, ser capaz de se concentrar e aprender, capaz de ficar quieto e relaxar, ser capaz de fazer escolhas que são saudáveis, a escolha de parceiros que são os mais saudáveis e acima de tudo, ser capaz de amar.” (http://cigognenews.blogspot.com.br/2008/09/difference-between-awareness-and.html )

Enfim, estar consciente é ter sentimentos a respeito de algo, não é meramente um processo cognitivo, é mais amplo.

Quando apenas estamos cientes de algo, usamos o hemisfério cerebral esquerdo, o responsável pelo pensamento lógico. Estar ciente conscientemente é ter ambos os hemisférios cerebrais trabalhando em harmonia.

Como seres humanos complexos que somos, muitas vezes estamos conscientes de situações ou problemas externos, como a fome no mundo, por exemplo, mas não estamos conscientes do que se passa em nosso psiquismo, o por que de estarmos sofrendo neste momento de nossas vidas. Ou vice-versa: aqueles mais centrados no próprio umbigo têm consciência do que vai em seu interior, mas estão se lixando para o que vai pelo mundo com seus congêneres irmãos.

Se quisermos evoluir como pessoas é preciso estarmos conscientes não só de nós mesmos como também do mundo em que vivemos, do que acontece com nossos irmãos de jornada.

Aqui no blog você encontra textos para ajudá-lo a expandir sua consciência em vários aspectos. Sinta-se à vontade para garimpá-los.

Imagem: psicologia1.com.br

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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Se Deus falasse com você, o que Ele lhe diria?

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Palavras que todo crente seja católico, evangélico, muçulmano, etc. deveria ler e refletir (com a própria cabeça, se é que ainda não sofreu lavagem cerebral).

As palavras abaixo são de Baruch Spinoza - nascido em 1632 em Amsterdã, falecido em Haia em 21 de fevereiro de 1677, foi um dos grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia Moderna.

Não concordo com a totalidade do pensamento de Spinoza, mas seu entendimento do Criador, vislumbrado nas palavras abaixo, é sem dúvida brilhante e lógico.

Infelizmente, ainda estamos longe de entender apropriadamente o que vem a ser o Criador, pois segundo as próprias palavras de Spinoza: “Um entendimento finito não pode compreender um infinito”.

Deus falando com você:

“Para de ficar rezando e batendo no peito!

O que Eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida. Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que Eu fiz para ti.

Para de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo construíste e que acreditas ser a minha casa.

Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias.

Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Para de me culpar da tua vida miserável:

Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que tua sexualidade fosse algo mau.

O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu amor, teu êxtase, tua alegria.

Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Para de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.

Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus amigos, nos olhos de teu filhinho...

Não me encontrarás em nenhum livro!

Confia em mim e deixa de me pedir. Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Para de ter tanto medo de mim. Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo. Eu sou puro amor.

Para de me pedir perdão. Não há nada a perdoar.

Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio.

Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti?

Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez?

Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos que não se comportem bem, pelo resto da eternidade?

Que tipo de Deus pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são artimanhas para te manipular, para te controlar e que só geram culpa em ti.

Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti.

A única coisa que te peço é que prestes atenção à tua vida, que teu estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso. Esta vida é a única que há aqui e agora, e a única que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre. Não há prêmios nem castigos.

Não há pecados nem virtudes. Ninguém leva um placar. Ninguém leva um registro.

Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.

Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um conselho.

Vive como se não o houvesse.

Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir.

Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.

E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não.

Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste... Do que mais gostaste? O que aprendeste?

Para de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar.

Eu não quero que acredites em mim. Quero que me sintas em ti.

Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas tua filhinha, quando acaricias teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Para de louvar-me! Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?

Aborrece-me que me louvem. Cansa-me que agradeçam.

Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas relações, do mundo.

Sentes-te olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria! Esse é o jeito de me louvar.

Para de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te ensinaram sobre mim.

A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo está cheio de maravilhas.

Para que precisas de mais milagres?

Para que tantas explicações?

Não me procures fora! Não me acharás. Procura-me dentro de ti... aí é que estou."

Einstein, quando perguntado se acreditava em Deus, respondeu: “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia de tudo o que existe.”

Imagem: foto do Hubble

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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A medicina que não cura

medicina

A entrevistada  abaixo ( consciência já expandida) traz ideias muito diferentes e inovadoras. Ninguém é forçado a aceitá-las, mas estou segura de que suas palavras merecem ao menos uma reflexão para avaliar-se a pressão exercida pela indústria farmacêutica e como seu ganho depende intrinsecamente da doença e não da saúde.

“Este artigo é sobre a medicina que não cura. Comento brevemente uma excepcional entrevista.

Mais que interessante entrevista, uma das pessoas com mais personalidade e dos valentes médicos do mundo que se atrevem a dizer o que pensam. A verdade é que viveram o comércio real que é hoje a medicina convencional, uma medicina que não cura, mas que faz mal.

Mostra como pouco a pouco mais e mais profissionais da saúde educados na alopatia (tratar o corpo em partes) compreendem que não é o caminho adequado a seguir e denunciam o que está acontecendo. E o que está acontecendo é que na medicina atual, os que tomam as decisões, antepõem interesses econômicos a benefícios reais para os pacientes. A relação com as farmacêuticas etc. Ela explica em seu livro A Máfia Médica.” (Dr. Gabriel Gaviña)

Entrevista realizada por Victor-M.Amela com Ghislaine Lactot, ex médica.

Nasci em Montreal (Canadá). Fui médica e hoje sou Ghislaine Lactot médica da alma. Divorciei-me duas vezes e tenho quatro filhos (de 37 a 28 anos) e quatro netos.

P - Política?

R -.Soberania individual! Creia em si, você é divino e o esqueceu. A medicina atual fomenta a enfermidade, não a saúde, o denuncio em meu livro “A máfia médica”.

P - Estou gripado, O que me receita?

R - Nada.

P - Nem um pouquinho de Frenadol?

R - Para quê? Para encobrir os sintomas? Não! Atenda a seus sintomas, ouça a si mesmo! E sua alma lhe dará a receita.

P – Mas me meto na cama ou não?

R – Pergunte a si mesmo, e faça o que crê que lhe convenha mais. Creia em si mesmo!

- Aos vírus não faz diferença o que eu creio!

- Ah, já vejo, elege o papel de vítima. Sua atitude é: “Peguei uma gripe. Sou vítima de um vírus. Necessito remédios!”. Sim, como todos…

- Minha atitude seria: “Me presenteei uma gripe. Sou a única responsável! Devo cuidar-me um pouco”. E me meteria na cama, repousaria, me relaxaria, meditaria em como me maltratei ultimamente...

P - Se “presenteou” uma gripe, diz?

R - Sim. Sua enfermidade vem de si, não vem de fora. A enfermidade é um presente que você se faz para encontrar-se consigo mesmo.

- Mas ninguém deseja uma enfermidade...

–Sua enfermidade reflete uma desarmonia interior - em sua alma. Sua enfermidade é sua aliada, assinala que olhe em sua alma, a ver o que lhe sucede. Diga obrigado, a ocasião lhe brinda de fazer as pazes consigo mesmo!

- Talvez seja mais prático uma pastilha ...

- Fazer guerra à enfermidade? Isso propõe a medicina atual, e as guerras matam, trazem sempre mortes.

P - Não me dirá agora que a medicina mata …

R - Um terço das pessoas hospitalizadas o é por efeitos medicamentosos! Nos Estados Unidos, 700.000 pessoas morrem por ano a causa de efeitos secundários de medicamentos e de tratamentos hospitalares.

(A cifra que dá é antiga, a das últimas estatísticas falam ao redor de 850.000 pessoas só nos Estados Unidos.)

- Morrerão igual sem medicamentos.

- Não. Não se mudamos o enfoque: a medicina atual esqueceu a saúde, é uma medicina de enfermidade e de morte! Não é uma medicina de saúde e de vida.

P - Medicina de enfermidade? Esclareça …

R - Na antiga China, um acupuntor era despedido se o seu paciente adoecia. Ou seja, o médico cuidava da saúde! Vê? Toda nossa medicina é, pois, o fracasso total.

Conto isso a muitos de meus pacientes em consulta. Se hoje fosse assim, os médicos estariam todos despedidos!

P - Prefere medicinas alternativas, pois…

R - Respeitam mais o organismo que a medicina industrial. Homeopatia (será a medicina do século XXI), acupuntura, fitoterapia, reflexoterapia, massoterapia, a prática de yoga, a meditação .. São mais baratas … e menos perigosas.

P - Mas não te salvam de um câncer.

R - Diga isso á medicina convencional! Ela te salva de um câncer?

P - Pode fazê-lo, sim.

R - O que fará seguramente é envenená-lo com coquetéis químicos, queimá-lo com radiações, mutilá-lo com extirpações ...

E ainda a cada dia aparecem mais cânceres! Por quê? Porque as pessoas vivem esquecendo sua alma (que é divina): a paz da alma será sua saúde, porque o corpo é o reflexo material de sua alma. Se reencontrar com sua alma, se a pacificar … não haverá câncer!

(O entrevistador não está convencido. Assim o educaram, de que a medicina convencional é capaz de curar o câncer. Gostei muito da resposta da Dra. Lactot porque não deixa lugar a dúvidas de que não é assim.)

P - Palavras bonitas, mas se um filho seu tivesse um câncer, o que você faria?

R - Alimentaria sua fé em si mesmo: isso fortalece o sistema imunológico, o que afasta ao câncer. O medo é o pior inimigo! O medo mina as autodefesas. Nada de medo, nada de submissão ao câncer! Tranqüilidade, convicção, delicadeza, terapias suaves …

P – Perdoe-me, mas o mais sensato é acudir a um oncologista, a um médico especialista.

R - A medicina convencional deveria ser só um último recurso, e muito extremo… Se sua alma está em paz, isso jamais lhe fará falta.

P - Bem, pois tenhamos a alma pacificada. ... Mas, por dúvida, tomemos vacinas.

R - Não! As fabricam com células ováricas de hasmster cancerizadas para multiplicá-las e cultivá-las em um soro de terneiro estabilizado com alumínio (isto a de hepatite B, com seu vírus): você injetaria isso em seus filhos?

- Já lhes fiz injetar a várias…

- E eu aos meus: fui médica, e na época não sabia ainda tudo o que sei hoje… mas hoje meus filhos não vacinam a seus filhos!

- Eu creio que seguirei vacinando-os.

- Por quê? A medicina atual mata moscas a marteladas: nem sempre morre a mosca, mas sempre quebra a mesa de cristal. São tantos os daninhos efeitos secundários.

P - Por que você desistiu da medicina?

R - Eu me fiz médica para ajudar. Dediquei-me à flebología, às varizes. Cheguei a ter várias clínicas. Mas fui dando-me conta do poder mafioso da indústria médica, que atenta contra nossa saúde, que vive à custa de estarmos enfermos! O denunciei… e me tiraram do Colégio de Médicos.

- Ou seja, já não pode mais receitar…

- Melhor! Os medicamentos são fabricados pensando na lógica industrial do máximo beneficio econômico, e não pensando em nossa saúde. Ao contrário, se estamos enfermos, a máfia médica segue ganhando dinheiro!

P - A quem chama de “máfia médica”?

R - A Organização Mundial da Saúde (OMS), as multinacionais farmacêuticas que a financiam, aos governos obedientes, a hospitais e a médicos (muitos por ignorância). E o que há detrás? O dinheiro!

- Você não escolhe inimigos pequenos…

- Eu sei, mas se me tivesse calado, teria adoecido e hoje já estaria morta.

P - Qual foi sua última enfermidade?

R - Faz dois dias, ha, ha… uma diarréia!

P – Vejamos, o que refletia isso de sua alma?

R - Oh, não sei, não o analisei… Limitei-me a não comer… e já me sinto bem!

P – Mas e se passa mal, eh…?

R – Se a enfermidade o visita, acolha-a, abrace-a! Faça a paz com ela! Não saia correndo como louco em busca de um médico, de um salvador… O salvador vive dentro de si. O salvador é você. Você é Deus!

- Um de meus mestres favoritos na medicina alternativa é o Dr. Bill Nelson, inventor, entre outras coisas, do Quantum SCIO, um aparelho de biorressonância que hoje é usado por milhares de médicos em todo o mundo. Ele diz sempre: “Se te dói algo e tens a má sorte de tropeçar com um médico…corre desesperadamente para afastar-te dele.”

Fonte: http://muybio.com/medicina-que-no-cura

O informe do Nutrition Institute of América (organização sem fins lucrativos) relata que entre os anos de 1993 e 2003, ocorreram 7.841.360 mortes nos Estados Unidos por diagnósticos incorretos e por efeitos de iatrogenia (reações adversas a drogas farmacológicas), ou seja, 784.136 mortes por ano.

É de se parar para pensar, não é?

Imagem: http://www.outramedicina.com/

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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Ciência ou religião, quem doutrina mais ou melhor?

ciência-religião

Há pouco tempo recomendei uma leitura ao autor de um blog que dizia não seguir nenhuma religião. Tal declaração me fez concluir (erroneamente) que o dito cujo tinha mente aberta. Ledo engano. Indiquei-lhe As Cartas do Cristo, http://www.cartasdecristobrasil.com.br/

uma séria de canalizações que nos mostra um Jesus mais real (não aquele endeusado da bíblia) nos trazendo informações mais coerentes e mais de acordo com os dias atuais. Bom, o dito cujo disse ter ficado chocado com o que leu.

Casualmente, dias depois, li o texto que segue abaixo e percebi algo que já deveria saber, mas que minha mente lógica e meu raciocínio virginiano não tinham me permitido ver – que é doloroso romper padrões estabelecidos por crenças profundamente arraigadas. Para evitar tal sofrimento as pessoas simplesmente não se dão ao trabalho de refletir sobre novas informações e as negam de saída.

Também esta semana li num site que um senhor (cético ou ateu, não sei) irá fazer um vídeo para negar que espíritos existem. Quanta pretensão!!!

Então os deixo com a leitura abaixo para refletirem nos seus condicionamentos e bloqueios decorrentes de suas crenças internas.

O engano incomodo da crença ...

“É engraçado como nós fomos condicionados a ser arrogantes e prepotentes sem a mínima consciência disso. A "fé" cega está nos extremos: A religião doutrina os crentes e a ciência doutrina os céticos. Uma guerra sem acordo.

O científico cético afirma que só pode acreditar naquilo que a "ciência" pode provar. O religioso, coitado, acredita naquilo que lhe convém de acordo com sua necessidade de acreditar em algo conveniente. Ambos, presas fáceis de quem as criou (religião e ciência).

Está óbvio que nem um nem outro tem uma visão holística sobre tudo o que nos cerca. Tem gente que gosta de misturar tudo e "mistificar" os termos sem conhecê-los. Holismo vem de Holos em grego, que significa: "inteiro ou todo". Portanto, uma visão holística é uma visão que procura abranger o todo SEM excluir nada. Uma mente aberta não significa crer em tudo que vê ou ouve. Significa apenas estar aberto ao NOVO. Ou seja, não descartar as possibilidades as quais "fogem" da nossa superficial compreensão "instantânea" das coisas. Isso te torna apto a aceitar novas possibilidades e romper crenças e padrões. Resumindo: Isso te torna FLEXÍVEL!

Quando um religioso fervoroso se depara com alguma evidencia de algo diferente ao que crê, seus argumentos são baseados em sua fé, ou seja, naquilo que aprendeu de sua doutrina religiosa.

Já um científico cético ao se deparar com alguma evidencia que se "choca" com sua crença, muitas vezes, ele as "joga pra debaixo do tapete", simplesmente porque "aquilo" é inconveniente aos padrões da sua ciência ortodoxa. Ou seja, não muda muito da religião. Em outras ocasiões, eles NEGAM fervorosamente, o que se caracteriza como uma fuga.

Pra quem segue uma dessas "doutrinas" (religião ou ciência ortodoxa), romper um de seus padrões, se torna algo "DOLOROSO".

A ciência ortodoxa estabeleceu limites ao mundo "físico", e ponto final.

A religião estabeleceu que o que não pode ser explicado, só pode ser algo de "deus". Quer dizer, eles se auto-limitam, dando a impossibilidade de eles próprios aprenderem com aquilo, transformando-o em algo inalcançável.

Podemos então perceber que de fato ambos possuem uma visão BLOQUEADA, limitada.

A ciência deveria agir de acordo com o que seu nome significa: "CONHECIMENTO" e, para se adquirir conhecimento, não podemos criar barreiras que nos impeçam de conhecer algo novo.

A religião apenas deveria aceitar a ciência como um aliado e assim poder ampliar o conhecimento e consequentemente romper suas barreiras.

INFORMAÇÃO É APENAS INFORMAÇÃO! O incessante mau-hábito de julgar, no qual fomos condicionados, nos leva a nossas "crenças e descrenças", ou seja, à nossa plena "AUTO-CONFUSÃO".

Negar o evidente, estando diante dele, é negar sua própria natureza, de um SER apto a CONHECER sem nenhuma imposição de limites.

Rompa suas barreiras e apenas permita-se OBSERVAR com mais atenção aquilo que "foge" à sua compreensão. Procure mais de uma resposta e não aceite qualquer uma também. Assim você não estará negando sua natureza conhecedora e desvendadora.

Estamos REPLETOS de evidencias misturadas com "desinformação" o que gera uma grande confusão àqueles polarizados pelas religiões e/ou pela doutrina científica.

Se você se permitir pesquisar "os porquês" de tudo ser tão confuso, você chegará a um ponto em que não poderá negar que esta confusão é proposital. Você perceberá que o sistema é confuso porque ele foi feito para ser confuso. Porque, assim é fácil manipular opiniões polarizadas e estabelecer os limites das crenças. Assim é fácil tornar a maioria das pessoas DEPENDENTES de um sistema complexo e desagregador de crenças.

Se você é incapaz de entender o que estou dizendo, recomendo que comece logo a prestar mais atenção ao que você se propôs como crença. Se você se nega a tentar entender o que quero dizer, sinto muito. Permaneça então em seu mundo fechado e continue acreditando naquilo que lhe convém. Tapar o sol com a peneira só vai te manter no mesmo lugar.

Rodrigo Morais

Fonte: Blog Liberdade Mental

Imagem: fc.up.pt

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domingo, 24 de junho de 2012

Afinal, Deus é masculino? (considerações sobre o equilíbrio)

yin_yang

Definitivamente, não!

Primeiramente porque não é o ser antropomorfizado que nos ensinaram, é uma energia e, ao que tudo indica, uma energia bipolarizada, ou seja, é feminina e masculina, yin e yang.

Sei que todos fomos criados acreditando e aceitando um deus de longas barbas brancas, um ser masculino. Na Bíblia ele é chamado de Senhor e também de Pai.

Por que a bíblia retrata a Fonte de tudo que é como um ser masculino? Porque naquela época já imperava o patriarcalismo.

“Quando vocês pensam no Criador Primordial, o que ou quem vocês imaginam? Na sociedade em que vivem, foi-lhes ensinado que a energia de Deus representa a fonte e que a energia feminina representa o uso ou atividade dessa fonte. Diríamos o contrário: o feminino representa a fonte e o masculino representa como a fonte é usada.” (Terra, Bárbara Marciniak, pg. 130) Em outras palavras, o masculino é como a Fonte se manifesta – a ação (yang).

Afinal, quem é que dá à luz? Não é a mulher ou energia feminina? E não é dito que Deus nos dá à luz?

As pessoas em geral anseiam por um mundo mais pacífico e sem guerras, pois bem, o mundo não vai mudar enquanto predominar a energia masculina. A energia masculina é guerreira, combativa. Por que mais mulheres estão ocupando cargos de comando? Por que uma das pessoas mais poderosas no mundo, na direção do FMI, é uma mulher? Porque a mudança já começou, a energia feminina está lentamente ascendendo para estabelecer o equilíbrio.

A sabedoria milenar chinesa nos diz que em tudo que existe são encontradas energias complementares que se equilibram: o yin e o yang, negativo e positivo.

Durante muito tempo este equilíbrio esteve rompido, com predomínio da energia ou vibração yang. Agora, porque estamos por iniciar um novo ciclo, chegou o momento de equilibrar as polaridades.

Durante muito tempo a mulher esteve submetida ao homem. Não usou ou usou pouco a energia yang contida nela, daí sua passividade. Aqui neste post  falo mais sobre isso.

Durante muito tempo o homem só usou (salvo honrosas exceções) sua energia yang e esqueceu-se da energia feminina da qual ele também é possuidor.

Durante muito tempo homens e mulheres entraram em conflito devido às suas diferenças tão acentuadas (falta de yin nos homens, falta de yang nas mulheres).

A Tradição nos diz que no início, logo após o aparecimento da raça humana no planeta, o ser era andrógino. A própria Bíblia nos dá referência disso no Genesis: “Criou Deus, pois o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” Bom, depois alguém que registrou essa estória, achou que não estava muito bem esclarecida a supremacia do macho e resolveu acrescentar a segunda versão onde a mulher sai da costela do homem. rsrs

“Aristófanes descreve como haveria surgido os diferentes sexos. Havia antes três seres: Andros, Gynos e Androgynos, sendo Andros entidade masculina composta de oito membros e duas cabeças, ambas masculinas, Gynos entidade feminina mas com características semelhantes, e Androgynos composto por metade masculina, metade feminina. Eles não estavam agradando os deuses, que os resolveu separar em dois, para que se tornassem menos poderosos. Seccionado Andros, originaram-se dois homens, que apesar de terem seus corpos agora separados, tinham suas almas ligadas, por isso ainda eram atraídos um pelo outro. O mesmo ocorre com os outros dois. Andros deu origem aos homens homossexuais, Gynos às lésbicas e Androgynos aos heterossexuais..” (Wikipédia)

Interessante essa ideia do Aristófanes. Gostei. rsrs

Claro que homens e mulheres continuarão com suas diferenças, mas à medida que os homens aceitarem e posteriormente se apropriarem de sua parte feminina se tornarão menos combativos e mais sensíveis (o que toda mulher quer). As mulheres, por sua vez, vão parar de encher tanto a paciência dos homens com suas frescurinhas. Quando em equilíbrio de polaridades, homem e mulher são mais capazes de entender melhor ao outro.

Quanto à situação do planeta, haverá mais tolerância, equilíbrio e paz.

Vejam as características de cada polaridade e como a associação de ambas nos torna seres mais completos.

Yin: passivo, noturno, escuro, frio, repouso, receptividade, aceitação, paciência, acolhimento, introspecção, suavidade, sensibilidade, intuição, nutrição, contração.

Yang: ativo, diurno, luminoso, quente, movimento, assertividade, espírito de luta, precisão, clareza, capacidade de tomar iniciativa, conquistar, impulsividade, raciocínio lógico, expansão.

(...) “Quando vocês reconhecem a Deusa, começam a dar valor à vida. Quando valorizam a vida, não superpovoam a Terra e não matam.” (Terra, Barbara Marciniak, pg.133)

Imagem: blamo.shadowness.com

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domingo, 17 de junho de 2012

Profecia Celestina

CelestineProphecy

Alguns livros têm o dom de mudar a vida das pessoas ou, no mínimo, fazê-las questionar mais e refletir sobre quem são e o que estão fazendo aqui no planetinha. Anos atrás li um desses livros. A mim não causou mudança ou impacto porque já tinha adentrado o caminho da busca espiritual, mas para muitas pessoas ele foi impactante. Veja o depoimento de uma leitora:

“Quando li "A profecia Celestina" estava em um portal, minha vida pessoal deteriorada por um casamento falido e não sabia que rumo tomar ou o que fazer. O livro foi para mim um divisor de águas. Esclareceu o que era o vazio imenso que eu sentia, a inquietação latente dentro de mim que me apavorava e emudecia por não entendê-la. A partir daí, minha vida virou de ponta cabeça, os questionamentos aflorando assustadoramente e abrindo minha percepção que não estamos sós, que há realmente algo maior, misterioso e impossível de entender em sua totalidade. Foi muito bom, me sinto renovada e os questionamentos persistem, agora com mais lucidez.” (http://fernandostrevisan.com.br/leituras/2007/06/profecia-celestina.cfm)

“A Profecia Celestina é um livro de 1993 do novelista James Redfield, que discute várias teses psicológicas e espiritualistas que remontam à tradição antiga e encontram repercussão no contemporâneo movimento New Age. O principal personagem da novela enceta uma jornada em busca de uma série de nove revelações espirituais citadas em manuscritos do século V ou VI A.C., encontrados em ruínas no Peru. O nome da profecia faz referência a um dos papas chamado Celestino, que teria dado ordens para que a Igreja ocultasse a existência dos manuscritos.” (Wikipédia)

Eis as nove revelações ou visões de que trata o livro:

1ª visão

"Ao nos conscientizarmos da coincidência estamos nos sintonizando com o mistério do princípio fundamental da ordem no universo"

Tornamo-nos conscientes das “coincidências” em nossas vidas, ou seja, percebemos que não são coincidências, mas sincronicidades.

2ª visão

"A Segunda visão é a consciência de que nossa percepção das misteriosas coincidências da vida é uma ocorrência histórica significativa.”

A busca da segurança material como substitutivo da insegurança básica de não se saber o motivo de se estar aqui.

3ª visão

"Quando nos transferimos para uma vibração mais alta, as mensagens tendem a chegar mais rapidamente. Quando usamos nossos dons e habilidades com a intenção correta, as coisas vêm até nós"

Tudo é energia. A descoberta da energia ou força vital. Quanto mais ligados nela, mais aumentam as sincronicidades.

4ª visão

"A Quarta Visão é a consciência de que os seres humanos, com frequência, rompem sua ligação interior com essa energia mística. Em decorrência disto, temos a tendência de nos sentirmos fracos e inseguros, e com frequência procuramos nos reerguer sugando a energia de outros seres humanos".

É a disputa pela energia entre os humanos. Já que não conseguem mais receber do cosmos roubam-na uns dos outros.

5ª visão

"A Quinta Visão é a experiência da ligação interior com a energia divina, e como ela expande nossa perspectiva de vida"

O universo nos proporciona tudo o que necessitamos bastando que estejamos abertos a isso.

6ª visão

Descobrir qual o tipo de controle que exercemos sobre as pessoas, pois ele é inconsciente. “Esses dramas de controle se baseiam no medo - que é energia negativa - e, quando nos conscientizamos do nosso, temos a chance de transformá-lo, combatê-lo, fortalecendo a nossa ligação com a energia interior”

Usamos quatro tipos de controle: o Interrogador, o Intimidador, o Coitadinho de mim e o Distante.

7ª visão

Conscientização de que as coincidências têm nos conduzido o tempo todo à realização da nossa missão e à busca da nossa questão vital básica".

Os sonhos, pensamentos e devaneios nos orientam desde que se preste atenção neles (a voz interior).

8ª visão

Consciência de que a maior parte das sincronicidades tem lugar através das mensagens que nos são trazidas por outras pessoas e que uma nova ética espiritual com relação ao semelhante estimula essa sincronicidade".

9ª visão

“A consciência de como a evolução se dará se vivermos as outras visões.”

Então, eis um livro que recomendo a todos. Para aqueles que não são interessados em espiritualidade ele pode ser lido tranquilamente como um livro de ficção, com muita ação e aventuras.

Fonte; A Profecia Celestina. Ed. Objetiva.

Imagem: http://i269.photobucket.com

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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Tempos virtuais

tempos virtuais

Recebi por e-mail e desconheço a autoria. Vale a pena refletir sobre o que diz o autor. Sublinhados por minha conta.

Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão.

Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: “Qual dos dois modelos produz felicidade?”

Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: “Não foi à aula?” Ela respondeu: “Não, tenho aula à tarde”. Comemorei: “Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde”. “Não”, retrucou ela, “tenho tanta coisa de manhã...” “Que tanta coisa?”, perguntei. “Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina”, e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: “Que pena, a Daniela não disse: Tenho aula de meditação!” Estamos construindo super-homens e super mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: “Como estava o defunto?”. “Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!” Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?

Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais...

A palavra hoje é “entretenimento”; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: “Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro,você chega lá!” O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.

O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, autoestima, ausência de estresse.

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping-center. É curioso: a maioria dos shoppings-centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...

Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Deve-se passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald...

Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: “Estou apenas fazendo um passeio socrático.” Diante de seus olhares espantados, explico: Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:...

"Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser Feliz"!!!

Imagem: incommunseries.com

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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Imposição de mãos – mistificação ou ciência desconhecida?

reiki

A imposição de mãos para a cura é um método talvez tão antigo quanto o ser humano, mas ainda hoje, pleno século 21, é desconhecido o seu funcionamento pela ciência, considerada pelos desinformados como picaretagem e para alguns, dependendo de quem a aplica, pode ser dom de “Deus” ou ato do “demônio”.

Não sei quem é pior, se os religiosos que deturpam tudo ou os cientistas cartesianos com seu ceticismo estúpido. Os humanos, no seu afã de separar o conhecimento das superstições, acabaram por deixar de lado a pesquisa de assuntos considerados “mágicos” com isso travando o desenvolvimento de uma medicina mais humanista, mais natural e que acabou se tornando uma prostituta mantida pela indústria farmacêutica.

A imposição de mãos não tem nada a ver com desencarnados (como alguns detratores do espiritismo pensam) e não é dom divino de uns poucos escolhidos (todo e qualquer um pode fazê-lo além dos pastores) é simplesmente a utilização de energias que não foram ainda estudadas pela ciência (está timidamente começando agora).

Encontrei uma dissertação de mestrado de Ricardo Monezi, provavelmente um cientista de mente aberta, que traz um pouco de luz para este assunto.

Eis o resumo de sua dissertação: “Avaliação de efeitos da prática de impostação de mãos sobre os sistemas hematológico e imunológico de camundongos machos. São Paulo, 2003.75p.Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo.

Estudamos a impostação de mãos sobre camundongos, avaliando parâmetros hematológicos e imunológicos. Nossos resultados demonstraram nos animais que receberam a impostação de mãos uma diminuição significativa do número de plaquetas, elevação do número de monócitos na leucometria específica, elevação da atividade citotóxica de células não-aderentes com atividade NK (células Natural Killer) e LAK (células matadoras ativadas por linfocinas). Os grupos controle e placebo não mostraram qualquer alteração Os resultados encontrados nos levam a concluir que há uma alteração fisiológica decorrente à impostação de mãos e que há que se estudar por que ela ocorre.”

Os céticos costumam dizer que as curas da medicina alternativa ou de “curandeiros” são única e exclusivamente produtos da autosugestão dos pacientes. Bom, o Dr. Monezi usou camundongos e constatou alterações fisiológicas. E agora, ratos também são autosugestionáveis? rsrs

Em sua dissertação ele cita algumas imposições de mãos bem conhecidas como:

Entre as diversas técnicas que trabalham com a impostação de mãos podemos citar o Toque Terapêutico (KRIEGER, 1976), o Jin Shin Jyutsu (BURMEISTER, 1997), o Reiki (WARDELL, 2001), o Qi Gong e o Johrei (OSCHMAN, 2000).

De acordo com KRIEGER (1976), o TT não possui qualquer base religiosa e independe da fé ou crença daquele que o recebe ou do praticante para ser efetivo. Sua aplicação requer, entretanto, a intencionalidade consciente do praticante com o intuito de repadronizar o campo energético humano.

O Jin Shin Jyutsu, descrito por Jiro Murai, no Japão, envolve o toque em pontos determinados do corpo do paciente, chamados “pontos de segurança de energia”. Os praticantes acreditam que suas mãos funcionam como “baterias energéticas”, que podem “carregar” determinadas áreas e “descarregar” outras, conforme a necessidade da pessoa, visando restabelecer e harmonizar os padrões circulatórios da energia (BURMEISTER, 1997).

O Qi Gong é considerada uma técnica chinesa de impostação de mãos milenar. “Qi” significa energia e “Gong” é a união das condições fisiológicas, mentais e emocionais do praticante. É um método que visa mobilizar, harmonizar e aplicar o "fluxo energético" no corpo. Os praticantes acreditam que, ao realizar os exercícios de Qi Gong, os pontos de entrada de energia estarão abertos absorvendo a energia da natureza (ZHANG, 1998).

O Johrei é uma prática de impostação de mãos, descrita por Mokiti Okada, no Japão, vinculada à igreja messiânica. Seus praticantes acreditam que através da impostação de mãos sobre o corpo de uma pessoa energias invisíveis podem provocar alterações tanto no físico quanto no emocional e espiritual (OSCHMAN, 2000).

O Reiki é uma técnica de impostação de mãos que foi concebida no Japão, no final do século XIX; seus praticantes acreditam na existência de uma energia sutil que pode ser canalizada e transmitida a outras pessoas através de pontos específicos intitulados de Chakras (BULLOCK, 1997; WARDELL, 2001).”

Há relatos de aplicações destas técnicas em inúmeras áreas da medicina como recurso complementar às terapias convencionais (KELNER & WELLMAN,1997;WIRTH & BARRET, 1994) demonstrando resultados promissores, sobretudo na recuperação de pacientes crônicos e imunodeprimidos, como, por exemplo, pacientes oncológicos, tanto pediátricos quanto adultos (OLSON & HANSON, 1997; FERNANDEZ, 1998), pacientes com síndrome de imunodeficiência adquirida (SIDA) (TOUPS, 1999) e, também, no alívio de sintomas como dispnéia, edemas e ansiedade em pacientes terminais (BULLOCK, 1997), como adjuvante na terapia com opióides no manejo da dor e em pacientes obstétricas durante a gravidez (PETRY, 2000A, B, C; RANZINI, 2001; SATYA, 2001).”

Felizmente encontram-se mentes abertas também no meio científico, portanto suspeito que daqui pra frente haverá mais pesquisas a respeito, o que ajudará a humanidade a sair das trevas da ignorância em que ainda se encontra.

Fonte: Dissertação de mestrado de Ricardo Monezi Julião de Oliveira

Imagem: retirada da dissertação de mestrado do Dr. Monezi

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Por onde anda a ética?

Ética

Outra noite assisti novamente o filme O sexto dia, aquele sobre clonagem com o Schwarzenegger.

Mais para o final do filme há diálogos com o vilão muito esclarecedores sobre até onde vai a ânsia pelo poder bem como sobre a eterna busca humana pela imortalidade. Dois temas “quentes” ...

Fiquei refletindo sobre o que a falta de ética, diretamente ligada à falta de consciência, pode fazer com o ser humano.

Vivemos em uma época onde, pelo menos aqui no país dos corruptos, fala-se muito sobre a ética e a falta da mesma. Quem não tem consciência desenvolvida não terá ética também.

Ética depende essencialmente do berço de cada um, dos princípios e valores que lhe foram transmitidos por seus pais.

Ética não é uma matéria que se pode ensinar, é um valor que “fermenta” dentro do indivíduo até chegar “no ponto” quando então se manifesta em suas atitudes.

Falta de ética e ânsia de poder costumam andar intimamente ligados. Vemos isso atualmente em nosso país, quer dizer, sempre foi visto, só que agora está passando das medidas, haja vista a quantidade de ministros que deixaram seus cargos ultimamente.

No filme citado anteriormente vemos o vilão (que comanda as clonagens) se outorgando o cargo de deus, decidindo quem e por que pode ter vida eterna por intermédio da clonagem. Megalomania no seu mais alto grau! Aff!

Por suposto que o filme exagera a tecnologia envolvida no processo de clonagem , mas o cerne da questão – a clonagem não é fantasia nenhuma. Do jeito e com a velocidade que a tecnologia humana avança atualmente não está longe o dia em que será possível clonar, com êxito, seres humanos (se é que isso já não foi feito).

Não tenho restrições religiosas a respeito do assunto porque não sigo nenhuma religião e até mesmo porque se a Fonte permite que isso aconteça é porque considera ok. Agora, quanto à ética, já e outro papo.

Nos dias de hoje os casais já podem escolher o sexo dos filhos, na fertilização in vitro, e isso não pode levar a um desequilíbrio populacional como está acontecendo na China devido à proibição de mais de um filho por casal (há falta de mulheres)?

E se a clonagem humana se tornar uma realidade não vamos destruir um equilíbrio já existente?

Já fiquei sabendo de outras “cacas” que os humanos andaram fazendo no reino animal nas suas intervenções junto às espécies que queriam preservar da extinção.

Quando é que os humanos vão aprender que a natureza sabe cuidar dela mesma?

A ética se equilibra sobre uma superfície tênue como um fio de navalha. Principalmente assuntos que afetam populações ou ecossistemas precisam sempre ser muito refletidos.

A sociedade humana chegou a um estágio tal de sofisticação e complexidade em algumas áreas que não é mais suportável, de maneira nenhuma, atitudes ou decisões rápidas e não suficientemente refletidas. Um bom exemplo é a atual situação econômica da zona do euro. Quanto mais ouço os depoimentos dos “graúdos” de lá, mais fica claro que a crise está longe de ser resolvida, pois a medida positiva assumida por um país afetará negativamente um outro qualquer e por aí vai o imbróglio. rsrs

Fico me perguntando, por exemplo, onde está a ética de governantes que agora, para debelar a crise, determinam medidas que achatam o salário dos trabalhadores e pensionistas. Afinal os excessos de gastos foram dos governos e, com certeza, não com gastos de cunho social.

Enfim enquanto não houver consciência desenvolvida também não haverá muita ética, seja por parte dos governos ou das pessoas. Por isso vou continuar importunando vocês com este blog. rsrs

Assitam ao filme sem se deter na ação do mesmo, mas no conteúdo reflexivo sobre o comportamento humano no que se refere à falta de ética e consciência e até onde isso pode nos levar.(!)(?)

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O povo está nas ruas

corrupção.não

Antes tarde do que nunca!!!

Dia 12, as pessoas, aproveitando o feriado nacional, fizeram protestos contra a corrupção que assola o nosso país, pelo que vi na TV.

Conforme comentava-se, na matéria a que assisti, em tais protestos não havia vinculação com partidos, sindicatos ou outro tipo de associações. Era somente o povo reunido manifestando sua revolta e insatisfação com o que tem acontecido por aqui.

É, as pessoas estão finalmente acordando, desenvolvendo a consciência. Cientistas comportamentais não estão encontrando explicação para o que vem acontecendo no mundo, já que essas manifestações públicas estão sendo globais.

Recentemente na Índia houve a greve de fome de um militante anticorrupção, Anna Hazare, de 74 anos.

No Oriente Médio tivemos a chamada Primavera Árabe que parece ter começado após a morte de Mohamed Bouazizi (1984 – 2011) que tocou fogo em si mesmo por não poder continuar com seu trabalho de vendedor ambulante nas ruas de Tunis. Após houve também imolações no Egito, Argélia e Mauritânia, seguidas de manifestações populares.

Por lá ditadores caíram e outros estão por cair. A última notícia “tragicômica” é: mulheres sauditas vão poder votar e se eleger para cargos municipais. Tragicômica porque naquele país continua a vigorar a proibição às mulheres de dirigir e vocês sabem como é a vida delas por lá. Aff! De qualquer forma, já foi um avanço.

No Chile estudantes foram às ruas exigindo educação pública de qualidade e gratuidade de estudos para os que não podem pagá-los.

Na Grécia o povo vai às ruas também para protestar contra o fato de os trabalhadores pagarem as dívidas dos “graúdos”.

Recentemente, nos Estados Unidos, começaram as passeatas e manifestações nas ruas contra Wall Street, símbolo do capitalismo americano desenfreado e selvagem.

Enfim, em toda parte as pessoas estão dando um basta ao modo como são tratadas por seus governos, sejam eles ditatoriais ou democráticos.

Democracia. Na escola aprendemos que a palavra quer dizer governo do povo pelo povo. E onde é que existe isso? Lugar nenhum. O que vemos nos países ditos democráticos é um grupo de indivíduos que foram eleitos para representar o povo, mas que na prática legislam ou governam em proveito próprio.

Bom, mas de quem é a responsabilidade por tal estado de coisas? De cada um e de todos (adultos em plena posse de suas faculdades mentais).

Lá atrás, há muito tempo, as pessoas abdicaram de suas responsabilidades por si mesmo e pela condução das atividades grupais (povoado, cidade, etc.). Acharam mais fácil/confortável eleger uma pessoa ou grupo para dirigir as atividades do grupo total. Talvez porque já estivessem condicionadas a ser comandadas (épocas precedentes de reis divinos). Seja qual tenha sido o motivo da decisão, sempre houve a possibilidade de escolha, mesmo que difícil.

Transferiram o seu poder para um governante ou uma assembléia. E assim vivemos até hoje.

Com o passar do tempo o ser humano médio, comum foi ficando cada vez mais preguiçoso e irresponsável, delegando cada vez mais poder aos seus governantes e/ou representantes eleitos.

Claro que a História mostra “n” casos de inconformismo, revoltas e revoluções, mas se analisarmos as revoltas e revoluções contra o sistema dominante vão perceber que após o período de contestações e mudanças (de comandos e/ou políticas) sobrevém uma estagnação e as pessoas, mesmo não gostando ou aprovando o novo sistema/governo acabam aceitando-o. Isso aconteceu lá na antiga Roma como também na União Soviética após a subida de Stalin ao poder.

Diz um velho ditado: “cada povo tem o governo que merece”. Nada mais certo e apropriado!

Enquanto o ser humano tiver preguiça de pensar, não querer aceitar a responsabilidade por sua vida e não desenvolver a consciência continuará sendo mero marionete comandado por aquele/s que elegeu ou permitiu que tomasse o poder.

Quando transferimos nosso poder pessoal a um “governo” ficamos do jeitinho que ele gosta: sem liberdade, sem voz ativa e manipuláveis.

Os pleiadianos dizem: “A tirania suprema numa sociedade não é controlada pela lei marcial. É controlada pela manipulação psicológica da consciência, através da qual a realidade é definida de tal forma que as pessoas que nela vivem nem mesmo percebem que são prisioneiras.” (Mensageiros do Amanhecer – Barbara Marciniak)

Acordem! Este é um momento único na história da humanidade. Nada resolve ficar reclamando nos papos de bar com os amigos ou nos corredores com os colegas de trabalho, é hora de ir às ruas engrossar as fileiras daqueles que já acordaram e deixaram a preguiça de lado. A união faz a força, mesmo que tarde um pouco o resultado almejado.

Usem a internet, os blogs, as redes sociais. É a hora do GAME OVER.

Eu estou fazendo a minha parte …  e você?

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sábado, 8 de outubro de 2011

A rebelião espiritual e … a global

revolução espiritual

Navegando na web encontrei este primor de texto, muito bem escrito e elucidativo dos tempos em que estamos vivendo. Também corrobora o que tenho exposto aqui para os leitores.

Compartilho com vocês. Negritos por minha conta.

“Os sinais na Terra se mostram claros: de um lado, as forças do mal manipulando as consciências e transformando os seres humanos em robôs, fantoches, máquinas que apenas obedecem as ordens da hipnose coletiva dos meios de comunicação, da educação, da cultura. Do outro, as forças do bem que comandam ações corajosas de rebelião contra essa ditadura do mal, a opressão, a injustiça social. Sem dúvida, algo está se movimentando, e isto é uma evolução espiritual.

Inspirada num texto recentemente canalizado por Ramathis, do lendário Hermes Trismegisto, encontrei o elo que me faltava para compreender a inércia que parece ter tomado conta de muitos espiritualistas modernos convictos, imersos numa espécie de hibernação inconsciente de que basta usar técnicas alternativas de relaxamento, yoga, meditação, para prover o crescimento espiritual. A verdade é que isso não basta. Há algo muito mais profundo e decisivo para que possamos realmente entrar no ciclo evolutivo da espiritualidade.

Segundo as palavras de Hermes, precisamos compreender que evolução é algo que nos lança para além do meramente humano. Nessa linha de raciocínio, a perspectiva trans-humana é um estado do ser, um estado existencial que precisamos desenvolver, para que possamos nos alinhar com as mudanças genéticas que estão ocorrendo em nosso corpo de energia. Essa perspectiva implica, em primeiro lugar, uma visão mais crítica e abrangente do contexto sócio-político do mundo contemporâneo. Toda a crise que estamos vivendo atualmente é o resultado de mecanismos de comunicação social que são veiculados pela TV e pela mídia globalizada, da educação que recebemos e transmitimos aos nossos filhos, do tipo de cultura que valorizamos e repetimos cegamente, das ideologias políticas e do sistema econômico que nos escraviza a um consumismo cada vez mais voraz e destruidor.

Vamos pensar: tudo isso serve a quem? Beneficia a quem? Há uma força global invisível que nos governa através da tecnologia, do sistema financeiro e político, visando cada vez mais riqueza, poder e controle. Essa invisibilidade é assustadora e gera medo nos seres humanos, que se vêem impotentes, submissos e sem recursos para reagir. Assim, enfraquecidos, voltamos a ser uma raça de humanóides inconscientes, inconsequentes e facilmente manipulados.

Enquanto alguns buscam o prazer substitutivo de um consumismo fascinante, hipnótico e sedutor, outros buscam saídas ilusórias pela via de um espiritualismo delirante, fundamentalista e muitas vezes dogmático, enquanto uma minoria escolhe práticas alternativas gratificantes e saudáveis, como a yoga, a meditação, as técnicas de relaxamento. Tudo isso expressa muito mais a angustia e a inércia na alma do ser humano, do que um verdadeiro e coerente compromisso com a revolução que representa a consciência espiritual.

Hermes insiste que é preciso compreender que o conceito de consciência espiritual não é algo ligado à fé ou à religiosidade. Numa perspectiva trans-humana, ela é a matriz que dirige todos os processos bioquímicos, físicos, geométricos e matemáticos do Universo. Nós, seres (ainda) humanóides, ainda presos a uma genética biológica, a uma área geográfica, a uma cultura específica, não assumimos nossa verdadeira identidade de Seres Cósmicos, parte do Universo e do Plano Divino. Para que isso aconteça, precisamos avaliar os conceitos evolutivos que nos foram transmitidos, reconhecer que temos nos submetido à velha ideologia da sobrevivência do mais astuto ou do mais forte, e assumir plenamente que nossa origem é Divina. Só estamos aqui na Terra, encarnados num corpo biológico e mortal, por uma necessidade evolutiva, mas não somos terrestres, não pertencemos a este mundo. Somos pesquisadores da evolução e transformação espiritual. A essência que reside em nosso interior é divina, imortal e indestrutível.

A compreensão dessa lei nos devolve a consciência de que nada temos a temer, que não precisamos de artifícios para combater as forças obscuras do mal, que está na hora de acordar dessa hibernação espiritual e ativar a perspectiva trans-humana de nossa evolução. Isso nos devolve um estado de Ser, Sentir e Saber, que permite a compreensão de que somos todos irmãos e todos temos a mesma origem divina. Não existem fronteiras geográficas, sociais, políticas ou econômicas quando compreendemos que tudo isso foi criado para nos confundir e confinar energeticamente no paradigma da separatividade, da discórdia, da desunião.

Estamos entrando numa nova era e isso não é um mero slogan espiritualista. Isto significa que chegou o momento de vivermos a espiritualidade com um senso de que estamos fazendo política, aquela que congrega forças de coesão e colaboração fraternal, que ativa o princípio cósmico da harmonia e do serviço desinteressado â coletividade, que expande a consciência para além das fronteiras do individualismo e dos interesses pessoais. Isso é a verdadeira subversão de valores. Essa é a rebelião espiritual. Esse é o grande poder do espírito que somos.”

Mani Alvarez

Fonte: http://www.stum.com.br/clube/artigos.asp?id=25460

Aproveitando o “contexto sócio–político” mencionado por Mani, incluo aqui uma nota sobre um movimento global de expansão de consciência que está se manifestando neste momento.

Chamado à ação: Unidos por Mudança Global

Em 17 de setembro a indignação foi global, mas em 15 de outubro vamos levá-la a um nível totalmente novo. Ações estão sendo planejadas em todo o mundo. Onde você estará?

Em 15 de outubro as pessoas de todo o mundo vão tomar as ruas e praças. Da América à Ásia, da África á Europa, as pessoas estão se levantando para reivindicar seus direitos e exigir uma verdadeira democracia. Agora é hora de todos nós para juntarmo-nos em um protesto não-violento global.

Os governantes trabalham para o benefício de poucos, ignorando a vontade da grande maioria e o preço humano e ambiental nós todos temos de pagar. Esta situação intolerável deve acabar.

Unidos em uma só voz, vamos deixar os políticos e as elites financeiras a que servem saberem que cabe a nós, o povo, decidir o nosso futuro.

Não somos mercadorias nas mãos de políticos e banqueiros que não nos representam.

Em 15 de outubro vamos nos encontrar nas ruas para iniciar a mudança global que queremos. Vamos demonstrar pacificamente, falar e organizar até que isso aconteça.

É hora de nos unir. É hora para que escutem.

Fonte: http://roarmag.org/2011/09/call-to-action-united-for-global-change-on-october-15/

Confira eventos já agendados aqui no Brasil:

Porto Alegre - RS

Sábado, 15 de Outubro. Concentração 13h na Redenção com marcha até a Praça da Matriz

São Paulo – SP

Sábado, 15 de outubro. 15:00 - 23:30. Local: Largo São Bento, Estação São Bento (Linha Azul do Metrô)

Florianópolis – SC

Sábado, 15 de outubro. 14:30 - 17:30. Local: UFSC – Concha

Belo Horizonte – MG

Sábado, 15 de outubro às 16:00 - 16 de outubro às 23:00. Local: Praça Carlos Chagas

Brasília – DF

Sábado, 15 de outubro. 15:00 - 23:30. Local: Esplanada dos Ministérios

Goiânia – GO

Sábado, 15 de outubro às 14:00 - 16 de outubro às 15:00. Local: Praça Cívica

Imagem: exame.abril.com.br

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A c e i t a ç ã o: o início da transformação

Aceitação

No início de meu caminho espiritual ouvi que deveria aprender a “aceitar”. Como legítima representante dos rebeldes índigos, fiquei injuriada.

Como assim, aceitar? Submeter-me? Virar capacho? rsrs

Bem, os anos passaram e um belo dia entendi o que tinham me dito e hoje recebi por e-mail um pps que diz, melhor do eu diria, o que vem a ser aceitação. Então compartilho com vocês. Claro, para aqueles que querem evoluir...

“A primeira impressão que temos quando ouvimos ou pensamos em aceitar, seja uma pessoa, um fato ou uma circunstância é de que estaremos nos submetendo ou nos subjugando, desistindo de lutar, sendo fracos.

De verdade, se quisermos modificar qualquer aspecto da nossa vida e de nós mesmos, devemos começar aceitando.

A aceitação é detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.

É difícil aceitar uma perda material ou afetiva; uma dificuldade financeira; uma doença; uma humilhação; uma traição.

Mas a aceitação é um ato de força interior, sabedoria e humildade, pois existem inúmeras situações que não estão sob o nosso controle.

As pessoas são como são, dificilmente mudam.

Não podemos contar com isso. A única pessoa que podemos mudar, somos nós mesmos, portanto, se não houver aceitação, o que estaremos fazendo é insensato, é insano.

Ser resistente, brigar, revoltar-se, negar, deprimir, desesperar, indignar-se, culpar, culpar-se são reações emocionais carregadas de raiva. Raiva do outro, raiva de si mesmo, raiva da vida. E a raiva destrói, desagrega.

A aceitação é uma força que desconhecemos porque somos condicionados a lutar, a esbravejar, a brigar.

Aceitar não é desistir, nem tão pouco resignar-se. Aceitar é estar lúcido do momento presente e se assim a vida se apresenta, assim deve ser.

Tudo está coordenado pela Lei da ação e reação.

No instante em que aceitamos, desmaterializamos situações que foram criadas por nós, soluções surgem naturalmente através da intuição ou  fatos trazem as respostas e as saídas para o problema.

Tudo é movimento. Nada é permanente.

A nossa tendência “natural” é resistir, não aceitar, combater tudo o que nos contraria e o que nos gera sofrimento. Dessa forma prolongamos a situação. Resistir só nos mantém presos dentro da situação desconfortável, muitas vezes perpetuando e tornando tudo mais complicado e pesado.

Quando não aceitamos nos tornamos amargos, revoltados,frustrados, insatisfeitos, cheios de rancor e tristeza, e esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades, nunca trazem solução.

Aceitar é expandir a consciência e encontrar respostas, soluções, alívio.

Aceitar se refere ao momento presente, ao agora.

No instante que você aceita, você se entrega ao que a vida quer lhe oferecer. Novas idéias surgem para prosseguir na direção desejada, saindo do sofrimento. Pense nisto!”

Autor desconhecido.

Imagem: blogsintese.blogspot.com

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

O que é ser espiritualizado?

espiritual

Eis aí um conceito que se presta a muitas interpretações. Desde o estabelecimento da primeira religião sobre a face da Terra, os conceitos de espiritualidade e religião ficaram misturados e a confusão se estabeleceu.

Já postei aqui o brilhante texto do Dr. Guido Nunes Lopes sobre as diferenças entre os dois conceitos. Hoje vamos clarear mais algumas crenças a respeito.

Não pretendo aqui impor meu ponto de vista sobre o assunto, os que já são leitores sabem que aqui no blog está a minha opinião, cada um depois, refletindo, a aceitará ou não.

Os mestres do Círculo Carmesim ensinam que espiritualidade é uma coisa muito simples, assim como o Criador o é.

Vamos começar por este conceito – o Criador. O que é? Quem é? Não tenho a resposta, assim como ninguém a tem. O que tenho certeza é que não é um ser antropomorfizado, com características humanas como ira, vingança e julgamento. Os mestres o caracterizam como, ao mesmo tempo, um ser único e coletivo (a soma de todos os seres que ele criou).

Ao lermos os registros escritos de muitas as religiões veremos que está escrito que ele criou o homem à sua imagem e semelhança, isso significa que cada um de nós é Deus também.

No passado a espiritualidade esteve muito misturada com a religião, salvo no oriente, e no ocidente, graças a uns poucos que souberam separar os conceitos.

Nas décadas de 1930 e 1950 surgiram ensinamentos de muitos mestres ascensionados que mostraram todo um novo espectro de informações e conceitos que para nós, ocidentais, se revelaram inéditos – Eu Sou o que Sou, ou seja, faço parte da divindade, sendo um com ela.

Devido aos nossos sistemas de crenças profundamente arraigados, não conseguimos assimilar tais ensinamentos na sua acepção completa e começou, nesta época, o culto pelo fenômeno e o uso de mecanismos, exercícios, e parafernálias externas como sinônimos de: sou espiritualizado.

Mecanismos mais comuns: meditação, entoação de mantras, uso de cristais, velas, diferentes tipos de oráculos, danças sagradas, consumo de plantas “sagradas” (?). Cada um deles outorgando ao usuário o status de espiritualizado.

Vamos esclarecer: nada disso é prejudicial se usado com lucidez. Meditação, por exemplo, já fez muito bem a muita gente e pode sim ser um meio de encontro com a Divindade. O que estou querendo mostrar é que o uso dessas práticas não faz de uma pessoa – espiritualizada! Pode torná-la mística ou esotérica, nada mais.

Vejo espíritas criticando ou rejeitando ensinamentos dos mestres. Vejo evangélicos perseguindo e julgando gays, taxando-os de pecadores ou coisa pior. Vejo católicos e também evangélicos numa verdadeira caça às bruxas rejeitando e criticando as religiões afro descendentes.

Nada disso é ser espiritualizado e esses até vão contra aos ensinamentos de seu maior ídolo, Jesus. O homem que respondeu por este nome, em sua encarnação aqui na Terra, pregava o amor, o perdão e o não julgamento!

Ser espiritualizado é, antes de tudo, viver no presente. É só aceitar mensagens, ensinamentos, canalizações, vindas de quem seja, após questionamento e reflexão. Estar em contato direto com seres que se dizem da Confederação Galáctica ou coisa parecida (ETs) não faz de ninguém espiritualizado, ainda mais porque tais seres podem não ser exatamente quem dizem que são.

É prestar atenção à voz interior e, de preferência, seguir o que a mesma diz para não se arrepender depois. rsrs

Ser espiritualizado é ter consciência que objetos externos (cristais, velas, mandalas, etc.) não têm poder por si próprios, que oráculos podem ser divertidos, mas jamais uma verdade absoluta, pois o futuro se compõe de potenciais apenas.

Ser espiritualizado é concentrar-se no “ser”, em si mesmo (autoconhecimento, autoanálise), e não no ter ou no fazer (seminários, workshops, encontros xamânicos, rituais, etc.). Você pode frequentar todos ou qualquer um deles, mas tendo consciência que isso não o torna espiritual. É ter consciência também que a Divindade só apresenta uma única regra: amar, portanto não é preciso viver seguindo regras, algumas bem absurdas, ou exigindo disciplina do próprio corpo (seu corpo detesta isso) ou da mente. Disciplina é uma regra e como toda regra vai contra a criatividade, que é nosso legado divino.

Ser espiritualizado é ter consciência que aqui no planetinha somos comandados pelo ego, mas o mesmo não precisa ser autocentrado ou inflado e também não querer se desfazer dele, pois nós o necessitamos para sobreviver aqui.

Ser espiritualizado é viver o que Jesus ensinou e não simplesmente citá-lo!!!

Imagem: fraternidadebranca-luzdanovaera.blogspot.com

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